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Desmatamento: PF diz que abrirá inquérito se militares abandonarem operação

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Desmatamento: PF diz que abrirá inquérito se militares abandonarem operação contra madeira ilegal
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Desmatamento: PF diz que abrirá inquérito se militares abandonarem operação contra madeira ilegal

Após a Polícia Federal realizar a maior apreensão de madeiras ilegais na história do país com 43.700 toras retidas, quantia suficiente para construir 2.620 casas populares , o  Exército brasileiro comunicou que devidiu retirar as tropas mobilizadas na operação.

Até o momento, o Exército realiza a segurança das madeiras apreendidas, no Pará . Uma área total de 130.000m³ .

Em resposta ao Comando Militar do Norte , o delegado responsável argumentou que não existe prerrogativa do Exército para abandonar a ação. Caso isso ocorre, a Polícia Federal irá abrir um inquérito contra os militares .

A polícia diz que há “sério risco de perecimento e desaparecimento dos bens apreendidos (a propósito, com valoração milionária )” e, caso isso ocorra, “será instaurado inquérito policial destinado a investigar o evento e apurar responsabilidades sobre o ocorrido, sob as penas da lei “.


Em nota, o delegado ainda diz que a medida coloca em risco a relação das instituições, pois “desestabiliza as relações jurídicas do Exército Brasileiro com diversas instituições e órgãos públicos”.

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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

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 'Queiroga com certeza será reconvocado à CPI', diz Omar Aziz
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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

O senador e presidente da CPI da Covid , Omar Aziz (PSD-AM), se posicionou sobre o depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, como a “grande decepção” da comissão até o momento. Em relação as falas pouco objetivas, Aziz reiterou que Queiroga “com certeza” será reconvocado. As falas foram reproduzidas em uma entrevista no YouTube para o canal do historiador Marco Antônio Villa.

O motivo que levou o presidente da comissão em buscar uma nova audiência para ouvir Queiroga é a constante contradição entre as diretrizes do Ministério da Saúde e as políticas públicas do governo Bolsonaro .

Queiroga declarou inúmeras vezes que não se pronunciaria em seu depoimento pois não havia um protocolo de tratamento para a covid-19 elaborado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Renan Calheiros declarou no último sábado (08) que a estratégia adotada pelo cardiologista comandante do Ministério da Saúde de não responder objetivamente as perguntas é uma outra maneira de “não falar a verdade”.

Aziz ratificou o posicionamento de Calheiros ao declarar que “a gente perguntava se ele era a favor da cloroquina – e ele não citava a palavra cloroquina, falava em ‘fármacos’ -, ele jogava para a Conitec”.


O presidente da CPI argumentou que o posicionamento de Queiroga visa “não magoar o chefe” e que as contradições existentes dão base para que o ministro seja reconcado”.

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