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Deputados do PT protocolam notícia-crime contra Bolsonaro

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Presidente Jair Bolsonaro fala durante sua live
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Presidente Jair Bolsonaro fala durante sua live


Um grupo de deputados federais do Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou uma notícia-crime contra o presidente Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (30), no Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a comunicação feita pelos parlamentares, Bolsonaro deveria ser investigado pela suposta prática de “improbidade administrativa ao utilizar a estrutura da TV Brasil para fazer propaganda eleitoral antecipada”, disseram os deputados. 


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Os parlamentares argumentam que Bolsonaro, ao impor à TV Brasil a transmissão da sua “live” semanal , destinada aos seus seguidores nas redes sociais, apropriou-se de recursos públicos para “divulgar mentiras, fake news, charlatanismo, ataques a adversários políticos e gravíssimo ataque institucional ao TSE [Tribunal Superior Eleitoral]”, o que viola diversos artigos da Constituição Federal e se enquadra na Lei de Improbidade Administrativa (lei 8.429 de 1992).

A iniciativa da ação jurídica partiu do deputado Alencar Santana Braga (PT-SP) e, além do líder Bohn Gass, também foi assinada por: Arlindo Chinaglia (PT-SP), Erika Kokay (PT-DF), Henrique Fontana (PT-RS), João Daniel (PT-SE), Léo de Brito (PT-AC), Nilto Tatto (PT-SP), Pedro Uczai (PT-SC) e Rogério Correia (PT-MG).


Vale ressaltar que o professor de direito constitucional, Roberto Dias, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), afirmou que o presidente pode, sim, ter cometido o crime de improbidade administrativa durante a sua live .  “Infringido os artigos de qualquer direito ou garantia individual, como o direito ao voto”, disse. 

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Esposa de Eduardo Bolsonaro diz que está tomando cloroquina: “Não fui vacinada”

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Heloísa Bolsonaro relata diagnóstico positivo para coronavírus
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Heloísa Bolsonaro relata diagnóstico positivo para coronavírus

Heloísa Bolsonaro, mulher do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e a filha de 11 meses do casal testaram positivo para a Covid-19 . O anúncio foi feito nesta segunda-feira (27) pelas redes sociais de Heloísa, em resposta a um internauta que perguntou se ela e bebê também estavam infectados. Eduardo havia anunciado o diagnóstico positivo para a doença na última sexta-feira (24), depois de voltar de Nova York, onde esteve com a comitiva do governo federal para a Assembleia-Geral da ONU.

Com o anúncio, Heloísa também afirmou que sentiu dores no corpo, dor de cabeça, coriza, secreção e espirros no primeiro dia. O bebê do casal, segundo ela, teve febre e coriza, foi tratado com medicamentos sintomáticos e já se alimenta e brinca normalmente. Segundo ela, esta foi sua segunda infecção para a Covid-19 e a primeira de Eduardo Bolsonaro.

Heloísa também disse ter tomado medicamentos que compõem o chamado ‘tratamento precoce’, como ivermectina, azitromicina e hidroxicloroquina, mas disse não ter feito uso desses remédios quando foi infectada durante a gravidez. No entanto, não há comprovação científica para a eficácia desses medicamentos contra a Covid-19. Ao ser perguntada se já havia tomado alguma vacina, Heloísa respondeu: “Eu não fui vacinada. Eduardo tomou a 1º dose da Pfizer um mês atrás”.


No dia 22 de outubro, antes de anunciar sua infecção e quando ainda estava nos Estados Unidos, o filho mais velho do presidente da República chegou a compartilhar fotos de uma visita a sede da rede social Gettr, em Nova York. Em nenhuma das imagens, o filho do presidente usa máscara, item considerado essencial para conter a disseminação do vírus.

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