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Deputado Thiago e vereadora Kalynka reivindicam nova escola militar em Rondonópolis

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Thiago Silva e vereadora Kalynka em reunião na Seduc

Foto: HENRIQUE COSTA PIMENTA BRAGA

O deputado estadual Thiago Silva e a vereadora Kalynka Meirelles estiveram na última quinta-feira (14) na sede da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para reivindicar do estado a implantação de uma nova escola militar no município.

Os parlamentares defenderam que a nova escola militar funcione na Escola Estadual Adolfo Augusto de Moraes. Thiago e Kalynka também cobraram a retomada das obras da unidade escolar, que estão paralisadas há mais de três anos.

O deputado e a vereadora foram atendidos pela equipe da Seduc, que prestou esclarecimentos sobre o processo licitatório para retomada das obras na Escola Adolfo de Moraes.

Thiago sugere a implantação da nova unidade, pois hoje há uma demanda de novas vagas na escola militar do Parque Universitário e a localização da Escola Adolfo vai facilitar o acesso a centenas de alunos.

“Esta é uma sugestão, agora queremos ouvir a comunidade escolar para que realmente o projeto se concretize”, disse o deputado.

“O resultado dessa formação militar é ver nossos jovens muito bem avaliados no Ideb, Enem e conseguindo vagas nas universidades federais, faculdades e instituições de ensino superior do país”, finalizou Thiago Silva.

Fonte: ALMT

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Ex-deputado José Riva tem três dias para pagar R$ 15 milhões

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Ex-deputado, José Riva | Foto: Edinilson Aguiar / OLivre

O ex-presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), José Riva, tem até segunda-feira (1º de março) para pagar R$ 15 milhões referentes à segunda parcela do seu acordo de colaboração premiada. 

De acordo com informações da colaboração premiada de José Riva, a parcela de R$ 15 milhões deveria ser paga, na verdade, até o dia 28 de fevereiro de 2021 – que é o próximo domingo. Por não ser um “dia útil”, o pagamento deve ser realizado segunda-feira.

Do valor, R$ 5 milhões deverão ser utilizados para a compra de viaturas da Polícia Judiciária Civil (PJC) e do Ministério Público do Estado (MPMT), e os outros R$ 10 milhões na construção do Hospital Central, em Cuiabá.

José Riva firmou o seu acordo de colaboração premiada com MPMT se comprometendo a devolver no total R$ 92 milhões. A primeira parcela, de R$ 15 milhões, foi paga em 2020 – a segunda, do mesmo valor, deve ser paga em 1º de março de 2021. Entre os bens apontados por José Riva que poderiam ser utilizados no pagamento da delação estão a fazenda Bauru, localizada em Colniza (1.064 KM de Cuiabá), a fazenda Paineira, em Juara (700 KM da Capital), e um apartamento de alto padrão no Rio de Janeiro (RJ).

No total, tirando os R$ 30 milhões das duas primeiras parcelas, José Riva deve pagar “oito prestações” de R$ 7,25 milhões, além de uma de R$ 2 milhões.

A delação do ex-deputado foi homologada no ano passado pelo desembargador Marcos Machado. Além de se comprometer a devolver o valor, o ex-parlamentar prestou informações reveladoras sobre os bastidores da política mato-grossense durante os 20 anos em que esteve como presidente ou primeiro-secretário da Assembleia Legislativa.

Num de seus depoimentos no âmbito da delação premiada, o ex-presidente da ALMT revelou um esquema de pagamentos de propinas a deputados estaduais de Mato Grosso, ao longo de duas décadas, que somam R$ 175,7 milhões.

Em outubro do ano passado, José Riva começou a cumprir uma pena de três anos e meio em regime diferenciado (domiciliar). Ele, porém, ficará apenas dois anos preso, pois já cumpriu um ano e meio de prisão por outras condenações.

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