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Deputado participa de debate sobre a instalação de um Centro de Detenção Provisória em Diamantino

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Foto: LUCIENE LINS

Convidado pela Câmara Municipal de Diamantino, o deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), que é presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária (CSPC), da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), participou, na última quarta-feira (16), da audiência pública para debater a construção de um Centro de Detenção Provisória (CDP) no município.

João Batista é policial penal de carreira e formado em Gestão de Segurança Pública. No evento em questão, além de representar o Poder Legislativo estadual, o parlamentar teve a oportunidade de contribuir de forma expressiva, mostrando aos presentes os pontos fortes e fracos da instalação de um CDP na cidade.

“Este é um tema que afeta diretamente a condição de vida de todos os munícipes, uma vez que a construção de um CDP muda toda a rotina da cidade. O governo do estado irá apresentar estudos e projetos, por meio da Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP), que justificam a construção da unidade.  Entretanto, devemos lembrar que o Poder Executivo deve levar em consideração o posicionamento da classe política do município, legítimos representantes da cidade”, explicou o deputado.

De acordo com a proposta, se construída, a nova unidade terá capacidade para receber 400 detentos em regime fechado. A cadeia pública da cidade, projetada para receber apenas 20 detentos, está em sua capacidade máxima, abrigando 58 presos.

“Elencar todos os benefícios e malefícios da construção de um CDP, acredito que é muito vago. O maior ‘beneficiado’, se assim podemos dizer, será o próprio reeducando, contando com condições mais adequadas para inserção em frentes de trabalho e estudo. O servidor, por consequência, irá contar com uma unidade nova e com segurança para ele trabalhar. No resto, somente o tempo para mostrar os malefícios e benefícios que a unidade irá trazer”, disse João Batista, durante entrevista na audiência.

O deputado defende que além da construção de uma nova unidade, é preciso que o governo invista no setor da segurança pública como um todo, realizando novos concursos e chamando os aprovados em concursos anteriores.

“Respondendo pela CSPC, temos cobrado constantemente o governo do estado para realização de novos concursos públicos, tanto para a Polícia Militar, Polícia Civil e Politec. Lutamos para a convocação dos policiais penais que passaram em concursos passados, bem como a valorização salarial daqueles que já estão em atividade”, finalizou o deputado.

Fonte: ALMT

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Assembleia Social oferece 29 opções de oficinas para contribuir com a renda familiar

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Abertura de Oficina de Sabonete Artesanal na Ação na Escola Pascoal Ramos

Foto: Karen Malagoli

Oficina de Pintura em Tecido, na Ação da Conseg Distrito da Guia, com a presença do deputado Eduardo Botelho

Foto: Karen Malagoli

Com o avanço da vacinação da população mato-grossense, a Assembleia Social retomou, já no fim de maio deste ano, a oferta de oficinas que havia sido suspensa desde o ano anterior, em razão da condição presencial da atividade.

Respeitando os protocolos de biossegurança de prevenção à covid-19 e com turmas controladas, entre maio e julho deste ano, foram oferecidas quatro oficinas e outras três edições do projeto Ação Assembleia Social, também com oferta de capacitações.

As oficinas são ministradas pela Assembleia Social a comunidades carentes ou em municípios do interior, com a finalidade de oferecer um novo saber, de forma a contribuir com a renda familiar (a partir da venda dos produtos), dar mais independência financeira às mulheres e ocupar o tempo das pessoas de forma produtiva, acessando das técnicas de arteterapia.

Entre os dias 29 de maio e 12 de junho, foram oferecidas quatro edições da Oficina de Sabão Líquido Artesanal, pela professora parceira Elizabeth Ferreira, atendendo a 92 alunos, distribuídos nas instituições parceiras Obras Sociais Eurípides Barsanulfo, na periferia de Várzea Grande (em 29/05 e 12/06), no Centro Terapêutico Paraíso, na estrada do Manso (09/06) e na Paróquia São José Operário, no bairro Cristo Rei, também em Várzea Grande.

Em 18 de junho, o braço social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso deu início a um novo projeto: a Ação Assembleia Social, que buscou adaptar os tradicionais mutirões aos cuidados de saúde atuais.

A iniciativa foi desenhada em dois formatos: o de acolhimento e o de oficinas. A primeira Ação, no dia 18, foi de acolhimento – ofereceu atendimento em saúde da família, atendimento com psicoterapeuta e orientações jurídicas a 30 pessoas da Comunidade de Pescadores Z5, em Barão de Melgaço, por agendamento prévio. Leia mais aqui.

Com foco na oferta de oficinas, foram realizadas três edições da Ação Assembleia Social: na Escola Estadual Pascoal Ramos, em Cuiabá, no dia 23/06; no Conselho Comunitário de Segurança Pública (Conseg) do Distrito de Nossa Senhora da Guia, em Cuiabá, no dia 29 último; e participando da iniciativa do Grupo VG+Ação, no bairro Água Vermelha, em Várzea Grande, no dia 06 deste mês.

Na Escola Pascoal Ramos, foram formadas seis turmas de professores ou membros da comunidade escolar, sendo três de manhã e três à tarde: uma turma de Sabão Líquido Artesanal, duas de Tranças e Penteados, uma de Sabonete Artesanal e duas de Coaching Sistêmico Humanizado, atendendo, ao todo, 59 pessoas.

A edição no Distrito da Guia ocorreu em três dias, com seis oficinas diferentes – Tranças e Penteados, Boneca de Pano, Peso de Porta, Chaveiros Artesanais, Produção de Tiaras e Pintura em Tecido, distribuídas em dez turmas, conduzidas por três professoras parceiras da Assembleia Social. Como sempre, todas as oficinas foram gratuitas e com certificado. Participaram desta Ação, 80 pessoas.

E, encerrando a programação de oficinas do primeiro semestre de 2021, 17 pessoas do bairro Água Vermelha e região, em Várzea Grande, participaram da Oficina de Tranças e Penteados.

“O que estas pessoas precisam é de uma oportunidade de melhorar de vida, seja na venda de produtos artesanais ou na prestação de serviços, seja ocupando a mente com arte. E nós nos sentimos muito honrados pro contribuir com as famílias, por estarmos na comunidade, que é o nosso lugar”, sintetiza a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

Além das oficinas já listadas, a Assembleia Social oferta outras 21 oficinas ou palestras, como opção de parceria para comunidades em vulnerabilidade social.

Fonte: ALMT

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