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Demi Lovato posta foto das estrias e comemora recuperação de distúrbios

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Demi Lovato
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Demi Lovato posta foto das estrias e comemora recuperação de disturbio alimentares

Demi Lovato já comentou algumas vezes sobre os distúrbios alimentares que ela enfrenta desde a juventude. Nos últimos tempos, a cantora tem falado mais sobre a aceitação do próprio corpo, como quando mostrou as celulites , e nesta sexta-feira (25) publicou fotos das estrias e comemorou a recuperação dos distúrbios.

“Eu costumava acreditar que recuperação de distúrbios alimentares não era real, que todos estavam fingindo e tendo recaídas. ‘Claro que ela vomita aqui e ali’ e ‘é impossível que ela aceite a celulite dela’ são apenas algumas coisas que eu costumava me dizer”, Demi escreveu na legenda.

“Eu estou tão grata que posso dizer pela primeira vez na minha vida que meu nutricionista olhou para mim e disse: ‘é assim que a recuperação de distúrbios alimentares é'”, continuou. Para celebrar a recuperação, a artista contou que decidiu fazer um ensaio fotográfico mostrando as estrias. Ela disse que pintou as marcas com glitter para celebrar o próprio corpo como ele é.

“Eu quis celebrar as minhas estrias ao invés de sentir vergonha delas. Eu comecei a passar tinta glitter nas minhas estrias para celebrar o meu corpo e todas as características dele, não importando se a sociedade as vê como boas ou más. Minhas estrias não vão embora então é melhor eu colocar um pouco de glitter delas, não é mesmo?”, ela concluiu.

Fonte: IG Mulher

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FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães

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Alto Astral

FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães
Reprodução: Alto Astral

FRAPs: conheça os chamados Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias nos cães

Sabe quando seu cachorro sai correndo pela casa como um foguete? Esses momentos de agitação têm um nome: Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias, ou, na sigla em inglês, FRAPs ( Frenetic Random Activity Periods ). Esses períodos nada mais são do que um acúmulo extremo de energia que ocorre nos cães, podendo ser comparados às descargas de adrenalina nos seres humanos.

Mas fique tranquilo. Segundo Frederico Fontanelli Vaz, docente e coordenador do curso de medicina veterinária da Faculdade Anhanguera ABC, o comportamento é totalmente normal. “É um comportamento natural dos animais”, ele ressalta. Além disso, essa descarga de energia não dura mais do que alguns minutos – em cães de grande porte, pode se prolongar por mais tempo do que em raças pequenas.

Vaz esclarece que o comportamento costuma ocorrer após episódios que desencadeiam algum tipo de estímulo no animal. O médico usa como exemplo o banho, uma refeição ou cochilo e até mesmo a volta de seu tutor ao lar depois de um intervalo longo de tempo. “Isso acontece porque são momentos em que eles estão prontos para gastar a energia reposta”, complementa o veterinário.

E para quem está se perguntando: sim, os bichanos também podem apresentar tal comportamento. Mas, de acordo com o médico veterinário, há algumas diferenças. Ele explica que os gatos são caçadores por natureza. “Por isso, instantes antes do animal apresentar um FRAPs, os tutores podem perceber que ele está em estado de alerta, parecendo que viu ou ouviu algo ameaçador ou curioso”. Mas, assim como nos cães, também é possível que o gato apresente o comportamento após as refeições ou após horas de sono.

Todavia, Vaz pontua que, apesar de natural, essa descarga de energia só é um bom sinal quando esporádica e diz que, se os períodos forem muito repetitivos, é preciso ficar atento. O profissional recomenda procurar por um médico veterinário “a qualquer sinal diferente do comportamento natural”.

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No caso dos cães, ele ainda comenta que os Períodos Frenéticos de Atividades Aleatórias podem ser confundidos com o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). “Neste caso, os cães podem perseguir a cauda, seguir sua própria sombra ou ‘morder o ar’, como se estivessem tentados a pegar um inseto”, ele pontua.

O médico veterinário também faz questão de lembrar um ponto importante: os tutores devem evitar correr atrás do animal. Isso porque a ação pode levar o pet a pensar que está sendo perseguido, fazendo-o correr ainda mais. “Imagine se isso ocorrer em um local aberto, é perigoso”, ele comenta. Portanto, na rua, para evitar acidentes, controle sempre seu cão e mantenha-o na guia ou coleira. “Em casa, o tutor deve evitar deixar objetos pelo chão para que o cão ou gato não se machuque”, finaliza Vaz.

Consultoria: Prof. Frederico Fontanelli Vaz, graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Lavras (2011) e doutor em Ciências pelo programa de Patologia Experimental e Comparada na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – USP. Atualmente, atua como docente e coordenador do curso de medicina veterinária na Faculdade Anhanguera ABC.

Fonte: IG Mulher

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