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Demandas dos Conselhos Tutelares de Cuiabá foram debatidas na tribuna livre

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O presidente da Associação dos Conselho Tutelares comentou sobre o assunto a convite do vereador Eduardo Magalhães


O presidente da Associação dos Conselheiros Tutelares do Estado de&nbsp Mato Grosso (ACTMT), Nelson de Faria, participou da tribuna livre abordando sobre as atribuições, segurança e demais demandas da classe dos conselheiros tutelares, durante a sessão ordinária desta terça-feira (30).

Nelson contou na tribuna as situações vivenciadas pelos conselhos de modo a pedir apoio do poder Legislativo e Executivo para melhoria da segurança e demais necessidades das unidades, para um melhor desempenho em prol da sociedade.

“O problema maior hoje que estamos vivenciando não só em Cuiabá, mas também em todo o Estado de Mato Grosso, é em relação à segurança nos prédios, onde trabalham os conselheiros tutelares. Há um mês, no Conselho Tutelar do CPA, por muito pouco não foi vitimado uma conselheira. A minha vinda aqui hoje, na Casa de leis, é para pedir um trabalho conjunto com o poder Executivo de Cuiabá a respeito, principalmente, dessa questão de segurança para os profissionais que trabalham e defendem o direito da criança e adolescente, em todo o estado de Mato Grosso”, explica Nelson.

O convite para o presidente falar na tribuna livre foi do vereador Eduardo Magalhães (Republicanos).

“Quero parabenizar todos os conselheiros tutelares. Estive no Conselho Tutelar do CPA, onde aconteceu infelizmente, esse fato, onde uma conselheira teve sua vida ameaçada. Não havia ninguém para dar o mínimo de segurança possível. Nós temos sim, que garantir segurança aos conselheiros tutelares”, reforçou o vereador.

Texto alterado dia 30.11.2021, às 17h

Matheus Fin – Estagiário | Matéria feita com supervisão da diretoria de Jornalismo da Secom

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Cuiabá

Unidade de Vigilância em Zoonoses e Supermercados Comper lançam oitava edição do projeto Agente Antimosquito

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Gustavo Duarte

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através da Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ), e a rede de supermercados Comper lançaram, na tarde de quinta-feira (27), na loja do CPA 1, a oitava edição do projeto “Agente Antimosquito”, que consiste na capacitação de funcionários da empresa pelos agentes da UVZ que compõem o setor de Educação em Saúde. Além disso, são realizadas ações educativas e exposições voltadas aos clientes em todas as 6 lojas. 

“A equipe vai nas lojas e faz a capacitação dos funcionários do Comper, explicando o ciclo evolutivo do mosquito, orientando quanto à prevenção. E as pessoas capacitadas pelos nossos agentes de endemias depois fazem a orientação ao seu redor, se tornam agentes antimosquito. A gente acha muito importante essa parceria! Seria muito bom se todas as empresas abraçassem essa ideia”, afirma Célia Carvalho, assistente social da Educação em Saúde da UVZ, que é o setor responsável por promover campanhas educativas em escolas, empresas e demais instituições. 

De acordo com Lídia Pachori, coordenadora de eventos do Comper, o objetivo do projeto é combater os criadouros do mosquito Aedes aegypti nas instalações do grupo e formar multiplicadores do conhecimento, que acabam levando essa cultura da prevenção para suas casas e comunidades. “Todos os anos, no mês de janeiro, que é o mês de chuva intensa, a gente convida a equipe da Vigilância em Zoonoses para nos auxiliar nessa questão da prevenção à dengue nas lojas. Em cada loja, nós temos uma equipe treinada pelo agente de endemias Hélio, que ensina os funcionários a cuidar das lojas”, explica. 

Para o coordenador da UVZ, José Antônio Noleto, a parceria com o Comper é de extrema importância. “É uma parceria sensacional porque abre a oportunidade de nós mostrarmos o nosso trabalho, que é muito difícil porque precisamos da colaboração das pessoas, precisamos que as pessoas abram a casa para os nossos agentes. Não é um serviço muito agradável porque os agentes apontam aqui e ali os problemas, mas é necessário porque eles levam o conhecimento”, pontua.

Durante o lançamento do projeto, foi montada uma mesa com exposição de larvas do Aedes aegypti (desde o ovo até o mosquito adulto), brinquedos feitos com material reciclável e que comumente acabam virando criadouros, banners com informações sobre o combate ao vetor da dengue, da zika e da Chikungunya. Além disso, houve distribuição de panfletos e cerca de 10 agentes de combate a endemias da região Norte marcaram presença para chamar a atenção de todos que passavam pelo local. 

A estudante Isadora Christ Sarris, 12 anos, foi uma das pessoas que prestigiou a exposição e elogiou a iniciativa. “Achei muito legal e muito importante porque tem muitas pessoas que não sabem que tem que ter esse cuidado em casa. Inclusive a minha avó pegou chikungunya esses dias, já melhorou, mas todo o cuidado é pouco. Tem que cuidar, não deixar nada com água, ficar sempre de olho”, disse. 

10 minutos contra o mosquito

Durante o evento, o agente de combate a endemias, Hélio Simião de Almeida, que compõe o grupo de Educação em Saúde da UVZ, fez uma breve explanação sobre os “10 minutos contra o mosquito”, estratégia que tem sido utilizada para eliminar os criadouros. A ideia é mostrar que, ao reservar 10 minutos por semana para fazer a vistoria e limpeza do quintal, é possível prevenir as doenças transmitidas pelo inseto. “Dez minutos por semana são suficientes porque o ciclo de vida do mosquito leva de 7 a 9 dias, do ovo até ele se transformar em mosquito adulto”, explicou Hélio. 

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