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Delegado contesta defesa de Monique: “A única pessoa que foi calada foi o Henry”

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Henry Borel, morto aos 4 anos de idade; Mãe e padrasto são os principais suspeitos
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Henry Borel, morto aos 4 anos de idade; Mãe e padrasto são os principais suspeitos

O delegado titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), Henrique Damasceno, responsável pelo caso do menino Henry Borel, contestou o argumento da defesa de Monique Medeiros de que ela estaria sendo ‘calada’ devido à recusa da investigação de ouvir a nova versão da acusada. As informações são da CNN Brasil.

“O argumento de calar Monique é absolutamente descabido. Temos que considerar que ela foi devidamente ouvida em sede policial, como testemunha, por horas. E terá pelo menos duas oportunidades para se manifestar em juízo. A única pessoa que foi calada nessa história toda foi o Henry. Ele foi calado, pediu ajuda e não foi ouvido. Ela, não. Teve a oportunidade de se manifestar”, afirmou o delegado.

O delegado ainda lembrou que a professora solicitou que a babá apagasse as mensagens de seu celular e negasse às autoridades que sabia do assunto que envolveu a morte do garoto. 

Damasceno afirma que Monique poderia ter se manifestado na primeira ação de busca e apreensão na sua casa, mas esta não quis se manifestar. 

Monique e Dr. Jairinho foram indiciados por homicídio duplamente qualificado. O vereador também foi indiciado por outros dois episódios de tortura a Henry em fevereiro deste ano.

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A crise a ser enfrentada

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 UFRJ sofre com a falta de recursos
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UFRJ sofre com a falta de recursos

Rio de Janeiro é um dos estados brasileiros com uma das mais sofisticadas bases acadêmicas da América Latina. No sentido oposto dos países mais avançados, o Governo Federal não reconhece como deveria a importância do ensino universitário para o futuro estratégico do Brasil. A melhor maneira de atestar este problema são os cortes no Orçamento da União que já representam graves consequências para áreas fundamentais como a Saúde, Educação, Ciência e Tecnologia.

Nem mesmo a pandemia consegue justificar o desprezo pelo conhecimento que se constata neste momento. Recentemente, a reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Pires, alertou para o risco do fechamento da instituição e revelou que “orçamento discricionário aprovado pela Lei Orçamentária para a UFRJ em 2021 é 38% daquele empenhado em 2012”.

MAIS CORTES

Estudo minucioso realizado pelo doutor e economista Bruno Moretti, ex-secretário executivo adjunto do Ministério da Saúde e Secretário executivo Adjunto da Casa-Civil da Presidência da República, mostra que ancorado na justificativa de estarmos diante de uma delicada situação fiscal, a redução de investimentos seria o único caminho.

Sem a faca oficial, para 2021 já teremos uma redução de 8% no PIB de despesas necessária sem relação a 2020. Os gestores, e não só os da academia, ainda não sabem como agirão diante dos chamados gastos extraordinários: cerca de R$ 100 bilhões. Menos de 20% em relação ao gasto em 2020 (R$ 524 bilhões).

Você viu?

É preciso não esquecer a distribuição dos recursos : ampliação do orçamento para investimentos e pessoal, mais R$ 18,5 bilhões em emendas de relator. O que se vê é que o veto de quase R$ 300 milhões no orçamento do Ministério da Ciência e Tecnologia será um prejuízo imenso e de difícil reposição nos próximos 10 anos.

Compensação dos recursos hídricos

Rio de Janeiro recebeu quase R$ 4 milhões em Compensação Financeira pela Utilização dos Recursos Hídricos (CFURH) pela energia gerada em hidrelétricas de Furnas, em 2020.

Valor foi pago pela empresa à Aneel, que distribuiu montante arrecadado entre a administração estadual e dos municípios de Resende (R$ 1,8 milhão), Três Rios (R$ 1,8 milhão), Itatiaia (R$ 431 mil) e Sapucaia (R$ 72 mil), localizados na área de influência dos reservatórios das hidrelétricas da companhia, como a Usina de Funil e Simplício.


Campanha contra furto de combustíveis

Petrobras lança campanha publicitária para a população ter mais conhecimento sobre riscos do furto de combustíveis em dutos. Ideia é criar o Movimento “Juntos Contra o Roubo nos Dutos”, com intuito de incentivar a população a colaborar, através do telefone 168, com denúncias sobre atividades criminosas nos dutos.

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