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“Deixa eu morrer, problema é meu”, diz Bolsonaro sobre não se vacinar

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“Deixa eu morrer, problema é meu”, diz Bolsonaro sobre não se vacinar

presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou em sua última live, na quinta-feira (02), que não se vacinou contra o novo coronavíruse que não possui a intenção de tomar o imunizante. “Deixa eu morrer, problema é meu”, afirmou o mandatário.

“Eu vejo –acompanho mídias sociais e o pessoal mostra para mim– muita gente de esquerda, em especial, querendo a minha morte. Se quer a minha morte, por que fica querendo exigir que eu tome a vacina? Deixa eu morrer, problema é meu, tá?”, disse o chefe do Executivo federal.

Desde o dia 3 de abril, o presidente Bolsonaro já encontra-se apto a receber o imunizante no Distrito Federal – faixa de idade em que os munícipes de 66 anos podem se imunizar. O mandatário, entretanto, afirma que não tomou a vacina.

Bolsonaro aproveitou a transmissão para questionar o pedido da Pfizer a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que busca a liberação da aplicação das vacinas contra o covid-19 nas criança de 6 meses a 5 anos. De acordo com o presidente, trata-se de uma “decisão complicada para qualquer pai”.


“Não vou entrar em detalhes se Anvisa vai aprovar ou não, até porque não tenho qualquer ação diante da Anvisa. A Anvisa é independente, mas eu perguntaria para a Anvisa isso continua na bula da Pfizer ‘não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral’?”, finalizou.

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Temer diz que Simone Tebet é ‘candidata para valer’

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Simone Tebet e ex-presidente Temer se encontram em São Paulo
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Simone Tebet e ex-presidente Temer se encontram em São Paulo

O ex-presidente Michel Temer defendeu nesta quinta-feira a pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS) contra a polarização representada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Lula (PT). Após receber a senadora em seu escritório em São Paulo, Temer afirmou que Tebet tem atributos para “pacificar” o país e que é “candidata para valer”.

A declaração de apoio do ex-presidente à senadora vem num momento em que a maior parte dos caciques estaduais do MDB estão divididos entre o apoio a Lula ou Bolsonaro.

Apesar das dificuldades internas na sigla, a pré-campanha de Tebet foi encampada pelo presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, que é muito próximo de Temer. O encontro com Temer foi uma espécie de pontapé inicial da pré-campanha da senadora em São Paulo que busca se tornar conhecida nacionalmente para tentar viabilizar seu nome.

— Hoje a senadora Simone Tebet, com a conversa que nós tivemos, é candidata pra valer, para levar adiante. A primeira coisa é o candidato a presidente pretender ser candidato a presidente. Ela tem essa disposição e portanto será candidata do partido — afirmou Temer, que ainda acrescentou: — Ela (Tebet) é uma pessoa centrada, que obedece à constituição, que sabe quais são os critérios constitucionais a serem obedecidos, especialmente aqueles que buscam a pacificação, a harmonia entre os poderes e a tranquilidade dos brasileiros.

Nos últimos dias, o ex-presidente ouviu apelos de figuras históricas do PSDB em defesa da candidatura da senadora. A voz mais enfática até agora foi o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), cujo grupo político foi derrotado nas prévias da sigla pelo governador João Doria, mas que ainda assim não veem viabilidade na candidatura do paulista ao Palácio do Planalto. Nos próximos dias, Tebet deve se encontrar com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, derrotado nas prévias tucanas.

Aliados de Doria, no entanto, avaliam Tebet poderia compor uma chapa com o governador, mas como vice. Doria já se encontrou com a senadora anteriormente e tem dito que gostaria de uma mulher para sua vice.

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