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Defesa de Monique reforça ‘comportamento padrão de violência’ por Jairinho

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A nova defesa de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, diz que ela sofria violência física do vereador Dr. Jairinho
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A nova defesa de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, diz que ela sofria violência física do vereador Dr. Jairinho

A defesa de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, que morreu aos 4 anos, reforçou, em nota divulgada neste sábado, dia 17, que enxerga uma “repetição de um comportamento padrão de violência” em Dr. Jairinho, que era padrasto do menino e agora é suspeito por sua morte.

Os advogados Thiago Minagé, Hugo Novais e Thaise Mattar Assad declararam ainda que a professora deve ser ouvida novamente pela polícia, por ter “tanto a esclarecer”.

— A nossa estratégia é que ela diga a verdade. A prisão de Monique foi a melhor coisa que aconteceu, foi a libertação contra a opressão e o medo. E a Monique precisa ser ouvida, até agora ela não falou por ela — disse a advogada Thaise Mattar na quarta-feira, dia 14.


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Leia abaixo, na íntegra, a nota emitida pela defesa da professoa:

“Dentro do objetivo de atuar com a verdade, a defesa da Sra. Monique Medeiros, insiste na necessidade da sua nova audição pelo Senhor Delegado de Polícia que preside o Inquérito e faz um público apelo, para a referida Autoridade Policial, neste sentido. Se várias pessoas foram ouvidas novamente, não tem sentido deixar de ouvir Monique. Logo ela que tanto tem a esclarecer. Não crê a defesa que exista algum motivo oculto para ‘calar Monique’ ou não se buscar a verdade por completo.

A defesa observou, do estudo dos novos elementos do Inquérito, que há repetição de um comportamento padrão de violência contra mulheres e crianças. Neste lamentável caso, a diferença foi a morte da criança”.

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Casal é encontrado morto em banheiro de apartamento na Zona Sul do RJ

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Casal foi encontrado morto em banheiro de apartamento no Leblon, Rio de Janeiro
Montagem feita com fotos de redes sociais

Casal foi encontrado morto em banheiro de apartamento no Leblon, Rio de Janeiro


Um casal foi encontrado morto em apartamento no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro , nesta terça-feira (22). Matheus Correia Viana e Nathalia Guzzardi Marques, ambos de 30 anos, estavam no box do banheiro de um imóvel na Rua Bartolomeu Mitre quando foram encontrados.

Suspeita-se de que tenham sido vítimas de vazamento de gás, devido ao aquecedor da água que fica no mesmo cômodo. Agentes da 14ª DP (Leblon) estavam no local, até o início da madrugada desta quarta-feira (23), aguardando a chegada da equipe de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), da Polícia Civil.

Nathalia estava desaparecida desde ontem. Parentes e amigos já haviam divulgado cartazes em redes sociais em busca de informações. A família se preocupou porque Nathalia é sócia de uma clínica na Freguesia, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, e não desmarcou os pacientes agendados para esta terça-feira nem apareceu no trabalho. Segundo um cartaz que foi divulgado pela família em redes sociais, o último contato de Nathalia havia sido feito por volta das 16h do dia 21, segunda-feira.


De acordo com a assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros, o quartel da Gávea chegou a ser acionado às 22h29 por uma pessoa, que relatava haver dois jovens desacordados no imóvel. Minutos depois, no entanto, outra ligação cancelava o chamado e informava sobre a morte das vítimas.

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