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Defendido por bolsonaristas, professor do Incor entra na mira para a Saúde

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Apesar de negar pedido de demissão, Pazuello está com os dias contados no Ministério da Saúde; O cardioligista José Franchini Ramires e Ludhmila Hajjar são os mais cotados para assumir a pasta
O Antagonista

Apesar de negar pedido de demissão, Pazuello está com os dias contados no Ministério da Saúde; O cardioligista José Franchini Ramires e Ludhmila Hajjar são os mais cotados para assumir a pasta

O cardiologista e professor do Instituto do Coração (Incor), José Antonio Franchini Ramires , entrou na mira do Planalto como um dos nomes que podem assumir o lugar do general Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde . As informações são do jornalista Igor Gadelha, da CNN Brasil.

O médico é, no momento, o nome preferido da ala ideológica do governo Bolsonaro. Isso porque Ramires seria mais “alinhado” aos ideais do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Outro possível nome, o da também cardiologista Ludhmila Hajjar, passou a ser criticado pelos bolsonaristas. Defensora do isolamento social e crítica da cloroquina, a médica, que se encontrou neste domingo (14) com o Jair Bolsonaro, teria chamado o presidente de “psicopata” em uma gravação antiga.

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Minas e Energia discute crise hídrica

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Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Baixo nível da hidrelétrica de Sobradinho (BA) em 2017
Baixo nível da hidrelétrica de Sobradinho (BA) em 2017

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados debate, nesta quarta-feira (23), com o ministro do setor, Bento Albuquerque, medidas para enfrentar a crise hídrica no País. O debate foi proposto pelos deputados Christino Áureo (PP-RJ), Carlos Zarattini (PT-SP) e Danilo Forte (PSDB-CE).

“Observo que desde meados de abril vários especialistas vêm alertando para os riscos de desabastecimento de energia por conta da falta de chuvas, com o temor que se repita no ano de 2021 a mesma crise energética que já afetou o Brasil em outros períodos da década dos anos 2000”, justifica Christino Áureo.

“Ressalta-se que essa crise é uma realidade e começou a reverberar no orçamento dos brasileiros, já tão sofridos com os impactos da pandemia, onde a tarifa de energia elétrica já escalou para a bandeira mais cara [vermelha dois]”, destaca Danilo Forte.

“As medidas anunciadas pelo governo – como a criação de comitês de emergência e medidas de racionamento elétrico nos próximos meses – indicam que houve falhas de planejamento e de coordenação, que necessitam ser imediatamente averiguadas e esclarecidas perante a sociedade”, afirma Zarattini.

O ministro esteve na comissão no mês passado quando garantiu que, apesar do baixo volume de chuvas desde setembro de 2020, não vai faltar energia neste ano.

A reunião acontece no plenário 14, às 10 horas.

Da Redação – CL

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