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Datena perde a paciência ao vivo: “Eu adoro briga e não tenho medo de ninguém”

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José Luiz Datena, apresentador do “Brasil Urgente” , perdeu a paciência nesta segunda-feira (03). Logo no início do programa, o jornalista resolveu mandar uma indireta para alguém, sem especificar o nome.  

“Antes de começar qualquer conversa, eu queria mandar um recado para quem possa interessar. Eu adoro uma briga. Briga pra mim é zona de conforto, principalmente se for brigando pelo povo. Eu vou pro pau e não tenho medo de ninguém. Pronto e acabou! Já entenderam bem o recado, não? Sirva pra quem servir. Eu adoro uma briga e tem outra coisa: Ninguém cala minha boca não. Não adianta porque eu não calo minha boca mesmo”, bradou Datena .

Mesmo não citando nomes, não é de hoje que o apresentador do “Brasil Urgente” alfineta ou bate de frente com grandes personalidades políticas, como João Doria (PSDB-SP), Jair Bolsonaro (sem partido), Paulo Guedes (ministro da Economia), entre outros. Assista ao vídeo. Minutagem: 33h45.


Fonte: IG GENTE

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Âncora da CNN é acusada de desejar morte de policiais ao vivo

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Âncora da CNN detona com fala polêmica, é acusada de desejar morte de policiais ao vivo: “Só um?”
Fernando Lopes

Âncora da CNN detona com fala polêmica, é acusada de desejar morte de policiais ao vivo: “Só um?”

A jornalista Daniela Lima, âncora na CNN Brasil , foi atacada nas redes sociais após ter comentado a  chacina em Jacarezinho, uma operação realizada na última quinta-feira (6) pela polícia que deixou 28 mortos, entre elas a de um policial.


Na CNN Brasil, Daniela Lima ironizou o desequilíbrio nas mortes no confronto. “Vinte e cinco mortos, um policial e o discurso da polícia é que estava todo mundo fortemente armado. Aparentemente, estavam armados mas não sabiam matar, né? Porque eram 24 armados e mataram só um do outro lado, mas morreram todos esses”, disse.

O nome da âncora foi parar entre os assuntos mais comentados, com muita gente, especialmente defensores do presidente Jair Bolsonaro, criticando Daniela Lima. Os internautas classificaram o comentário como infeliz e levantaram a tese de que a jornalista estaria defendendo a morte dos policiais, o que ela negou.

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“Pelo visto há um esforço de distorção. Então vou responder aqui e só. Operação que tem que prender 21, deixa quase 30 mortos e prende 6 não pode ser considerada eficaz. Obviamente estou questionando a tese de confronto, como também fez o STF. Eu, ao contrário de alguns, não queria ninguém”, explicou a âncora no Twitter.

Ela continua ao afirmar que em nenhum momento quis minimizar a morte do policial. “Rogo por um país em que a polícia não tenha que matar e muito menos morrer. Que tenha condições de, com segurança, cumprir a lei, prender quem deve ser preso”, continua.

“O ‘só’ não exprime , por óbvio, qualquer desejo de que mais homens da lei tivessem morrido. Apenas tentei, e aparentemente não consegui, mostrar que os números colocam em dúvida a hipótese do confronto”, conclui.


Fonte: IG GENTE

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