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DataFolha: Maioria dos brasileiros são contra militares em eventos políticos

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Pesquisa Datafolha mostra que a maioria dos brasileiros são contra a presença de militares em eventos políticos
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Pesquisa Datafolha mostra que a maioria dos brasileiros são contra a presença de militares em eventos políticos

Pesquisa Datafolha, publicada na noite do último domingo (11) pelo jornal Folha de S.Paulo, aponta que 62% dos brasileiros adultos são contrários à participação de militares em manifestações políticas . A polêmica sobre o tema surgiu desde a participação do general Eduardo Pazuello , ex-ministro da Saúde, numa ato a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), no Rio.

Segundo ainda a pesquisa, 39% dos entrevistados aceitam a presença de militares nesse tipo de evento, enquanto 4% não souberam opinar. O Estatuto dos Militares e o regulamento do Exército não permitem militares da ativa em qualquer tipo de manifestação política. Apesar da proibição, Pazuello não foi punido, e o Exército ainda impôs 100 anos de sigilo para o processo admiistrativo que absolveu o ex-ministro .

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Os jovens (46%) e aqueles que ganham entre 5 e 10 salários mínimos (41%) são os que mais apoiam representantes das Forças Armadas em ações políticas.

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Sobre militares da ativa ocupando cargos no governo – dos 23 ministros, por exemplo, sete são militares – a maioria das pessoas ouvidas pelo Datafolha é contra: 58% acreditam que não deveriam estar no governo (eram 52% em maio de 2020 e 54% em maio deste ano); 38% concordam (eram 43% em maio de 2020 e 41% em maio deste ano); e 4% não sabem opinar (eram 5% em maio de 2020 e 5% em maio deste ano).


Atualmente, uma proposta de emenda constitucional está em análise na Câmara dos Deputados e, se aprovada, pode vir a proibir que militares da ativa atuem em funções da administração pública.

A pesquisa ouviu 2.074 pessoas com mais de 16 anos nos dias 7 e 8 de julho. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

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Sucessor de Merkel será escolhido hoje; o que esperar das eleições na Alemanha

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 Angela Merkel
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A Alemanha vai às urnas neste domingo (26) para escolher o sucessor da chanceler Angela Merkel, após ela ocupar o cargo por 16 anos. As pesquisas indicam vitória do SPD, de Olaf Scholz. Estas deverão ser as eleições mais concorridas dos últimos anos no país.

A questão ambiental é uma das que mais tem marcado a campanha eleitoral. As greves climáticas no país têm sempre muita participação e vários movimentos têm colocado o tema nas ruas para que não seja ignorado.



O “Fridays for future” é um desses movimentos e Leonie Bremer é uma das ativistas que mais se tem destacado na luta contra as alterações climáticas.São três os candidatos que podem ocupar o lugar que vai ser deixado por Angela Merkel.

Com as pesquisas a separá-los por pouco pontos, nenhum parece entusiasmar muito os alemães, que estão divididos entre Armin Laschet, da CDU de Merkel, Olaf Scholz, do SPD, atual ministro das Finanças no governo de coligação, e Annalena Baerbock dos Verdes.

Nos últimos três debates entre os principais candidatos, Olaf Sholz foi considerado vencedor numa pesquisa feita imediatamente após a discussão.

Ganhe quem ganhar, parece ser certo que vão ser necessários pelo menos três partidos para formar governo, já que dificilmente se repetirá a coligação que agora está no poder entre a CDU e o SPD.

Democratas cristãos e sociais-democratas parecem não se entender e procuram aliados. Os Verdes aparecem como boa solução, nos dois casos, mas ainda não se sabe quem será o terceiro partido a fazer parte do governo.Sete partidos têm representação parlamentar.

A Alemanha tem uma espécie de clausula de barreira sobre a entrada na câmara de debates, e os partidos precisam atingir 5% dos votos para evitar que partidos extremistas, por exemplo, consigam eleger parlamentares.

* Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

Fonte: IG Mundo

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