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Dallagnol pede ‘isonomia’ em defesa sobre diárias da Lava-Jato

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Deltan Dallagnol tentou colocar aliado no lugar de Sergio Moro na Lava Jato, diz site
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Deltan Dallagnol tentou colocar aliado no lugar de Sergio Moro na Lava Jato, diz site

O ex-procurador da República e pré-candidato a deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) apresentou sua defesa ao Tribunal de Contas da União (TCU) no processo que apura denúncias questionando os gastos na Operação Lava-Jato. O TCU investiga o pagamento de diárias, passagens e gratificações dadas a procuradores durante a operação.

Em sua defesa, Dallagnol aponta necessidade de produção de provas, e afirma que faltam “elementos suficientes” para abrir uma investigação. Ainda segundo Dallagnol, não foram constatados indícios de “atos antieconômicos”. Segundo o texto da defesa, Dallagnol não se enquadra entre os nomes que propuseram o modelo da força-tarefa adotado pela Lava-Jato e, por isso, não poderia ser responsabilizado. A defesa do ex-procurador pede “isonomia e impessoalidade” ao afirmar que há outros “ordenadores de despesa” e procuradores que poderiam ser beneficiados pelos gastos da operação, mas que não constam no processo.

O processo administrativo foi representado pelo subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Furtado, e de parlamentares que questionavam os gastos com diárias e passagens da Operação Lava-Jato. A defesa de Dallagnol considera Furtado um representante “parcial” para julgar o caso.

O processo foi retomado no último sábado após o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, derrubar a decisão da Justiça Federal no Paraná de suspender as investigações. A expectativa é que a decisão saia antes das convenções partidárias, que começam em 20 de julho. Caso Dallagnol seja condenado por corte de contas, a Lei da Ficha Limpa determina inelegibilidade de oito anos para agentes públicos.

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Fonte: IG Política

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POLÍTICA NACIONAL

Eleições: Bolsonaro registra candidatura no TSE e declara patrimônio

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Jair Bolsonaro (PL)
Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro (PL)

presidente Jair Bolsonaro (PL) registrou nesta terça-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sua candidatura à reeleição. Ao TSE, Bolsonaro declarou ter um patrimônio de R$ 2,3 milhões, mesmo valor que havia declarado à Corte em 2018, quando se elegeu.

O ex-ministro da Defesa Walter Braga Netto, que é general da reserva do Exército, foi registrado como candidato a vice. Bolsonaro e Braga Netto estão filiados ao PL.

Entre os principais candidatos à Presidência, Bolsonaro foi o último a registrar sua candidatura. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Simone Tebet (MDB) protocolaram o registro no sábado. Já Ciro Gomes (PDT) apresentou seu pedido na segunda-feira.

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