Energia Solar

Cuiabá ultrapassa Rio de Janeiro e assume 2ª colocação do ranking de GD fotovoltaica

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Por Mateus Badra

Segundo último levantamento realizado pela ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), Cuiabá (MT) assumiu a segunda colocação do ranking municipal de GD (geração distribuída) no Brasil.

Os dados apontaram que a cidade atingiu 41,6 MW de potência instalada neste mês de outubro, um crescimento de quase 25% frente aos 33,7 MW registrados em setembro. A capital do estado de Mato Grosso ultrapassou o Rio de Janeiro, que possui 37,4 MW de potência.

“Cuiabá teve um salto importante. A geração de energia solar distribuída no município equivale a 1,1% de toda a potência fotovoltaica instalada no país. Importante também dizer que, com isso, desde 2012, já são mais de R$ 200 milhões em investimentos acumulados realizados pelos cuiabanos e pelo setor solar na tecnologia da cidade”, destacou Rodrigo Sauaia, CEO da ABSOLAR.

“No total, são mais de 1.200 empregos já gerados para a população, ajudando a agregar renda, inclusive, neste momento difícil da pandemia, em que o mercado continuou avançando com resiliência. Boas notícias para Cuiabá, para o estado do Mato Grosso e para a energia fotovoltaica que está ajudando a aliviar o bolso das empresas, população e também dos prédios públicos”, acrescentou o executivo.

De acordo com Sauaia, há ainda muito espaço ainda para Cuiabá avançar no uso dessa tecnologia. Por isso, a ABSOLAR está recomendando que o município estabeleça seu programa de desenvolvimento da energia solar, como fez, por exemplo, a capital do estado do Tocantins.

“Lá no Tocantins, Palmas desenvolveu seu programa Palmas Solar, que foi importante para o desenvolvimento da cidade. E Cuiabá pode avançar ainda mais construindo também seu programa de energia solar para incorporar cada vez mais essa tecnologia nas atividades e reduzir os custos com sustentabilidade”, concluiu o especialista.

Ranking de GD fotovoltaica

Segundo a ABSOLAR, em primeiro lugar permanece o município de Uberlândia, com 48 MW. A cidade mineira apresentou um crescimento de 15% em comparação com os 41,5 MW registrados no mês passado.

Já Fortaleza (CE) aparece na quarta colocação, com 38,8 MW, seguido de Teresina (PI), com 33,1 MW.

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AGRO & NEGÓCIO

MERCADO DE TRABALHO/CEPEA: Por ora, número de ocupados na agropecuária frente à covid-19 se normaliza

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Cepea, 30/11/2020 – Pelo menos por ora, o impacto da covid-19 sobre o número de pessoas ocupadas na agropecuária passou. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE, mostram que, no trimestre móvel encerrado em setembro (julho-agosto-setembro), 8,280 milhões de pessoas estavam ocupadas na agropecuária, sendo apenas 0,3% (ou 28 mil pessoas) abaixo do esperado para esse período, conforme modelo criado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

 

Segundo pesquisadores do Cepea, a tendência de redução do número observada desde o trimestre móvel encerrado em março já havia sido interrompida em julho e, desde a incorporação de informações de agosto, tem sido observada tendência de leve recuperação.

 

Assim, a queda no número de ocupados no trimestre móvel encerrado em setembro frente ao mesmo período de 2019 diminuiu de intensidade, sendo de apenas 2,7%. Vale lembrar que a taxa de queda chegou a ser de significativos 7,8%, observada na comparação entre abril-maio-junho de 2019 e de 2020.

 

COVID-19 – Em relatórios anteriores, as análises do Cepea indicaram que as quedas da população ocupada na agropecuária relacionadas à pandemia surgiram já em março, se acentuaram ao longo dos meses, chegando a seu ápice no trimestre móvel encerrado em maio, e se estabilizaram no trimestre encerrado em junho. Em julho, foi registrada a primeira e ainda leve melhora na situação, ao passo que no último relatório, que focava o trimestre encerrado em agosto, o modelo do Cepea apontou que o número de ocupados na agropecuária pôde ser considerado dentro da normalidade – indicando que o impacto da covid-19 poderia estar se dissipando.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de trabalho do agronegócio aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e com a pesquisadora Nicole Rennó: [email protected]

Fonte: CEPEA

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