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Cromoterapia com Cristais

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Sérgio Olens

Cromoterapia com Cristais

A Cromoterapia é a modalidade de Terapia Holística que utiliza a frequência vibracional das cores para promover o equilíbrio físico, mental, emocional e energético do ser humano. Através da aplicação das cores sobre pontos energéticos do corpo humano, o uso de alimentos, visualizações, entre outras formas de uso, é possível realizar um tratamento de forma integral ou até associar essa técnica com outras em potencial. É neste cenário que entra a participação dos cristais como ferramentas, sendo eles considerados a própria Luz Sólida.

Os cristais possuem como características principais e visíveis sua cor e luz. É comprovado e estudado na Cromoterapia que tudo absorve o espectro solar, e nos cristais essa condição é notória. Quando uma gema não absorve a luz, temos pedras incolores por exemplo. Existem pedras que absorvem em sua formação todo o espetro solar, como é o caso do cristal branco leitoso. Já algumas absorvem tom por tom, começando pelos mais escuros, como é o caso de pedras que são encontradas em diversas cores como jaspe vermelho e jaspe amarelo. As pedras negras fazem parte do grupo que absorveu o ultimo padrão de cor e já não assimila mais o espectro solar. Estas pedras são consideradas antigas, mais velhas do reino mineral, já que o negro não é ausência de cor, mas soma de todas, possuidoras de toda sabedoria.

Ao aplicarmos os cristais sobre os chakras, os centros de energias do corpo humano que também atuam e vibram em uma frequência de cor, ao ingerirmos o elixir de cristais, nas práticas de meditação com pedras ou até mesmo quando utilizamos um amuleto de cristal, estamos trabalhando com conjunto com a cromoterapia. E neste sentido podemos classificar basicamente as funções e correspondências dos cristais através das frequências cromáticas.

As Cores e seus Cristais Correspondentes:

Preto

Pedras negras são usadas para aterramento, limpeza energética e proteção, já que representam a terra e a estabilidade. Promovem foco, concentração e autocontrole. 

Cristais Negros: Turmalina Negra, Obsidiana e Ônix.

Vermelho 

A cor do sangue, do nascimento e da magia, é uma cor sagrada em diversas culturas. Pedras vermelhas são projetivas, muito ativas e  promovem um trabalho de proteção, força, poder, sexualidade, energia do corpo, coragem, força adicional. Usadas na cura do sangue. 

Cristais Vermelhos: Jaspe Vermelho, Granada e Rubi.

Laranja 

As pedras de cor laranja possuem a nuance do vermelho, porém, mais suaves. São pedras projetivas que trabalham o poder pessoal, autoestima, alegria e sorte.

Cristais Laranja: Calcita, Pedra do Sol e Cornalina.

Amarelo 

Pedras e minerais amarelos são também projetivos e trabalham a comunicação, inteligência, expressão. Aí entram também as pedras douradas, com alto poder energético. Os cristais amarelos, mesmo os mis intensos, trabalham sucesso, proteção, e na saúde são indicadas para digestão física e emocional, problemas do sistema nervoso e a pele. 

Cristais Amarelos: Citrino, Enxofre e Topázio Imperial.

Verde 

Cor da esperança, da fertilidade e da vida. As pedras verdes são receptivas usadas para cura e equilíbrio. Também usadas para prosperidade. 

Cristais Verdes: Quartzo Verde, Esmeralda e Malaquita.

Rosa 

Pedras cor-de-rosa são de alta frequência vibracional. São receptivas, usadas autoamor, tranquilizar, harmonizar. Usadas para atrair o amor, a paz e felicidade. Usadas na cura emocional. 

Cristais Cor-de-Rosa: Quartzo Rosa, Kunzita e Rodocrosita.

Azul 

As pedras regidas pela cor azul são receptivas e ligadas a paz e tranquilidade. Trabalham o sono, a pureza e a calma. Usadas na cura para tratar febres e inflamações. Muito usadas para purificação. 

Cristais Azuis: Larimar, Águia Marinha e Turquesa.

Azul Índigo 

São pedras receptivas e muito espirituais. Ligadas ao misticismo, meditação, trabalhos psíquicos, melhora o sono e desenvolvem o poder mental.

Cristais Azul Índigo: Sodalita e Lápis Lazúli.

Violeta

As pedras violetas são ótimas para transmutar padrões. Pedras usadas na cura de problemas na cabeça, depressões e tristezas.

Cristais Violeta: Ametista, Charoíta e Lepidolita.

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TEXTO:  Sérgio Olens | Terapeuta Holístico e Oraculista

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Fonte: IG Mulher

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“Elas se protegem”, diz mãe de gêmeas, uma delas com Síndrome de Down

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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela
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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela

Como muitas  mulheres , a dentista Renata Pinheiro, sonhava em ter filhos. Ela  engravidou aos 34 anos e teve uma bela surpresa: ao invés de um, eram dois bebês. “Nos exames de pré-natal eu e o meu marido descobrimos que seriam bivitelinos, pois elas tinham peso e tamanho diferentes.

Foi uma surpresa, uma alegria, mas também veio o medo de ser difícil financeiramente e de cuidar de duas crianças ao mesmo tempo”, conta. No nascimento, outra descoberta: Marina tinha Síndrome de Down e Marcela não. “No começo foi muito turbulento. Eu, mãe de primeira viagem, de duas meninas e cada uma com características individuais, me assustou”, diz.

Renata conta que ter uma filha com Síndrome de Down a fez descobrir toda uma área de conhecimento. “Aprendi sobre os direitos que estão na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, fiz cursos e participo de palestras. Mas os fatos que vivenciamos na rotina é que nos ensinam e nos fortalecem”, conta.

Além de buscar informação por conta própria, ela conta que também encontra apoio para em grupos de mães e famílias com crianças com a mesma condição. “Faço parte de grupos de mães que vivem realidades parecidas e é muito bom. A sociedade precisa se preparar, tanto no aspecto físico e estrutural quando no pessoal. As pessoas com deficiência estão aí e têm o direito de estarem em todos os lugares”, afirma.

Essa rede de apoio, somada ao acolhimento que recebe de sua família, foram fundamentais para que ela soubesse lidar com situações de preconceito envolvendo a filha. “Já tive matrícula recusada em escola particular e na escola de natação da cidade. Nesse período eu era imatura frente a discriminação, mas hoje sei reinvidicar e lutar pelos direitos dela”, conta Renata, que já venceu um processo contra uma empresa de recreação por discriminação. 

“Infelizmente sei que novos absurdos podem acontecer, porém, eu tenho que prepará-la para a sociedade. A sociedade que não está preparada para ela”, diz. 

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Mesmo com as diferenças, a criação das duas é a mesma. A única diferença é que Marina faz acompanhamento com uma fonoaudióloga e psicopedagoga. “Para as duas, mantemos a mesma rotina, exigimos disciplina e buscamos que sejam educadas dentro dos nossos critérios. As duas fazem as mesmas atividades, só isso que difere mesmo”, conta.

Felizmente, o preconceito não abala as relações familiares e a amizade entre as irmãs Marina e Marcela, hoje com oito anos. “As duas são muito companheiras. Estão na fase de ‘ranhetice’, mas elas se protegem. Uma briga com a outra, mas não venha ninguém falar ou brigar com uma que a outra a defende”, conta. 

Fonte: IG Mulher

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