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CPI: Maximiano diz estar em quarentena e pede para remarcar depoimento novamente

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Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos
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Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos

Os advogados do empresário Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos , informou já ter retornado ao Brasil, mas pediu à CPI da Covid um prazo de 14 dia para que possa prestar depoimento. Segundo a defesa, esse tempo é necessário para que ele passe por uma quarentena. O pedido é para que ele seja ouvido depois do dia 17 de agosto. A Precisa representava no Brasil o laboratório indiano Bharat Biotech, que desenvolveu a vacina Covaxin.

O depoimento estava previsto para acontecer nesta semana, mas a defesa já tinha informado a CPI que ele estava em viagem à Índia. Assim, o interrogatório foi desmarcado. Antes, os advogados haviam informado que ele retornaria em 9 de agosto e pediam para remarcar o depoimento no dia 10, sem mencionar a necessidade de quarentena .

“Em manifesta demonstração de boa-fé, o requerente [Maximiano] antecipou seus compromissos na Índia, país de origem da variante delta do coronavírus, e retornou para o Brasil, na data de ontem, para evitar maiores transtornos na agenda desta comissão. Uma vez que o referido depoimento foi desmarcado e nem o requerente nem a defesa foram notificados, até o presente momento, de nova data para o ato, estes subscritores informam a essa douta comissão que, nos termos da portaria nº 655/2021 da Anvisa, o requerente foi posto em quarentena com isolamento assim que desembarcou no país, pelo prazo de 14 (quatorze) dias”, diz trecho do documento entregue nesta quarta-feira pela defesa à CPI.

A Precisa era a parceira do laboratório indiano Bharat Biotech, que desenvolveu a Covaxin, a vacina contra a Covid-19 mais cara a ter negócio fechado com o Ministério da Saúde. O negócio entrou na mira da CPI e, após suspeitas de irregularidade, acabou suspenso. Em julho, a Bharat anunciou o fim do acordo com a Precisa e disse não reconhecer a autenticidade de dois documentos enviados pela empresa brasileira ao Ministério da Saúde com uma suposta assinatura do laboratório indiano.

A Precisa diz que não falsificou os documentos e apontou que apenas enviou o que lhe foi repassado por uma outra empresa parceira da Bharat Biotech. Segunda a defesa de Maximiano, foi a suspensão do negócio com o laboratório que levou o empresário à Índia.

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Saúde informa que Queiroga trocará hotel de luxo por outro mais barato

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Saúde informa que Queiroga trocará hotel de luxo por outro mais barato
Divulgação/Agência Senado/Jefferson Rudy

Saúde informa que Queiroga trocará hotel de luxo por outro mais barato

Ministério da Saúde informou que o ministro Marcelo Queiroga trocará a hospedagem de seu hotel, nesta sexta-feira (24), durante o período de sua quarentena em Nova York, nos Estados Unidos, para outro com custo menor. Segundo a pasta, o valor da estadia não será pago com recursos públicos. As informações são do portal Uol.

Caso continuasse no hotel Intercontinental Barclay até o fim do seu isolamento de 14 dias, o custo totel poderia chegar a R$ 140 mil. Destes, cerca de R$ 50 mil teria de ser pago com recursos do próprio ministro. De acordo com o ministério, Queiroga não utiliza o cartão corporativo de uso dos ministros de Estado.

O quarto mais em conta é oferecido pelo Barclay por US$ 448, ou R$ 2.361, e possui apenas uma cama queen-size, com superfícies de mármore polido e um guarda-roupas. Nas paredes, obras de arte da Escola do Rio Hudson.

A logística de deslocamento não foi informada pelo poder público, mas a pasta ressaltou que o ministro “seguirá todos os protocolos sanitários” adotados nos Estados Unidos para barrar a disseminação do novo coronavírus.


O cardiologista, que integrava a comitiva presidencial que participou da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), foi diagnosticado com novo coronavírus antes de retornar ao Brasil. O deputado Eduardo Bolsonaro, que, assim como o ministro, foi a ONU através da comitiva presidencial, também foi testou positivo para a doença.

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