POLÍTICA NACIONAL

CPI da Covid chama Ernesto Araújo, Pfizer e Butantan; veja próximos depoimentos

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CPI da Covid ouviu o ex-ministro da Saúde Nelson Teich nesta quarta-feira (5)
Jefferson Rudy/Agência Senado

CPI da Covid ouviu o ex-ministro da Saúde Nelson Teich nesta quarta-feira (5)

O presidente da CPI da Covid , senador Omar Aziz (PSD-AM), anunciou nesta quarta-feira (5) os próximos depoimentos que serão colhidos na semana que vem. A confirmação foi feita pelo parlamentar após o fim da oitiva do ex-ministro Nelson Teich . Entre os nomes está o do ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo .

Veja o calendário da CPI da Covid nos próximos dias:

  • 6 de maio (quinta-feira): Marcelo Queiroga, atual ministro da Saúde
  • 11 de maio (terça-feira): Fábio Wajngarten, ex-secretário especial de Comunicação da presidência, e Pfizer
  • 12 de maio (quarta-feira): Fiocruz e Instituto Butantan
  • 13 de maio (quinta-feira): Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores, e representantes da Sputnik V

Ao comentar a convocação de Ernesto Araújo, Aziz disse que ela se justifica por conta do comportamento que o Brasil teve em sua política externa em relação à China. Em sua gestão, o ex-chanceler fez várias críticas ao país asiático. 

“Um parceiro como a China não dá para desprezar, seja como mercado ou para a compra de insumos. Nós estamos falando não só da vacina, mas de uma coisa muito mais importante”, afirmou o senador, ao dizer que o Brasil fez “ataques permanentes” à China. “Não é só o vírus que vai matar brasileiro”, completou Aziz.

O presidente da CPI ainda falou sobre a possibilidade de convocar o ministro Paulo Guedes , que comanda a pasta da Economia. “Pelo que ouvimos hoje do ex-ministro Nelson Teich, não faltaram recursos para o combate à pandemia. Ele foi muito solícito”, disse o senador.

Para o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI, o motivo para uma eventual convocação de Guedes seria por conta das recentes declarações dele, às quais Renan chamou de “estapafúrdias”.

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POLÍTICA NACIONAL

Em carta à CRE, Vaticano apoia quebra de patentes de vacinas

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A senadora Kátia Abreu (PP-TO) leu, durante a sessão plenária desta quarta-feira (23), a mensagem enviada pelo Vaticano à Comissão de Relações Exteriores do Senado (CRE), da qual ela é a presidente. A mensagem é uma resposta à carta que a CRE tinha enviado ao papa Francisco, solicitando que ele intercedesse pelo povo brasileiro neste momento de “grande tribulação” provocado pela pandemia. Nessa resposta, assinada pelo secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, defende-se a remoção de obstáculos à vacinação contra a covid-19, como os relacionados ao “nacionalismo fechado” e às patentes.

“O Santo Padre, outrossim, vê com favor a promoção do direito universal às vacinas anticovid-19, como manifestado recentemente ao afirmar que uma variante desse vírus é o nacionalismo fechado que impede, por exemplo, um internacionalismo das vacinas. Outra variante é quando colocamos as leis do mercado ou da propriedade intelectual acima das leis do amor e da saúde da Humanidade”, diz o texto.

A carta também destaca que o papa Francisco ora pelo Brasil, que está em “situação tão desafiadora”. E reitera a proximidade do papa “a todas as centenas e milhares de famílias que choram a perda de um ente querido. Jovens, idosos, pais e mães, médicos e voluntários, ministros sagrados, ricos e pobres, vítimas dessa doença que não exclui ninguém em seu rastro de sofrimento”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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