Saúde

Covid: Vacinação infantil depende de dados da Pfizer contra a Delta, diz Anvisa

Publicados

em


source
Covid: Vacinação infantil depende de dados da Pfizer contra a Delta, diz Anvisa
Reprodução: Google/licenciáveis

Covid: Vacinação infantil depende de dados da Pfizer contra a Delta, diz Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisará dados de eficácia e de segurança da  vacina da Pfizer contra a variante Delta antes de decidir se inclui crianças de 5 a 11 anos na bula do imunizante. Essas informações já foram enviadas ao Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos.

Dados de farmacovigilância e relatório de casos miocardite e pericardite na faixa etária, entre outros, também foram solicitados. A Pfizer entregou o pedido em 12 de novembro, que tinha 30 dias para ser avaliado. O prazo, contudo, foi pausado no último dia 23, quando a Anvisa pediu informações adicionais.

De acordo com o pedido, a dosagem da vacina será reduzida a um terço, com base em resultados de pesquisa. O laboratório propôs fabricar frascos de cores diferentes para especificar o que será destinado a cada público. Nessa esteira, a agência afirma que precisará analisar a qualidade e a estabilidade, como data de validade e condições de conservação.

Leia Também

A deliberação dependerá da entrega das informações solicitadas pela Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED) da Anvisa. Enquanto isso, o processo segue em análise:

“Enquanto a Anvisa aguarda o cumprimento das exigências técnicas, o processo não fica parado na Agência. Os dados apresentados continuam em avaliação, entretanto os prazos para a decisão são suspensos, até que a empresa entregue os dados solicitados. (…) A Anvisa busca tratar todas as questões de segurança antes de autorizar uma vacina para crianças, os estudos de segurança são contínuos, ou seja, a vacina é monitorada indefinidamente após a sua autorização”, informa, em nota.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Propaganda

Saúde

Estudo comprovou a relação entre dinheiro e a felicidade; entenda

Publicados

em


source
Maiores rendas estão associadas a mais felicidade e bem-estar
Reprodução

Maiores rendas estão associadas a mais felicidade e bem-estar

Um estudo feito pelo pesquisador Matthew A. Killingsworth da The Wharton School, da Universidade da Pensilvania, vai de encontro à crença de que “dinheiro não traz felicidade”. O trabalho, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, concluiu que quanto mais dinheiro você tem, mais feliz você provavelmente será.

A pesquisa foi feita com dados de renda e classificações de felicidade do aplicativo Track Your Happiness. Ao longo do dia, os usuários eram convidados a responder à pergunta “como você se sente agora?”, cujas opções de respostas eram “muito mal” a “muito bem”. Também foi feita a pergunta “no geral, quão satisfeito você está com sua vida?”, com respostas em uma escala de “nada” a “extremamente”.

Foram coletados dados de 1.725.994 relatórios de bem-estar feitos por 33.391 adultos em idade ativa, com emprego e que vivem nos EUA. Killingsworth descobriu que a relação entre os níveis de renda e felicidade era bastante linear, tanto em termos de bem-estar experimentado (com base em quão bem se sentiram quando solicitados ao longo do dia) e satisfação com a vida.

O estudo era quantitativo, mas Killingsworth propôs uma série de explicações sobre por que existe essa relação entre renda e bem-estar e satisfação com a vida.

Leia Também

“Uma possibilidade é que as pessoas gastem dinheiro para reduzir o sofrimento e aumentar o prazer, e que o dinheiro que sobra seja aplicado de forma diferente dependendo da renda”, escreveu ele no estudo. O autor explicou no trabalho que pessoas com renda aproximada de U$ 80 mil anuais apresentaram menos sentimentos negativos. Ele ainda apontou mais uma possibilidade, de que “a mudança de renda baixa para moderada possa ser especialmente útil para evitar (ou mitigar) as causas do sofrimento”.

Ou seja, quanto mais renda disponível você tiver, mais poderá gastar para se sentir menos triste (ou mais feliz). O estudo não conseguiu encontrar um ponto de corte para a relação entre dinheiro e bem-estar (não estabeleceu a partir de quais valores  a renda começa ou não a influenciar no bem-estar).

“Também não havia um limite de renda no qual o bem-estar experimentado e satisfação com a vida divergisse. Em vez disso, rendas mais altas estavam associadas a sentir-se melhor momento a momento e estar mais satisfeito com a vida em geral”, concluiu o pesquisador no estudo, complementando: “Embora possa haver algum ponto além do qual o dinheiro perca seu poder de melhorar o bem-estar, os resultados atuais sugerem que esse ponto pode estar mais alto do que se pensava anteriormente”.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana