Saúde

Covid-19 em Mato Grosso; 95,5% dos infectados estão recuperados

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 127 internações em UTIs públicas e 131 em enfermarias públicas. A taxa de ocupação está em 31,51% para UTIs adulto e em 15% para enfermarias adulto.

Publicados

em

Fisioterapeuta Ziney Coutinho, quando deixava o hospital após venceu a Covid-19

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste domingo (29.11), 158.417 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 4.134 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 103 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 158.417 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 2.488 estão em isolamento domiciliar e 151.346 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 127 internações em UTIs públicas e 131 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 31,51% para UTIs adulto e em 15% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (34.950), Rondonópolis (11.707), Várzea Grande (11.231), Sinop (8.295), Sorriso (6.759), Lucas do Rio Verde (6.173), Tangará da Serra (6.102), Primavera do Leste (5.269), Cáceres (3.623) e Nova Mutum (3.361).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 123.762 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 152 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

No último sábado (28), o Governo Federal confirmou o total de 6.290.272 casos da Covid-19 no Brasil e 172.561 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 6.238.350 casos da Covid-19 no Brasil e 171.974 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de domingo (29).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

Comentários Facebook
Propaganda

Saúde

Novo tratamento contra a Covid reduz carga viral em 99,9% em testes com animais

Publicados

em


source
Os pesquisadores utilizaram uma tecnologia chamada de siRNA, ou RNA de pequena interferência
Foto: Reprodução

Os pesquisadores utilizaram uma tecnologia chamada de siRNA, ou RNA de pequena interferência

Uma equipe internacional de cientistas da Universidade de Griffith, na Austrália, e do centro de pesquisas americano City of Hope desenvolveu uma terapia antiviral experimental para tratar a Covid-19. Em testes com camundongos, o tratamento reduziu em 99,9% a carga viral nos pulmões dos animais. A pesquisa foi publicada na revista científica Molecular Therapy.

Os pesquisadores utilizaram uma tecnologia chamada de siRNA, ou RNA de pequena interferência, para atacar o genoma do vírus diretamente, impedindo sua replicação.

Em vídeo, o pesquisador Nigel McMillan, professor e diretor do Programa de Doenças Infecciosas e Imunologia da Universidade de Griffith, explica que essa é uma tecnologia que funciona com pequenos pedaços de RNA que podem se ligar especificamente ao genoma do vírus e essa ligação faz com que o genoma “não funcione mais” e as células o destruam.

— Os medicamentos de RNA precisam ser entregues em algo chamado de nanopartículas. Então nós injetamos na corrente sanguínea e as nanopartículas vão para os pulmões e se fundem nas células, entregando o RNA. O RNA busca o vírus e destrói seu genoma, então o vírus não pode mais se replicar — explica o pesquisador no vídeo de divulgação.

Ele acrescenta que o processo é “incrivelmente específico” apenas para o vírus, então as células normais não sofrem nenhum efeito colateral com o tratamento.

“O tratamento com siRNA específico para vírus reduz a carga viral em 99,9%. Essas nanopartículas furtivas podem ser entregues a uma ampla gama de células pulmonares e silenciar genes virais”, afirmou McMillan, em nota.

Segundo o pesquisador, o uso da terapia em camundongos infectados com SARS-Cov-2 aumentou a sobrevivência dos animais. “Notavelmente, em sobreviventes tratados, nenhum vírus foi detectado nos pulmões”, destacou McMillan.

Você viu?

Contra outros tipos de coronavírus

Segundo os pesquisadores, os resultados sugerem que formulações de nanopartículas de siRNA podem ser desenvolvidas como uma terapia para tratar pacientes com a Covid-19 e também poderiam ser utilizados contra outros tipos de coronavírus.

Kevin Morris, pesquisador da City of Hope e da Universidade de Griffith, afirmou que o tratamento foi desenvolvido para funcionar com todos os betacoronavírus: “Como o vírus SARS original (SARS-CoV-1), assim como SARS-CoV-2 e quaisquer novas variantes que possam surgir no futuro”.

Produção econômica

Eles também afirmam que a produção das nanopartículas é “relativamente econômica”.

“Também mostramos que essas nanopartículas são estáveis ​​a 4°C por 12 meses e em temperatura ambiente por mais de um mês, o que significa que este agente pode ser usado em ambientes com poucos recursos para tratar pacientes infectados”, afirmou McMillan.

“Essas nanopartículas são escaláveis ​​e relativamente econômicas para produzir a granel”, disse Morris. A terapia, no entanto, ainda precisa passar por mais etapas de testes antes de ser aprovada por órgãos reguladores de saúde.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana