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Covid-19: Brasil registra queda de óbitos pela 10ª semana seguida, diz Fiocruz

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Covid-19: Brasil registra queda de óbitos pela 10ª semana seguida, diz Fiocruz
Reprodução: BBC News Brasil

Covid-19: Brasil registra queda de óbitos pela 10ª semana seguida, diz Fiocruz

O Brasil registrou a décima seguida de queda no  número de óbitos pela Covid-19, informou a Fiocruz nesta sexta-feira. Segundo a nova edição do Boletim Observatório Covid-19, na semana epidemiológica de 15 a 28 de agosto, o país teve uma redução média diária de 1,6% de mortes causadas pelo coronavírus. A incidência de casos confirmados nesse mesmo período caiu 2,4% ao dia, e a taxa de positividade dos testes também está em queda.

No entanto, os cientistas do Observatório Covid-19 ressaltam que os valores médios registrados nesta última semana epidemiológica — 24,6 mil casos novos e 670 óbitos diários — reforçam atenção para evitar um novo agravamento da pandemia, “sobretudo pela difusão da variante Delta no momento em que grande parte da população ainda não completou o esquema vacinal”.

Atualmente, a taxa de letalidade da Covid no Brasil está em torno de 2,8%, que é considerada alta se comparada à de outros países que adotam medidas de proteção coletiva, testagem e cuidados intensivos para doentes graves.

Segundo o mesmo boletim, a incidência de casos de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), que é um dos indicativos sobre a pandemia utilizado pelos cientistas, também aponta uma tendência geral de queda no país, mas cinco unidades da federação ainda apresentam índice extremamente alto: Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, São Paulo e o Distrito Federal. Muitas capitais das regiões Sul, Sudeste e Nordeste também registraram tendência de alta nos casos: Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, Salvador, Aracaju, Maceió, João Pessoa, Natal e Fortaleza.

30% da população vacinada

Nesta quinta-feira, o boletim do consórcio de veículos de imprensa, do qual O GLOBO faz parte, registrou 776 novos óbitos pela doença, totalizando 582.004 vidas perdidas para a Covid-19. A média móvel de mortes ficou em 628, o menor número desde 28 de dezembro de 2020, e sua redução foi de 23% em comparação ao cálculo de 14 dias atrás, o que demonstra tendência de queda.

Também nesta quinta, o Brasil ultrapassou a marca de 30% da população inteiramente imunizada contra Covid-19, ou seja, com as duas doses da vacina.

Em todo o país, 133.043.816 pessoas foram parcialmente imunizadas com a primeira dose de uma das vacinas, o equivalente a 62,37% da população brasileira. Já 64.687.797 pessoas estão totalmente imunizadas (com as duas doses ou com a vacina de dose única), ou seja, 30,32% da população nacional.

Fonte: IG SAÚDE

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Entenda o que é e o que pode causar o politraumatismo

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Situação de emergência
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Situação de emergência

Recentemente, o politraumatismo tem sido a causa da morte de passageiros envolvidos em acidentes de avião, como a morte da cantora Marília Mendonça em outubro desse ano e do jornalista Ricardo Boechat, em 2019. Além disso, o trauma também foi responsável por ser a consequência de inúmeros acidentes de trânsito em 2013.

Diferentemente do traumatismo, o politraumatismo significa que o indivíduo sofreu múltiplas lesões e/ou fraturas, que podem acometer órgãos vitais e diversos sistemas. O traumatismo consiste somente em uma lesão em qualquer parte do corpo. É o que explica o médico traumatologista Dennis Barbosa ao iG .

O que é politraumatismo?

“O politraumatismo é quando a gente tem uma lesão de dois sistemas diferentes do nosso corpo que potencialmente podem levar a pessoa a morte”, diz o médico.

Barbosa ainda exemplifica alguns tipos de politraumatismo. “Então, por exemplo, um paciente que tem uma fratura no fêmur e um trauma craniano, é dado como um politraumatismo. Uma queimadura muito grande associada a um trauma na cabeça também é um politrauma”.

E acrescenta: “Basicamente, o politraumatismo ocorre quando dois sistemas do nosso corpo são identificados com traumas intensos”. 

Quais as chances de sobrevivência?

Segundo o traumatologista, em casos de muitas lesões as chances de sobrevivência são baixas, mas é preciso analisar cada caso para que as possibilidades sejam analisadas.

“As chances de sobrevivência a um politraumatismo é difícil de ser calculada. Se o paciente rompeu a aorta, por exemplo, é fatal, mas se houve a quebra do fêmur e uma lesão pequena no baço, que também é um politraumatismo, as chances são maiores. Depende da intensidade do politrauma. Quanto maior o trauma mais dificuldade o paciente tem de sobreviver”, explica o médico.

O que pode causar o politraumatismo?

“O politraumatismo pode ser causado por acidentes de alta energia. Pode ser uma simples queda de altura, acidente automobilístico ou cair de paraquedas, por exemplo”, diz Dennis Barbosa.

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Em 2013, uma pesquisa feita pelo Hospital das Clínicas de Campinas revelou que os casos de politraumatismo aumentaram cerca de 25%. Na época, segundo informações divulgadas pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, esse tipo de internação cresceu 124% no estado e atualmente a média diária é de 39 internações por dia.

O levantamento ainda mostra que o aumento de politruma é devido ao crescente número de acidentes de trânsito.

Como é o tratamento de um paciente com politraumatismo?

O politrauma é dividido em duas fases, segundo o traumatologista. É feito um atendimento primário e o secundário em todos os casos. Ainda, durante os primeiros exames, os médicos utilizam uma medida chamada ATLS (Suporte Avançado de Vida no Trauma), aplicada em emergências.

“O primário visa salvar a vida do paciente, o qual fazemos a ressuscitação. Nessa fase vamos intervir nas coisas que podem matar o paciente mais rápido, esse protocolo é chamado de ATLS e é feito no pronto-socorro”, explica Dennis.

“O atendimento secundário é feito quando o paciente estiver bem clinicamente. Após constatado isso, as lesões não urgentes são examinadas e é feito uma cirurgia definitiva, caso necessário”, finaliza o médico.

Fonte: IG SAÚDE

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