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Covid-19: Brasil bate recorde de novos casos pelo 2º dia seguido

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O número de casos de covid-19 registrados em 24 horas bateu o segundo recorde seguido em dois dias. De ontem para hoje, as autoridades de saúde confirmaram 228.954 novos diagnósticos da doença. Ontem, foram notificados 224.567 casos em 24 horas. A soma de pessoas com a covid-19 desde o primeiro caso no país alcançou 24.764.838

A quantidade de casos em acompanhamento de covid-19 passou dos dois milhões, com 2.041.596. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

A quantidade de mortes causadas por complicações associadas à covid-19 chegou a 625.085. Nas últimas 24 horas, foram registrados 672 óbitos pelas autoridades de saúde. Ontem, o sistema de informações contabilizava ontem 624.413 óbitos causados pela covid-19.

Ainda há 3.146 falecimentos em investigação. Os óbitos em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Até hoje, 22.098.157 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 89,2% dos infectados desde o início da pandemia.

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nesta quinta-feira (27). Nela, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras o nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados

Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (157.209), Rio de Janeiro (69.776), Minas Gerais (57.093), Paraná (41.109) e Rio Grande do Sul (36.791).

Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.861), Amapá (2.045), Roraima (2.091), Tocantins (3.989) e Sergipe (6.081).

Vacinação

Até esta quinta-feira (27), foram aplicados 351 milhões de doses, sendo 163,6 milhões com a 1ª dose e 151 milhões com a 2ª dose ou dose única. Outros 36,3 milhões já receberam a dose de reforço.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Surto de varíola pode ter origem em raves na Europa, diz médico da OMS

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Vírus da 'varíola dos macacos'
Foto: Centro de Controle de Doenças/Divulgação – 20/05/2022

Vírus da ‘varíola dos macacos’

Segundo o David Heymann, conselheiro da Organização Mundial da Saúde (OMS), o surto de varíola do macaco na Europa pode ter sido causado por hábitos sexuais de risco em raves na Espanha e na Bélgica.

Em entrevista à Associated Press (AP), o médico afirmou que que a principal teoria para explicar a propagação da doença é a transmissão sexual entre homens gays e bissexuais em duas raves e pode ser encarado como um “evento aleatório”. 

“É muito possível que alguém tenha se infectado, desenvolvido lesões nos genitais, nas mãos ou em outro lugar, e depois tenha espalhado para outras pessoas quando houve contato físico ou sexual próximo”, disse.

Um relatório do governo alemão obtido pela AP, disse que o risco de pegar a varíola do macaco “parece estar principalmente em contatos sexuais entre homens”. Os casos do país estariam relacionados a exposição à doença em “eventos de festa, incluindo nas Ilhas Canarias e em Berlim, onde ocorreram atividades sexuais”. 

Heymann participou de uma reunião com o grupo consultivo da OMS sobre ameaças de doenças infecciosas na última sexta-feira (20) para avaliar a epidemia. 

Ele afirmou que não há evidências de que a varíola possa ter se transformado em uma doença mais infecciosa. Nos últimos anos, ela foi fatal em até 6% das infecções.

Heymann reforçou que a varíola não é como a Covid-19: “Precisamos desacelerá-lo, mas ele não se espalha no ar e temos vacinas para protegê-lo”.


Fonte: IG SAÚDE

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