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Covid-19: África do Sul supera 500 mil casos e já é 5º mais atingido no mundo

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Apesar do alto número de casos, Cyril Ramaphosa elogiou baixa taxa de letalidade do país

País mais afetado pela pandemia da Covid-19 no continente africano, a África do Sul ultrapassou a soma de 500 mil casos confirmados da doença neste sábado (1º), assumindo assim a quinta posição no ranking dos mais afetados, atrás apenas de EUA, Brasil , Rússia e Índia.

Segundo informações da agência de notícias France Presse, os dados sobre o avanço do novo coronavírus no país foram dados pelo ministro da Saúde da África do Sul , Zweli Mkhize, que apontou ainda que mais de um terço dos casos foram registrados na província de Gauteng, onde ficam as cidades de Johannesburgo e Pretória.

Apesar do alto número de contágios, o país segue com baixa taxa de letalidade , com menos de nove mil mortes confirmadas, algo que foi exaltado pelo presidente Cyril Ramaphosa: “estamos apenas na 36ª posição em número de mortos em relação à população”.

Por outro lado, especialistas apontam que a subnotificação é um grande problema no continente e que o número de mortes por Covid-19 poderia ultrapassar a casa dos 50 mil até o final do ano na África do Sul caso medidas mais rígidas não voltem a ser implementadas.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Ao vivo: Ministério da Saúde atualiza informações sobre covid-19

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Neste momento, representantes do Ministério da Saúde participam de entrevista online e atualizam informações sobre o cenário epidemiológico da covid-19. 

Acompanhe ao vivo

De acordo o boletim divulgado pelo ministério ontem (4), desde o início da pandemia, 2.801.921 de brasileiros contraíram o novo coronavírus, 1.970.767 pessoas se recuperaram, 95.819 morreram e 735.335 pacientes estão em acompanhamento. 

Secretário adianta pontos da estratégia de vacinação para covid-19

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia, adiantou nesta quarta-feira (5) a preparação está sendo feita para a estratégia nacional de imunização de brasileiros quando a vacina contra a covid-19 estiver disponível no país. O assunto foi discutido na Comissão Externa da Câmara dos Deputados destinada a acompanhar o enfrentamento à pandemia.

Segundo Correia, está sendo feito o mesmo cálculo usado para a vacina contra influenza, cerca de 100 milhões de doses no país. O secretário disse que, tendo em vista as taxas de letalidade desse grupo, idosos e pessoas com comorbidades, como cardiopatia e obesidade, estarão entre os primeiros a receber a vacina. Também estarão no grupo prioritário os profissionais de saúde.

Mais cinco centros no Brasil iniciam testes com vacina chinesa

Mais cinco centros de pesquisa do país vão dar início ainda esta semana a testes com a vacina chinesa CoronaVac, da farmacêutica Sinovac, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan.

Os testes com a CoronaVac serão realizados em nove mil voluntários. Apenas profissionais da saúde que ainda não tiveram a doença e que atuam com pacientes com a covid-19 poderão participar dos testes. Para atender aos critérios, esses profissionais da saúde não poderão ter outras doenças e nem estarem em fase de testes para outras vacinas. As voluntárias mulheres também não poderão estar grávidas.

Universidade de Brasília e HUB iniciam teste de vacina contra covid-19

Começa a ser testada hoje (5) pela Universidade de Brasília (UnB) e pelo Hospital Universitário de Brasília (HUB) a vacina contra o novo coronavírus (covid-19), desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech. 

Os primeiros que vão participar do estudo-teste são cinco profissionais da saúde que atuam no atendimento de infectados, mas não tiveram ainda a doença.

A vacina que eles receberão é inativada e será aplicada em duas doses, com intervalo de 14 dias. De acordo com a UnB e o HUB, os resultados apresentados na Fase 2 de desenvolvimento “foram considerados promissores e demonstraram a produção de anticorpos neutralizantes em 90% dos participantes que receberam a imunização”.

O HUB é um dos 12 centros no Brasil que participam da Fase 3 do ensaio clínico nacional, coordenado pelo Instituto Butantan, de São Paulo, e autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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