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Contribuintes devem regularizar débitos para sorteios do Nota Legal

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Os participantes do programa Nota Legal, do governo do Distrito Federal (GDF), que desejam participar do sorteio de prêmios do programa têm até o dia 7 de setembro para regularizarem seus débitos. O sorteio do Nota Legal está marcado para o dia 27 de outubro.

Este ano 12,6 mil bilhetes serão premiados, distribuídos da seguinte forma: 12 mil prêmios de R$ 100; 500 de R$ 200; 50 de R$ 1 mil; 30 de R$ 5 mil; dez de R$ 10 mil; quatro de R$ 50 mil; três de R$ 100 mil; dois de R$ 200 mil; e o grande prêmio de R$ 500 mil.

Participam do sorteio documentos fiscais emitidos de 1º de maio de 2019 a 30 de abril de 2020 que tenham registro de CPF inscrito no programa. Um documento fiscal equivale a um bilhete no concurso, independentemente do valor. Cada pessoa pode participar com até 200 bilhetes por mês.

Para concorrer aos prêmios, além de estar cadastrado no Nota Legal, o contribuinte não pode ter dívida com o GDF nem ser ligado a empresas contratadas para serviços de desenvolvimento e manutenção dos sistemas tributários da Secretaria de Economia, que coordena o programa.

Além de estar cadastrado no Nota Legal, o contribuinte não pode ter dívida com o GDF nem ser ligado a empresas contratadas para serviços de desenvolvimento e manutenção dos sistemas tributários da Secretaria de Economia, que coordena o programa.

O acerto dos débitos pode ser feito por meio da quitação ou do parcelamento. A fase de habilitação no sorteio teve início no dia 21 de agosto. Aqueles que desejarem contestar a não habilitação também têm até 7 de setembro para fazer o pedido na página da Receita do DF

“Os premiados em 27 de outubro terão até 25 de abril do ano que vem para indicar os dados bancários para recebimento do valor. Os recursos não resgatados retornarão ao Tesouro do DF. Os depósitos serão feitos em três lotes, a critério da Secretaria de Economia, de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira”, informou o governo.

Até o momento, há 93 milhões de bilhetes válidos. A média geral é de 111 unidades por consumidor cadastrado. O GDF informou ainda que o programa possui 1.314.328 pessoas cadastradas, das quais 300.159 têm débitos. Toda a dívida somada representa R$ 5 bilhões.

Edição: Lílian Beraldo

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Black Friday 2020 termina com 9160 reclamações; confira o principal motivo

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Lorena Amaro

Black Friday


O Reclame Aqu i realizou o seu balanço anual de reclamações na Black Friday e neste ano, diferente do esperado, o saldo não foi tão alto quanto o esperado. Foram registradas 9160 reclamações no evento deste ano contra 8800 queixas em 2020. 

O minotramento teve início na quarta-feira (25/11) com encerramente às 23h59 de sexta-feira (27). Do início da análise até as primeiras horas do dia da Black Friday houve evolução no número de reclamações, mas segundo o Reclame Aqui, as promoções da Méliuz, do Burger King, do McDonalds e do Mercado Pago, em 2019, fizeram com que a taxa de queixas explodisse na reta final do evento de promoções.

Em 2020, 27% das reclamações ocorreram em casos de propaganda enganosa , enquanto na edição do ano passado os principais problemas envolveram logística e infraestrutura. Uma novidade deste ano foi a consolidação do hábito de compras online por causa da pandemia de Covid-19, estima-se que 7 milhões de novos consumidores compraram online pela primeira vez nesta Black Friday.

“A Black Friday 2020 foi do atendimento, da experiência do cliente e da logística. Valeu porque as empresas venderam, os consumidores compraram e não teve muita loucura. Até porque, desconto, mesmo, foi mediano. Vamos ver agora como o investimento em logística vai fazer a diferença nos próximos dias”, analisa o fundador e CEO Global do Reclame AQUI, Mauricio Vargas.

Segundo o levantamento, a edição deste ano não trouxe grandes promoções  para o consumidor porque alta do dólar impediu que os comerciantes pudessem variar o preço de eletrônicos, que representam boa parte da procurar por descontos neste período.

Outra área que também não garantiu grandes ofertas foi a de eletrodomésticos, pois, de acordo com o Reclame Aqui, os estoques foram esvaziados durante a pandemia do novo coronavírus, um período em que as famílias passaram a comprar mais produtos dessa linha porque passaram a ficar mais tempo em casa.

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