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Contran determina a prorrogação de prazos de serviços de trânsito no Amazonas

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O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou a Portaria nº 196, de 21 de janeiro de 2021, que dispõe sobre os prazos para procedimentos de trânsito no estado do Amazonas, de modo a minimizar os impactos das medidas de enfrentamento da Covid-19. As regras valem apenas para multas aplicadas, condutores habilitados e veículos registrados no estado.

“Essa medida faz parte das ações do Governo Federal voltadas para auxiliar a população amazonense neste momento de enfrentamento ao coronavírus. Consideramos a necessidade urgente de evitar aglomerações por conta dos prazos já estarem correndo novamente. Estamos ajudando todos os condutores do estado”, afirmou o diretor-geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e presidente do Contran, Frederico Carneiro.

Multas

Os prazos para apresentação de defesa prévia ou recurso e para indicação do condutor infrator que forem entre os dias 6 e 31 de janeiro, período em que as atividades presenciais dos órgãos de trânsito no estado estavam suspensas, foram prorrogados para 1º de março.

CNH

O prazo para renovação das Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH) com vencimento em janeiro de 2020 e 2021 foi prorrogado para 1º de março de 2021. Essas datas também são válidas para Permissão para Dirigir (PPD) e para a Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC).

Todas as informações contidas no documento de habilitação, inclusive os cursos especializados, permanecem válidas e os certificados que não estão na CNH também continuam válidos até o dia 1º de março de 2021.

Veículos

Para os veículos zero quilômetro adquiridos entre os dias 6 de dezembro de 2020 e 31 de janeiro de 2021, poderão ser registrados e licenciados até o dia 1º de março de 2021.

Com informações do Ministério da Infraestrutura

Fonte: Brasil.gov

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Paraisópolis ganha parque municipal no dia em que celebra 100 anos

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Parque de Paraisópolis
Marcelo Pereira/Secom

Parque de Paraisópolis



Neste sábado, a Prefeitura entregou à população, o Parque Municipal Lourival Clemente da Silva, em Paraisópolis, antiga da comunidade da zona sul da capital. A entrega fez parte das comemorações dos 100 anos do bairro. Com a abertura hoje dessa área verde, já são 110 parques municipais na cidade de São Paulo, sendo dois entregues neste ano.

Segundo o prefeito, Ricardo Nunes, a capital terá mais ainda. “Essa marca é importante, porque a população precisa de área verde e de lazer. Por isso, em outubro entregaremos o Parque Augusta- prefeito Bruno Covas e faremos mais seis até o final da gestão”, completou.

A cidade de São Paulo tem 48,13% de área permeável, com cobertura vegetal e pode aumentar nos próximos anos. “O nosso desafio é manter ou aumentar essa área, pois a população precisa de parques e área de lazer. Além da preservação ambiental, beneficiamos a comunidade, com crianças brincando, jovens e idosos desfrutando do lazer, fazendo atividades e respirando ar puro. Vamos entregar uma cidade bem melhor a cada dia”, disse o prefeito Ricardo Nunes.

Já o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo de Castro, destacou a importância de área verde para a população. “A entrega desse parque é importante para a cidade, para o meio ambiente e para a comunidade local que ganha uma área de Mata Atlântica muito rica com a presença de uma flora muito rica e uma fauna na qual já identificamos 24 espécies de aves”, disse Castro.

Parque Paraisópolis

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Em maio de 2008 foi publicada a lei de criação do Parque e seu nome complementado em janeiro de 2020, em homenagem a Lourival Clemente da Silva, o “Louro” – morador por quase 50 anos e muito popular no bairro. Ele foi um agricultor e dono de um bar (hoje mercado). Faleceu em 2014, vítima de infarto.

A área total do Parque de Paraisópolis tem 68 mil metros quadrados, equivalente a quase 10 campos de futebol. O investimento para a abertura do Parque foi de R$ 2.922.488,80, provenientes do FMSAI – Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura. A inauguração do espaço faz parte das ações de melhoria em Paraisópolis tomada em conjunto entre a Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo em 2019.

O espaço conta com nascentes, curso d´água e vegetação de grande porte, além de um pergolado, deck, estares, edifício administrativo, área de exercício e parquinhos.

Dentre as espécies nativas, encontram-se ali cabuçu, capinxigui, figueira-branca, pau-jacaré, pixirica, sapopemba, suinã, tapiá-guaçu e tucum. Já entre as exóticas destacam-se a árvore-do-papel-de-arroz, o cinamomo, além de eucaliptos. Uma das espécies registradas é o pinheiro-do-paraná, que está em perigo de extinção no Brasil. Como compensação ambiental, foram plantadas 202 mudas nativas.


Bairro

Originado cem anos atrás em um loteamento destinado à construção de residências na antiga Fazenda do Morumbi, Paraisópolis começou a ser ocupado a partir de 1950 em terrenos de caráter semi-rural, por famílias de baixa renda, em sua maioria migrantes nordestinos atraídos pelo emprego na construção civil. Em 1970 já residiam irregularmente cerca de 20 mil pessoas, hoje são 100 mil.

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