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Consumo consciente: governo vai gastar R$ 20 milhões em campanha publicitária

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Governo vai gastar R$ 20 milhões para incentivar a população ao consumo consciente
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Governo vai gastar R$ 20 milhões para incentivar a população ao consumo consciente

O governo federal prepara uma campanha publicitária pelo “uso consciente” de energia elétrica e de água, em meio a uma grave crise hídrica na região das principais usinas hidrelétricas do país.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) prevê gastar R$ 20 milhões na campanha, que será nacional, de acordo com documento do órgão ao qual o jornal O Globo teve acesso.

O parecer técnico de mídia da Secom diz que o objetivo da ação é alcançar a população brasileira com a “mensagem da campanha, aumentando assim a frequência e cobertura” da ação.

A campanha publicitária deverá oferecer “abrangência da comunicação para o território nacional, mas que devido a restrição orçamentária, seja priorizado os mercados com o maior consumo de energia e água potável”, de acordo com o texto.

Desde dezembro do ano passado o governo tem no ar uma campanha pelo “consumo consciente” de energia elétrica com inserções em nível nacional, em cadeia de TV, rádio e mídia digital, além de aeroportos e pontos de ônibus.

Com o agravamento da crise hídrica, o governo federal prevê agora intensificar a campanha publicitária. O mote da campanha diz que a utilização da energia elétrica e da água de forma racional é uma atitude cada vez mais importante para toda a sociedade.

“A presente ação de comunicação tem como objetivo mobilizar a população para o uso consciente da energia elétrica e água, por meio da divulgação de exemplos simples de como é possível evitar o desperdício de energia e água no dia-a-dia das famílias, estimulando a adoção de atitudes que possam reduzir o consumo e evitar desperdícios”, diz o parecer de publicidade da Secom.

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A Secom lembra que quando há pouca água armazenada nos reservatórios, usinas termelétricas são ligadas com a finalidade de poupar o recurso hídrico. Com isso, o custo de geração aumenta, pois, essas usinas são movidas a combustíveis como gás natural, carvão, óleo combustível e diesel.

A campanha tem dicas para economia de energia como o uso de lâmpadas de LED, banhos curtos, desligar equipamentos antes de sair de casa, não ligar muitos aparelhos na mesma tomada e verificação das borrachas da geladeira.

Por conta da falta de chuvas, o governo tem feito uma varredura em buscas de usinas termelétricas para aumentar a geração por essa fonte, normalmente mais caras e mais poluentes. O objetivo é economizar água nos reservatórios, para não faltar o recurso nos momentos de pico da demanda e no auge da seca, entre setembro e novembro.

Nível mais baixo desde 2001

A principal preocupação é com a região hidrográfica do Paraná, que abrange sete estados e que abriga os principais reservatórios de regulação do sistema elétrico.

O nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas da região Sudeste/Centro-Oeste fechou o mês de maio no menor volume desde 2001, quando o país passou por um racionamento. De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), as barragens das hidrelétricas dessas regiões encerraram o mês passado com 32,11% da capacidade.

O percentual é superior apenas a maio de 2001, quando era 29,88%. Depois de 2001, o nível dos reservatórios se recuperou e voltou a cair a partir de 2014. Nos últimos sete anos, o nível não passou de 60% para os meses de maio, o que é considerado baixo para o período.

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Ministro das Comunicações apela ao Congresso para privatizar os Correios

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Ministro das Comunicações, Fábio Faria, apela ao Congresso para privatizar os Correios
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Ministro das Comunicações, Fábio Faria, apela ao Congresso para privatizar os Correios

Em pronunciamento nacional em rádio e TV, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, defendeu a privatização dos Correios considerando-a fundamental para fortalecer a empresa “que presta serviços importantes por todo o país”.

O ministro ressaltou que com a retomada das atividades do Congresso nesta semana, a privatização entra em pauta e pediu o apoio de deputados e senadores para que deem atenção ao tema, considerado prioridade para o governo Jair Bolsonaro.

Segundo ele, o primeiro ponto do projeto de privatização trata da universalização dos serviços postais, obedecendo ao comando constitucional de que todo brasileiro deve ter acesso aos serviços.

“Esse é um compromisso do Presidente Bolsonaro”, diz, acrescentando que a autorização para a privatização, que será votada na Câmara, é resultado de um longo trabalho.

Primeiro, segundo ele, consultorias apoiaram o BNDES num estudo detalhado sobre o que precisa ser preservado e melhorado na empresa e nos serviços. Depois, na Câmara, o projeto de lei dos Correios foi aprimorado, estabelecendo limites de preço e uma tarifa social, que garantirá os serviços mesmo para pessoas que não podem pagar por eles.

O ministro afirmou ainda que a proposta também teve cuidado com a transição da empresa para a nova gestão, prevendo um período de estabilidade para todos os funcionários.

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Fábio Faria ressaltou que a corrupção prejudicou a empresa, transformando os Correios em destaque não pelas entregas de qualidade.

“Quem não se lembra dos escândalos do Mensalão e do Postalis, que causaram bilhões em prejuízos para os brasileiros”, afirmou, destacando o lucro de R$ 1,5 bilhão em 2020, o que foi atribuído ao trabalho de melhorias na gestão, transparência e regras mais rígidas de combate à corrupção.

O ministro disse também que mesmo com muito trabalho e seriedade, o faturamento é insuficiente frente ao que precisa ser investido todos os anos. Segundo ele, são necessários R$ 2,5 bilhões por ano em investimentos para que os Correios permaneçam competitivos e possam disputar mercado com outras empresas de logística e entregas que já operam no país.

Com a privatização, disse o ministro, os Correios vão conseguir crescer e competir, gerar mais empregos, desenvolver novas tecnologias, ganhar mais eficiência, agilidade e pontualidade.

“Somente assim os Correios poderão manter a universalização dos serviços postais, que significa estar presente em todos os recantos do país, de Norte a Sul, de Leste a Oeste, servindo a todos os brasileiros, como prevê a Constituição.”

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