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Conheça o suéter recortado, tendência já usada por Bella Hadid

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Conheça o suéter recortado, tendência já usada por Bella Hadid
Reprodução: Alto Astral

Conheça o suéter recortado, tendência já usada por Bella Hadid

O resgate de tendências das décadas de 90 e 2000 já se tornou algo normal no mundo da moda. Desde a volta de peças icônicas até a novos modelos inspirados nelas, as passarelas estão repletas desse estilo.

Já falamos por aqui sobre a volta dos clogs , os tamancos que eram febre há alguns anos. Houve também o resgate das miçangas como acessório principal. Entretanto, dessa vez o item desejado é um suéter que tem apenas gola e braços.

Você se lembra dos boleros? Aqueles casaquinhos mais curtos (hoje, chamamos esse comprimento de cropped). Esse novo modelo se suéter resgata um pouco da peça, mas tem algo a mais. Seu principal recorte é na parte do decote, simplesmente não existe pano ali! Dentre algumas variações na modelagem, o princípio dessa peça é ter menos pano, mas ainda assim compor um look de outono inverno.

A tendência já bomba lá fora, especialmente por ser aderida pela modelo Bella Hadid, e está chegando com força no Brasil. Confira alguns modelos e looks desse novo suéter:

Clássico e sofisticado

Bella Hadid
Bella Hadid – Reprodução / Instagram @@fashion_iconz_

Em apenas um look, Bella reuniu quatro peças fashionistas: a calça jeans mais solta, a bolsa de tamanho menor, o corset e o novo suéter. A cor e o tecido trouxeram um ar mais chique e sofisticado à composição, que ficou bem clássica, assim como a modelo.

Tradicional

Você viu?

Tradicional
Grace Midszie Style – Reprodução / Instagram @gracesurguy

Esse modelo é o que mais se aproxima ao tradicional suéter, tanto por ser feito de lã, como pela modelagem similar. Com pano quase cobrindo o decote, diferentemente do anterior, a intenção da peça é se sobrepor aos looks mais frescos, fazendo com que eles se tornem uma opção também para os dias frios.

Moletom e esportivo

Moletom
Reprodução / Instagram @sheinofficial

Os modelos possuem os mesmos recortes e ajustes no punho, entretanto, foram usados para finalidades diferentes. O primeiro, cinza, compõe um look esportivo, confortável e descomplicado com moletom. Enquanto o segundo, bege, integra uma composição com mais itens fashions: o corset (de novo!), minissaia em camadas e botas brancas, sendo, portanto, mais elaborado.

Fazendo você mesmo

Essa é umas daquelas tendências onde podemos colocar em prática o DIY (faça você mesmo). Basta pegar uma peça de mangas compridas que você já tenha em casa e cortá-la na modelagem que mais te agradou.

Estique a peça em uma superfície plana, como uma mesa, e com lápis trace as partes que deveram ser cortadas com base no modelo escolhido (mais decote ou menos, arredondado ou reto). Corte nas áreas demarcadas e pronto! Se desejar, vale investir ainda mais na customização, pintando o suéter com a técnica tie dye ou bordando-o, por exemplo.

Fonte: IG Mulher

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“Poderia ter morrido”, diz Carla Prata após Covid somada a doença rara

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Carla Prata
Reprodução/Instagram

Carla Prata


Carla Prata passou por uma cirurgia delicada em 2016 para retirar um tumor de 20 cm que estava no timo, uma glândula que participa da regulação da defesa imunológica do organismo e, pouco tempo depois, começou a ter pequenas paralisias que a impediam até de falar. Tudo isso começou a soar muito estranho até que ela procurou um médico e foi diagnosticada com uma doença autoimune chamada miastenia gravis, que afeta a comunicação entre o sistema nervoso e os músculos, podendo levar a uma trombose.

Já não bastasse ter de conviver com uma doença incurável, em setembro do ano passado, a apresentadora foi infectada — talvez pela segunda vez — com a Covid-19, que resultou em uma trombose e embolia pulmonar e a deixou por meses com sequelas. Em entrevista exclusiva ao iG Delas, Carla afirma que teve muito medo de que o pior acontecesse, pois a miastenia tem consequências muito similares às do coronavírus.


“Fiquei com receio porque a Covid e a crise miastênica causam insuficiência respiratória. Na época em que fui infectada, cheguei a tomar seis injeções de anticoagulantes na barriga e, em novembro, tive uma trombose e embolia pulmonar pós-Covid. Eu poderia ter morrido, isso é muito sério. Faço tratamento até hoje com a minha médica”, diz.

Sobre a miastenia gravis, ela lembra que o diagnóstico a deixou apavorada, pois a doença afeta a comunicação entre o sistema nervoso e os músculos, podendo ter complicações, e uma de suas características é fazer o pulmão parar de funcionar.

“Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas, para mim, o pior mesmo é quando bate a fraqueza, que você não consegue fazer nada. Isso é muito ruim, principalmente para uma pessoa tão ativa igual a mim. Para me tratar, optei pela medicina integrativa que tem como objetivo equilibrar o nosso organismo. Tomo várias vitaminas todos os dias, uso pallets de vitamina D, mas quando percebo que passei por um estresse muito grande e que meu olho está fechando, que a pálpebra está caída, uso a piridostigmina também”, conta.

Desde que teve o tumor, passando pela doença autoimune e a Covid, tudo em apenas quatro anos, ela se apegou ainda mais à sua fé e no apoio do filho, Kauê Prata, de 15 anos, a quem ela dedica todo seu carinho.

“Quando eu estava com crise de ansiedade, era ele quem me acalmava. Além de filho, é um superamigo, tem um coração gigante, é muito amoroso, inteligente e coerente também. Às vezes eu digo que é um adulto no corpo de um adolescente. Estar com ele é o que me traz paz e me dá forças para querer sempre buscar novos desafios e melhorar.”

Carla Prata e o filho, Kauê
Reprodução/Instagram

Carla Prata e o filho, Kauê


Relacionamentos abusivos

Carla hoje em dia está solteira, mas já passou por três relacionamentos abusivos que a fortaleceram para não cair mais em ciladas. Ela relata ao Delas que, na primeira vez, não conseguia identificar que estava em uma união “extremamente infeliz e tóxica”, mas foi enxergando aos poucos e conseguiu se livrar deles. A má experiência não a impediu de ser enganada mais uma vez.

“Na segunda, eu demorei um pouco, mas consegui enxergar, graças à ajuda da minha mãe, Rosangela. Na terceira vez, já foi mais fácil. Tive ajuda da minha mãe, amigas e não demorei muito para cair fora dessa relação que não tinha como ser feliz. Era briga em cima de briga, por causa de coisas tão simples, como, por exemplo, uma barriga de fora na academia. Não dava para continuar sendo infeliz. Fui em busca da minha felicidade. A vida é muito curta para perder tempo”, avisa ela que chegou a ser agredida em um dos relacionamentos.

Agora, a apresentadora dá forças para as mulheres que passam pela mesma situação e não conseguem se desvencilhar do namoro ou casamento abusivo. Ela afirma que, depois das três experiências, sabe exatamente o tipo de pessoa que não quer mais em seu convívio.

“Algumas frases da pessoa como ‘não estou com ciúme, é apenas zelo por você’, ‘por que você vai com essa roupa? Não acha que está vulgar?’ ou ‘não quero você andando com fulana’ já dá para perceber as falas machistas. Em resumo, quando a pessoa não aceita você do jeito que é e vê defeitos em tudo que faça ou usa, cai fora logo”, alerta.

Seus planos futuros estão todos focados na família e no trabalho. Com quase 500 mil seguidores no Instagram, ela aproveita a boa fase das redes sociais que a mantém financeiramente durante a pandemia da Covid-19. Quando a vida voltar ao normal, ela quer abraçar sua carreira de apresentadora e ajudar ainda mais quem já esteve ao seu lado nos momentos mais difíceis.

“São meus planos sempre, independente de pandemia: quero ter meu programa de TV e ajudar mais a minha família e estar mais perto deles”, pontua.

Carla Prata
Reprodução/Instagram

Carla Prata


Carla Prata
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Fonte: IG Mulher

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