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Confira os signos que mais sofrem com as incertezas

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Confira os signos que mais sofrem com as incertezas
Reprodução: Alto Astral

Confira os signos que mais sofrem com as incertezas

Lidar facilmente com mudanças não é uma tarefa simples para todas. Os medos e anseios do que ainda é incerto, às vezes podem causar um imenso pavor e estagnar a vida ao remoer certas decisões.

Para essa conversa, é importante ressaltar que os signos são divididos entre os quatro elementos ( fogo , terra, ar e água) e signos cardinais, fixos e mutáveis.

Os cardinais são os signos de começo de estação (Áries, Câncer, Libra e Capricórnio); os fixos são os signos de meio de estação (Touro, Leão, Escorpião e Aquário); os mutáveis são os signos de fim de estação (Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes);

Os signos fixos são conhecidos por serem mais estáveis, resistentes e resolutos. Entretanto, em contraste, são bem teimosos e demoram muito para se adaptarem em mudanças bruscas de ambiente. A necessidade de estabilidade é essencial para esses signos se sentirem à vontade.

Sendo assim, cada elemento tem seu signo fixo que irá lidar de diferentes formas com as mudanças.

Touro

Os taurinos, do elemento Terra , são os que mais sofrem com as mudanças dos quatros signos fixos. É um signo que necessita de estabilidade em dobro para ficar bem. As incertezas tiram o sono da pessoa de touro, e elas demoram muito para dar o primeiro passo para fazer a diferença, adiando cada vez mais sua decisão.

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Leão

Quem diria que os leoninos estariam nessa lista? Eles podem até serem corajosos e ter o toque de ação do elemento de Fogo, porém, são pessoas que pensam muito antes de se arriscarem. Eles precisam se sentir 100% seguros para acreditarem na oportunidade que tomaram. O lado ruim disso, é que as pessoas de leão podem ser bastante exigentes e julgar que nada está bom, simplesmente empacando no mesmo lugar.

Escorpião

Os escorpianos são resistentes, mas acabam arriscando demais. Além disso, demoram muito para se sentirem satisfeitos e plenamente seguros das emoções que as mudanças trouxeram. Observar e sentir a situação leva tempo e, com isso, organizar as suas emoções também. As pessoas de escorpião costumam guardar tudo para eles. Surpresa nenhuma para um signo de Água.

Aquário

Achou que o diferentão do zodíaco não ia estar na lista? Apesar de gostar muito de uma novidade, os aquarianos têm dificuldade ao aceitarem regras e não são muito flexíveis com opiniões e gostos divergentes dos seus. São pessoas rebeldes que vão querer protestar contra as mudanças de várias formas até se adaptarem ou criarem outras opções como um típico signo de Ar .

Consultoria: João Bidu

Fonte: IG Mulher

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“Elas se protegem”, diz mãe de gêmeas, uma delas com Síndrome de Down

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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela
Reprodução/Instagram

Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela

Como muitas  mulheres , a dentista Renata Pinheiro, sonhava em ter filhos. Ela  engravidou aos 34 anos e teve uma bela surpresa: ao invés de um, eram dois bebês. “Nos exames de pré-natal eu e o meu marido descobrimos que seriam bivitelinos, pois elas tinham peso e tamanho diferentes.

Foi uma surpresa, uma alegria, mas também veio o medo de ser difícil financeiramente e de cuidar de duas crianças ao mesmo tempo”, conta. No nascimento, outra descoberta: Marina tinha Síndrome de Down e Marcela não. “No começo foi muito turbulento. Eu, mãe de primeira viagem, de duas meninas e cada uma com características individuais, me assustou”, diz.

Renata conta que ter uma filha com Síndrome de Down a fez descobrir toda uma área de conhecimento. “Aprendi sobre os direitos que estão na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, fiz cursos e participo de palestras. Mas os fatos que vivenciamos na rotina é que nos ensinam e nos fortalecem”, conta.

Além de buscar informação por conta própria, ela conta que também encontra apoio para em grupos de mães e famílias com crianças com a mesma condição. “Faço parte de grupos de mães que vivem realidades parecidas e é muito bom. A sociedade precisa se preparar, tanto no aspecto físico e estrutural quando no pessoal. As pessoas com deficiência estão aí e têm o direito de estarem em todos os lugares”, afirma.

Essa rede de apoio, somada ao acolhimento que recebe de sua família, foram fundamentais para que ela soubesse lidar com situações de preconceito envolvendo a filha. “Já tive matrícula recusada em escola particular e na escola de natação da cidade. Nesse período eu era imatura frente a discriminação, mas hoje sei reinvidicar e lutar pelos direitos dela”, conta Renata, que já venceu um processo contra uma empresa de recreação por discriminação. 

“Infelizmente sei que novos absurdos podem acontecer, porém, eu tenho que prepará-la para a sociedade. A sociedade que não está preparada para ela”, diz. 

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Mesmo com as diferenças, a criação das duas é a mesma. A única diferença é que Marina faz acompanhamento com uma fonoaudióloga e psicopedagoga. “Para as duas, mantemos a mesma rotina, exigimos disciplina e buscamos que sejam educadas dentro dos nossos critérios. As duas fazem as mesmas atividades, só isso que difere mesmo”, conta.

Felizmente, o preconceito não abala as relações familiares e a amizade entre as irmãs Marina e Marcela, hoje com oito anos. “As duas são muito companheiras. Estão na fase de ‘ranhetice’, mas elas se protegem. Uma briga com a outra, mas não venha ninguém falar ou brigar com uma que a outra a defende”, conta. 

Fonte: IG Mulher

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