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Condenações de Lula anuladas: “STF resgata credibilidade da Justiça”, diz Kakay

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Ex-ministro da Justiça Sérgio Moro
Agência Brasil

Ex-ministro da Justiça Sérgio Moro

Na tarde desta quinta-feira (15), o Supremo Tribunal Federal ( STF ), em sua composição plenária, decidiu por 8 votos a 3 que a 13ª Vara de Curitiba não tinha competência para julgar o ex-presidente Lula . Na avaliação do advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, colunista do Portal iG, a decisão pode ser considerada “uma vitória da sociedade brasileira e do Estado Democrático de Direito”.

Kakay, que se refere à 13ª Vara de Curitiba como “a vara em que o ex-juiz Sérgio Moro fazia política no lugar de ser juiz”, lembra que há anos, ele e vários colegas advogados viajaram pelo Brasil denunciando o que ele chama de “farsa”.

“A farsa que era esse senhor Moro como juiz, que entendia ser um juiz com jurisdição nacional. Essa pretensão descabida do ex-juiz causou – ao levar para a sua vara, ilegal e inconstitucionalmente, os processos para julgar e perseguir o ex-presidente – um seríssimo prejuízo ao Brasil. Foi a atuação ilegal do ex-juiz que retirou das últimas eleições exatamente o ex-presidente Lula e propiciou a eleição do atual Presidente. A história há de cobrar desse nefasto ex-juiz, que aceitou ser Ministro da Justiça deste governo fascista”, opina Kakay.

Credibilidade do sistema de Justiça

O advogado e colunista do Portal iG destacou, ainda, que cumpre salientar que a Segunda Turma do Supremo já decidiu pela parcialidade de Moro , “em decisão muito mais ampla e que requer, inclusive, a investigação criminal dos atos não só do ex-juiz, mas também dos Procuradores que faziam parte da Força Tarefa de Curitiba”.

Kakay avalia que estes dois julgamentos do Supremo Tribunal resgatam a credibilidade do sistema de Justiça, que, na opinião dele, havia sido “arranhada pelo bando coordenado pelo Sr. Moro e pelos Procuradores, ao instrumentalizarem o Poder Judiciário e o Ministério Público”.


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Crianças são resgatadas no mar Mediterrâneo; grupo tentava migrar para Espanha

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Guarda Civil resgatou crianças no mar em operação para devolver imigrantes marroquinos
Guarda Civil/Reprodução

Guarda Civil resgatou crianças no mar em operação para devolver imigrantes marroquinos

Fotografias que mostram o momento em que socorristas resgatam um bebê e outras crianças no mar foram divulgadas pela Guarda Civil da Espanha nesta terça-feira (18). O registro do resgate é de uma operação para enviar de volta ao Marrocos milhares de pessoas que tentavam migrar, a nado, ao enclave espanhol de Ceuta. As informações são do  G1. 

Segundo com a Guarda Civil, socorristas da Cruz Vermelha participaram da operação que resgatou crianças das águas no estreito de Gibraltar , que liga o Oceano Atlântico ao Mar Mediterrâneo e separa a África da Europa. Todas foram entregues às suas famílias. 

Cruz Vermelha participou da operação da Guarda Civil espanhola
Guarda Civil/Reprodução

Cruz Vermelha participou da operação da Guarda Civil espanhola

Os últimos dados indicam que cerca de 8 mil imigrantes tentaram passar do Marrocos para o território espanhol de Ceuta. Em torno de 4 mil pessoas foram devolvidas ao território marroquino.

Fernando Grande-Marlaska, ministro do Interior da Espanha, afirmou que embora “seja muito cedo para determinar o número de menores de idade”, recebeu a informação sobre a chegada de 1,5 mil, que “devem passar pelos exames correspondentes para determinar” quantos anos tinham.

Por causa da crise migratória, com números de chegadas recordes, o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez anunciou o cancelamento de uma viagem programada a Paris e anunciou que fará um pronunciamento após a reunião do conselho de ministros de terça-feira.

Criança resgatada no mar pela Guarda Civil da Espanha
Guarda Civil/Reprodução

Criança resgatada no mar pela Guarda Civil da Espanha

“Minha prioridade neste momento é devolver a normalidade a Ceuta. Seus cidadãos e cidadãs devem saber que contam com o apoio absoluto do governo da Espanha”, escreveu o chefe de governo em uma rede social.

Em um momento de tensão entre Rabat e Madri , outros 300 migrantes tentaram saltar durante a madrugada de terça-feira a cerca na fronteira que protege o outro território espanhol no norte de Marrocos, a cidade de Melilla , informaram as autoridades locais.

Fonte: IG Mundo

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