Saúde

Como identificar a doença de Kawasaki em crianças que contraíram Covid-19?

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Covid-19
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Crianças de até 5 anos são consideradas grupo de risco para Covid-19

Uma síndrome que provoca inflamação nos vasos coronarianos de crianças que contraíram a Covid-19 está intrigando médicos durante a segunda onda da pandemia. Trata-se da doença de Kawasaki , que segundo a reumatologista do Grupo Prontobaby, Vivian Oliveira, é causada por agentes infecciosos que desencadeiam vasculite generalizada no hospedeiro.

Enquanto o novo coronavírus apresenta tendências de estabilidade e alta em quase todo o território nacional, a especialista diz que os pais devem ficar alertas com crianças geneticamente propensas a desenvolver a inflamação.

“Devemos levar em conta uma série de critérios no quadro da criança para apontar a doença de Kawasaki. O principal sintoma é febre por mais de cinco dias”, diz a pediatra Patrícia Rezende.

A doença de Kawasaki afeta principalmente as crianças com menos de 5 anos do sexo masculino, apesar de também ser detectada em adultos. “É uma doença aguda, autolimitada, e na maioria das vezes, benigna. Ocorre uma inflamação nos vasos causada por um quadro inflamatório”, diz a Dra. Patrícia. 

Quando procurar um médico?

O tratamento da doença de Kawasaki tem o objetivo de reduzir a inflamação para neutralizar a chance do paciente desenvolver aneurismas coronarianos. “A principal forma de tratar é utilizando imunoglobulina humana, obtida no plasma humano. É importante que o diagnóstico seja feito antes”.

Segundo as especialistas do Grupo Prontobaby, os pais devem procurar o médico se a criança apresentar febre alta por mais de 72 horas. Olhos vermelhos e secos, lábios avermelhados, língua com aumento das papilas e inchaço das mãos e dos pés também são sinais da síndrome.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Vacina de Oxford deve ter dose única para atingir mais pessoas, diz Fiocruz

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Fiocruz
Reprodução: BBC News Brasil

Deve haver uma maior lacuna entre as duas doses da vacina de Oxford, segundo defende a Fiocruz

O vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, orientou nesta quinta-feira (21) que a  vacina de Oxford seja, em um primeiro momento, aplicada por meio de dose única para que mais pessoas possam ser vacinadas.

“O programa que vem sendo usado pela Inglaterra e outros países, é aproveitar a característica da vacina e disponibilizar a vacina para mais pessoas.”, disse, em entrevista à GloboNews

De acordo com Krieger, o imunizante produzido pela niversidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca tem eficácia de 73% por 120 dias a partir da aplicação da primeira dose, o que já seria suficiente para resuzir a carga viral da população e arrefecer a pandemia.

“Tratamos a segunda dose como um reforço. Não é uma vacina que precisa de duas doses, já que tem uma eficácia com a primeira dose. Dados científicos mostram que o esforço nesse espaço de tempo (120 dias) aumenta um dos componentes da resposta imune em cerca de 7x e eleva a eficácia para acima dos 80%.”, explicou.

Fonte: IG SAÚDE

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