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Comitê de emergência da OMS analisa variantes do novo coronavírus

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O comitê de emergência da Organização Mundial de Saúde reúne-se hoje (14), antes do previsto, para discutir as variantes do novo coronavírus, que são mais contagiosas e têm preocupado as autoridades no mundo inteiro.

As reuniões do comitê ocorrem normalmente de três em três meses, mas, “agora, o diretor-geral [da OMS] convocou os membros duas semanas antes do previsto para analisar assuntos que necessitam de um debate urgente. Trata-se das variantes recentes e do uso de certificados de vacinação e de testes para viagens internacionais”, disse um comunicado da OMS, divulgado em Genebra.

O comitê de peritos, presidido pelo francês Didier Houssin, vai reunir-se nesta quinta-feira, e as recomendações para a OMS e países membros serão publicadas após o encontro.

As variantes do coronavírus – identificadas inicialmente no Reino Unido e na África do Sul – são particularmente contagiosas e circulam agora por dezenas de países, com uma nova vaga de contaminações e confinamentos, enquanto ocorrem as campanhas de vacinação.

Números

Segundo a OMS, o número de países e territórios onde já foi detectada a variante britânica pode passar de 50 e a variante identificada na África do Sul surgiu em 20, mas a organização considera que esta avaliação pode estar subestimada.

Uma terceira mutação, originária da Amazónia brasileira e cuja descoberta foi anunciada no domingo pelo Japão, está sendo analisada e pode impactar a resposta imunitária, segundo a OMS, que fala no seu boletim semanal numa “variante preocupante”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.963.557 mortos resultantes de mais de 91,5 milhões de casos de infecção em todo o mundo.

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Sucessor de Merkel será escolhido hoje; o que esperar das eleições na Alemanha

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 Angela Merkel
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A Alemanha vai às urnas neste domingo (26) para escolher o sucessor da chanceler Angela Merkel, após ela ocupar o cargo por 16 anos. As pesquisas indicam vitória do SPD, de Olaf Scholz. Estas deverão ser as eleições mais concorridas dos últimos anos no país.

A questão ambiental é uma das que mais tem marcado a campanha eleitoral. As greves climáticas no país têm sempre muita participação e vários movimentos têm colocado o tema nas ruas para que não seja ignorado.



O “Fridays for future” é um desses movimentos e Leonie Bremer é uma das ativistas que mais se tem destacado na luta contra as alterações climáticas.São três os candidatos que podem ocupar o lugar que vai ser deixado por Angela Merkel.

Com as pesquisas a separá-los por pouco pontos, nenhum parece entusiasmar muito os alemães, que estão divididos entre Armin Laschet, da CDU de Merkel, Olaf Scholz, do SPD, atual ministro das Finanças no governo de coligação, e Annalena Baerbock dos Verdes.

Nos últimos três debates entre os principais candidatos, Olaf Sholz foi considerado vencedor numa pesquisa feita imediatamente após a discussão.

Ganhe quem ganhar, parece ser certo que vão ser necessários pelo menos três partidos para formar governo, já que dificilmente se repetirá a coligação que agora está no poder entre a CDU e o SPD.

Democratas cristãos e sociais-democratas parecem não se entender e procuram aliados. Os Verdes aparecem como boa solução, nos dois casos, mas ainda não se sabe quem será o terceiro partido a fazer parte do governo.Sete partidos têm representação parlamentar.

A Alemanha tem uma espécie de clausula de barreira sobre a entrada na câmara de debates, e os partidos precisam atingir 5% dos votos para evitar que partidos extremistas, por exemplo, consigam eleger parlamentares.

* Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

Fonte: IG Mundo

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