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Comitê de crise é criado para coordenar as ações de combate à Covid-19 no Amazonas

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Em visita ao Centro Integrado de Comando e Controle do Governo do Amazonas, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou a criação de um comitê de crise no estado. O objetivo é agilizar e aumentar a eficiência das tomadas de decisões acerca das ações de combate à Covid-19.

Na terça-feira (12), o estado recebeu do Governo Federal 198 cilindros de oxigênio para reforçar o tratamento de pacientes com Covid-19 que necessitam de suporte respiratório.

Foi acordado que o Hospital Delphina Aziz, do estado, transformará um dos centros cirúrgicos em um ambulatório com capacidade para 30 leitos. No estacionamento do hospital, serão montadas duas enfermarias de campanha, sendo uma feminina e uma masculina, com 40 leitos cada.

Outras duas enfermarias do tipo também devem ser instaladas no Hospital 28 de Agosto, com quantidade de leitos ainda a definir.

Navio Doca Multipropósito Bahia

Para auxiliar o atendimento à população, Manaus receberá nos próximos dias o Navio Doca Multipropósito Bahia. A embarcação é equipada com um complexo hospitalar de 500 metros quadrados e 49 leitos, o que lhe confere grande capacidade de apoio médico. Como tem acesso direto ao convés de voo principal, o navio permite que helicópteros façam evacuações aeromédicas de urgência.

A estrutura conta ainda com duas salas de cirurgia, consultórios médicos e odontológico, laboratório de análises clínicas, sala de raio-X, centrais de oxigênio e de esterilização, leitos de unidade de queimados, de UTI, estabilização/pré-operatório, isolamento e enfermaria.

Com informações do Ministério da Saúde

Fonte: Brasil.gov

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Paraisópolis ganha parque municipal no dia em que celebra 100 anos

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Parque de Paraisópolis
Marcelo Pereira/Secom

Parque de Paraisópolis



Neste sábado, a Prefeitura entregou à população, o Parque Municipal Lourival Clemente da Silva, em Paraisópolis, antiga da comunidade da zona sul da capital. A entrega fez parte das comemorações dos 100 anos do bairro. Com a abertura hoje dessa área verde, já são 110 parques municipais na cidade de São Paulo, sendo dois entregues neste ano.

Segundo o prefeito, Ricardo Nunes, a capital terá mais ainda. “Essa marca é importante, porque a população precisa de área verde e de lazer. Por isso, em outubro entregaremos o Parque Augusta- prefeito Bruno Covas e faremos mais seis até o final da gestão”, completou.

A cidade de São Paulo tem 48,13% de área permeável, com cobertura vegetal e pode aumentar nos próximos anos. “O nosso desafio é manter ou aumentar essa área, pois a população precisa de parques e área de lazer. Além da preservação ambiental, beneficiamos a comunidade, com crianças brincando, jovens e idosos desfrutando do lazer, fazendo atividades e respirando ar puro. Vamos entregar uma cidade bem melhor a cada dia”, disse o prefeito Ricardo Nunes.

Já o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo de Castro, destacou a importância de área verde para a população. “A entrega desse parque é importante para a cidade, para o meio ambiente e para a comunidade local que ganha uma área de Mata Atlântica muito rica com a presença de uma flora muito rica e uma fauna na qual já identificamos 24 espécies de aves”, disse Castro.

Parque Paraisópolis

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Em maio de 2008 foi publicada a lei de criação do Parque e seu nome complementado em janeiro de 2020, em homenagem a Lourival Clemente da Silva, o “Louro” – morador por quase 50 anos e muito popular no bairro. Ele foi um agricultor e dono de um bar (hoje mercado). Faleceu em 2014, vítima de infarto.

A área total do Parque de Paraisópolis tem 68 mil metros quadrados, equivalente a quase 10 campos de futebol. O investimento para a abertura do Parque foi de R$ 2.922.488,80, provenientes do FMSAI – Fundo Municipal de Saneamento Ambiental e Infraestrutura. A inauguração do espaço faz parte das ações de melhoria em Paraisópolis tomada em conjunto entre a Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo em 2019.

O espaço conta com nascentes, curso d´água e vegetação de grande porte, além de um pergolado, deck, estares, edifício administrativo, área de exercício e parquinhos.

Dentre as espécies nativas, encontram-se ali cabuçu, capinxigui, figueira-branca, pau-jacaré, pixirica, sapopemba, suinã, tapiá-guaçu e tucum. Já entre as exóticas destacam-se a árvore-do-papel-de-arroz, o cinamomo, além de eucaliptos. Uma das espécies registradas é o pinheiro-do-paraná, que está em perigo de extinção no Brasil. Como compensação ambiental, foram plantadas 202 mudas nativas.


Bairro

Originado cem anos atrás em um loteamento destinado à construção de residências na antiga Fazenda do Morumbi, Paraisópolis começou a ser ocupado a partir de 1950 em terrenos de caráter semi-rural, por famílias de baixa renda, em sua maioria migrantes nordestinos atraídos pelo emprego na construção civil. Em 1970 já residiam irregularmente cerca de 20 mil pessoas, hoje são 100 mil.

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