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Com vitória em Cuiabá, advogado líder da chapa “Nova OAB” se firma como maior liderança da oposição à atual gestão da OAB-MT

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Advogado Pedro Paulo Peixoto

A chapa de oposição Nova OAB, liderada pelo advogado e professor Pedro Paulo, conquistou mais de 4.000 votos na eleição para a diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Mato Grosso (OAB-MT) realizada na sexta-feira (26.11).

Mesmo não saindo vencedoras gerais do pleito, as lideranças da chapa reforçam a votação expressiva em Cuiabá e Várzea Grande e ainda venceu em Lucas do Rio Verde, Colíder e Paranatinga.

Em Cuiabá, foram 2.218 votos contra 1.753 votos para a chapa de situação. Já em Várzea Grande, 219 votos foram para a chapa 2.

“Mais de 46% dos advogados e advogadas de Mato Grosso acreditaram em nossas propostas e projeto de renovação. Fizemos uma caminhada ética, transparente e contando com o apoio de centenas de pessoas que, voluntariamente, aderiram à nossa campanha”, disse Pedro Paulo Peixoto Junior, candidato a presidente pela chapa Nova OAB. A insatisfação com a condução da OAB pela atual gestão está clara, pois, além dos 46% de votos atribuídos a nossa chapa, o índice de abstenção alcançou a marca aproximada de 30%, ou seja, a atual direção não conseguiu motivar os eleitores em participar do pleito eleitoral e chancelar o seu trabalho.”

Para Gabriela Novis, candidata a vice-presidente pela chapa Nova OAB, uma semente de mudança foi plantada. “Foi uma campanha linda, leve e propositiva, com cara, coragem e coração. Não tivemos muito dinheiro, nem votos comprados. Todos os que estiveram conosco acreditavam – e ainda acreditam, em um projeto diferente, inclusivo e transparente. Nosso grupo se fortaleceu e surge uma oposição firme”, reforçou.

Pedro Paulo lembrou que a campanha foi feita com poucos recursos financeiros, mas muitos apoios voluntários. “A diferença de estrutura era gritante, não tínhamos avião à disposição e, por causa do pouco tempo, não conseguimos estar presencialmente em todas as subseções. A logística foi difícil, mas mesmo assim tivemos essa votação expressiva. Seguiremos trabalhando por uma nova OAB, só temos gratidão por todos os colegas da advocacia que trabalharam em prol desta ideia de renovação e oxigenação da entidade em Mato Grosso. Estamos alertas e nos firmamos como oposição.”

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Manejo e adubação refletem em maior produção de café para agricultores de Cotriguaçu

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Assistidos há um ano pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer), junto ao Programa REM-MT, produtores de café de Cotriguaçu (a 940 km de Cuiabá) estão otimistas com a safra deste ano. Na segunda colheita prevista para o mês de abril, a meta é chegar a 100 sacas por hectare, 60% a mais que o total do ano passado, que chegou a 60 sacas por hectare.

O aumento na produção dos 50 produtores atendidos nesse período está relacionado ao manejo com o uso de técnicas corretas para adequação do solo, adubação, podas, manejo integrado de pragas e doenças, além do controle de plantas daninhas.

Um exemplo é a produtora Daiane Gilioli, que chegou a pensar em desistir após anos de muita dor de cabeça e despesa. Ela lembra que seu café era amarelo e já teve 70% da produção perdida por não saber como e o que fazer.

Atualmente, com 13 mil pés de café, Daiane destaca que espera ter todo investimento de anos, finalmente, revertidos em renda com a colheita de 2022. “Aprendi que tem tempo para tudo, desde a correção do solo, a adubação, a poda, até as demais técnicas. Segui todas as recomendações e vou colher o resultado de todo esse trabalho”.

O produtor Samuel dos Santos Freitas, do Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu, tem a mesma expectativa de aumento da produção para este ano, em que espera colher até 300 sacas em 2,4 hectares, sendo 8 mil pés de café. Além dos anos de experiência, ele destaca que a assistência da Empaer tem contribuído muito para a superação das metas.

Ainda assim, o maior temor é com as pragas, entre elas, as mais perigosas são a cochonilha e a broca. “Vi produtor perder até 40% da produção por causa dessas pragas. Em 15 dias elas se espalham pela lavoura e tudo fica comprometido. A orientação do uso e da aplicação do inseticida correto faz toda diferença”.

O engenheiro agrônomo da Empaer, Thiago Tombini, explica que todo trabalho de acompanhamento e orientações associado às práticas recomentadas vêm auxiliando na produtividade e na qualidade dos grãos colhidos.

“Tudo influencia diretamente no crescimento e produtividade do cafeeiro por fornecer nutrientes adequados à planta e, principalmente, representar alto valor no custo da produção. Além das questões técnicas sobre o cultivo, orientamos também o produtor sobre outro tema importante, que é a gestão da propriedade”.

Técnicos orientam produtores sobre o cultivo do café em Cotriguaçu – foto Empaer

Fonte: GOV MT

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