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Com homenagem a Zé do Caixão, festival Curta Neblina traz 31 curtas

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Com a pandemia do novo coronavírus em curso, a sétima edição do Curta Neblina – Festival Latino-Americano de Cinema será totalmente online este ano. A edição tem início hoje (18) e segue até o dia 4 de outubro.

Zé do CaixãoZé do Caixão

Zé do Caixão será o homenageado da sétima edição do festival – Reprodução TV Brasil

Para esta sétima edição, o festival vai apresentar 31 curtas-metragens de cinco países. E como uma homenagem especial ao ator e cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão, morto em fevereiro deste ano, o festival vai apresentar também o longa Ritual dos Sádicos – O Despertar da Besta. O filme ficará disponível na plataforma do festival por 24 horas: das 23h59 de sábado (19) até 23h59 de domingo.

Mojica teve uma longa ligação com o evento. Ele esteve presente na primeira edição do Curta Neblina e passou então a batizar o prêmio anual que é concedido aos melhores cineastas do festival.

Além de Zé do Caixão, o evento também vai homenagear a cineasta Suzana Amaral, que morreu este ano, e a atriz Ruth de Souza, que morreu no ano passado.

Este ano, o evento dedicará uma mostra especial sobre o cinema espanhol, premiando o melhor curta-metragem com uma trilha sonora original de André Abujamra, concedido pela Embaixada da Espanha no Brasil. E também incluiu um concurso de roteiros de longa-metragem para países lusófonos.

O Curta Neblina é um evento originado na Vila de Paranapiacaba, em Santo André (SP), região muito conhecida pela neblina, do qual ganhou o nome. O festival apresenta curtas-metragens em documentário, ficção e animação e busca projetar novos cineastas.

Os curtas poderão ser assistidos gratuitamente pelo site www.cachacafilmes.com/curtaneblina, onde também constam mais informações sobre o festival.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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Novo caça Gripen F-39E é apresentado a autoridades em Brasília

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Depois de sobrevoar Brasília na última sexta-feira (23), o novo caça F-39E, da fabricante sueca Saab, foi apresentado a autoridades nesta noite na Base Aérea de Brasília. O presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, assistiram ao evento, mas não falaram com a imprensa.

O vice-presidente Hamilton Mourão, ministros do governo e os comandantes das três Forças Armadas também participaram da apresentação. A embaixadora da Suécia no Brasil, Johanna Brismar Skoog, esteve no evento.

O avião apresentado é o primeiro dos 36 caças que serão entregues à Força Aérea Brasileira até 2024. Os 13 primeiros estão sendo fabricados na Suécia, oito terão a produção iniciada na Suécia e concluída no Brasil. Os 15 últimos caças serão fabricados integralmente no Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen numa unidade da Embraer, em Gavião Peixoto (SP).

Para o comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do Ar Antonio Carlos Bermudes, a escolha dos caças Gripen apresentou a melhor relação custo-benefício, ao serem mais baratos que os concorrentes e envolver acesso irrestrito aos armamentos e transferência de tecnologia e conhecimento para o Brasil.

“Enaltecemos o mútuo respeito entre Brasil e Suécia, nações amigas que firmaram interesse mútuo em manter uma parceria industrial e tecnológica em matéria de defesa que contribuirá para o fortalecimento de uma política de alianças estratégicas para viabilizar um projeto moderno, versátil e inovador”, declarou Bermudes.

O presidente da Saab, Micael Johansson, disse considerar o Brasil um mercado estratégico para a empresa porque, no futuro, a indústria brasileira poderá vender aeronaves para outros países. Ele destacou que o acordo com o Brasil representou o maior esforço de transferência de tecnologia para outro país feito pela Saab.

“É uma colaboração importante. Não estamos falando só de entregar 36 aeronaves para o Brasil, mas uma colaboração entre as indústrias, entre Forças Aéreas e países, para fortalecer a colaboração entre Brasil e Suécia por muito tempo ainda. Posso garantir que, como país, nosso compromisso é longo com esse programa”, declarou.

Avião

Cada avião leva dois anos para ser produzido, com linhas de montagem distintas na Suécia e no Brasil. As configurações serão diferenciadas porque os caças brasileiros terão equipamentos diferentes dos caças suecos. Todas as 36 unidades ficarão sediadas na Base Aérea de Anápolis (GO).

Desenvolvido em conjunto pela Saab e pela Embraer, o Gripen F-39E tem dois assentos, para permitir missões de treinamento e de maior complexidade que exijam um segundo piloto. Capaz de atingir duas vezes a velocidade do som e suportar até nove vezes a força da gravidade durante manobras, as aeronaves poderão executar missões de defesa aérea, de ataque e de reconhecimento no mesmo voo, sem necessidade de retorno à base.

Com 14,1 metros de comprimento e 8,6 metros de largura, o modelo brasileiro do Gripen conseguirá, segundo a Aeronáutica, voar os 4.387 quilômetros que separam o Monte Caburaí (RR) e o Arroio Chui (RS), extremos do Brasil, sem a necessidade de reabastecimento.

O radar de última geração facilitará o monitoramento do espaço aéreo e a defesa das fronteiras, permitindo ataques a alvos aéreos, marítimos e terrestres 24 horas por dia, sob quaisquer condições meteorológicas. Cada avião tem capacidade para 6,5 toneladas de armamentos.

Histórico

O processo de substituição dos atuais caças F35 começou em 2010, com a realização de pesquisas e de uma concorrência para a escolha da aeronave. Em dezembro de 2013, a Saab foi escolhida.

Em outubro de 2015, o primeiro grupo dos mais de 350 engenheiros e técnicos das empresas Embraer, AEL Sistemas, Akaer, Atech, Saab Aeronáutica Montagens e Saab Sensores e Serviços do Brasil começaram os treinamentos na Suécia. De volta ao Brasil, a maior parte da equipe trabalhou de forma integrada em Gavião Peixoto.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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