POLÍTICA NACIONAL

Com Doria, desistências da terceira via já acumulam oito nomes; veja

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Com Doria, desistências da terceira via já acumulam oito nomes; veja
Reprodução / redes sociais – 23.05.2022

Com Doria, desistências da terceira via já acumulam oito nomes; veja

Com o anúncio do ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) de deixar a disputa presidencial, chega a oito o número de pré-candidatos que desistiram de representar a terceira via nas urnas. Além do tucano, na relação de nomes cotados para fazer frente à polarização da disputa entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), já passaram o ex-juiz Sérgio Moro (União), o presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD), o fundador do Novo João Amôedo, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (União) e o apresentador Luciano Huck.

Apresentador Luciano Huck
Reprodução

Apresentador Luciano Huck

Primeiro nome a ser retirado da disputa, o apresentador Luciano Huck nunca lançou oficialmente sua pré-candidatura, mas foi cortejado por diversos partidos. Huck optou por investir em sua carreira artística, mas deixou em aberto a possibilidade de uma candidatura em eleições futuras.

João Amoêdo no comando do Novo
Rovena Rosa/ Agência Brasil

João Amoêdo no comando do Novo

A pré-candidatura do ex-presidente do Novo João Amoedo durou apenas nove dias foi descartada por divisões internas no partido.

Ex-ministro perdeu força
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Ex-ministro perdeu força

Luiz Henrique Mandetta também abandou a disputa ainda após o fortalecimento do nome do ex-juiz Sergio Moro dentro de seu partido, o União Brasil, para cabeça de chave na disputa.

Rodrigo Pacheco
Reprodução: commons

Rodrigo Pacheco

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, também mudou de legenda visando à eleição. O senador trocou DEM pelo PSD e foi convocado pelo líder do partido, Gilberto Kassab, a disputar o Planalto. Mas depois de não emplacar nas pesquisas eleitorais, sem sair do 1% de intenção de votos, optou por tentar uma reeleição.

O senador Alessandro Vieira
Reprodução

O senador Alessandro Vieira

Antes pré-candidato pelo Cidadania, o senador Alessandro Vieira saiu da corrida presidencial ao deixar o partido, por divergências com a direção da legenda. Ele se filiou ao PSDB e deve concorrer ao governo de Sergipe.

Ex-juiz Sergio Moro
Reprodução/Redes sociais – 17/05/2022

Ex-juiz Sergio Moro

O ex-juiz Sergio Moro chegou a se filiar ao Podemos em novembro de 2021, quando se coloca à disposição para concorrer à Presidência, fazendo movimentos para tentar se consolidar como melhor opção. As aspirações, no entanto, foram deixadas de lado quando o ex-juiz se filia ao União Brasil em março deste ano e começa a trabalhar em prol de uma candidatura ao Congresso.

O ex-governador do RS, Eduardo Leite (PSDB)
Reprodução – 28.03.2022

O ex-governador do RS, Eduardo Leite (PSDB)

Derrotado por Doria nas prévias do PSDB, no ano passado, o ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite renunciou ao cargo na esperança de aderir à corrida presidencial e chegou a ser cortejado pelo PSD, após a desistência de Rodrigo Pacheco. Com a disputa de forças no PSDB, no entanto, seu nome não avançou e ele deve disputar novamente o Executivo gaúcho.

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POLÍTICA NACIONAL

Corrupção no MEC: ministra envia 3º pedido para investigar Bolsonaro

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Cármen Lúcia, ministra do STF
Nelson Junior/ STF

Cármen Lúcia, ministra do STF

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF) , mandou para a Procuradoria-Geral da República (PGR) nesta quarta-feira o terceiro pedido para investigar se o  presidente Jair Bolsonaro teve envolvimento em um suposto esquema de corrupção no Ministério da Educação (MEC) .

O pedido foi encaminhado ao STF por senadores da oposição, como Paulo Rocha, Humberto Costa, Fabiano Contarato, Jacques Wagner, Jean-Paul Prates, Paulo Paim e Zenaide Maia.

Na decisão, a ministra aponta uma “gravidade incontestável” dos fatos apresentados no pedido feito pelos parlamentares de oposição.

“Relata-se, na notícia apresentada, quadro de gravidade incontestável, o que impõe a manifestação da Procuradoria-Geral da República, para se cumprirem os fins do direito vigente”, afirma Cármen.

No requerimento feito à ministra, os senadores apontam que “desdobramentos das apurações processuais, em sede de inquérito policial e processo judicial, acerca de possíveis atos criminais de corrupção passiva, tráfico de influência, advocacia administrativa e prevaricação pelo ex Ministro da Educação – Milton Ribeiro – trazem a lume posturas do Excelentíssimo Presidente da República Jair Messias Bolsonaro que apontam para possível incursão em prática de violação de sigilo processual e obstrução de justiça”.

O despacho da ministra segue os moldes do que já havia sido dado por ela nesta terça-feira, em um pedido feito pelo deputado Israel Batista (PSB-DF).

Um inquérito aberto pela Polícia Federal apura a atuação de pastores lobista na pasta durante a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro. O presidente, porém, não é alvo da investigação.

Na segunda, Cármen Lúcia já tinha determinado que a PGR se manifestasse sobre o pedido de investigação feito por outro deputado de oposição: Reginaldo Lopes (PT-MG). Nesse despacho, porém, ela não havia mencionado a “gravidade do quadro narrado”.

Além desses pedidos de investigação feitos por parlamentares, a Justiça Federal também determinou o encaminhamento ao STF da investigação aberta contra Ribeiro. Nesse caso, ainda não houve nenhuma decisão na Corte.

Corrupção no MEC Na sexta-feira da semana passada, após o Ministério Público Federal (MPF) apontar indícios de vazamento da operação e “possível interferência ilícita por parte do presidente da República Jair Messias Bolsonaro nas investigações”, o caso foi enviado ao STF pelo juiz federal Renato Borelli, que tocava o processo. Como presidente da República, ele pode ser processado apenas pelo STF.

Na semana passada, durante a Operação Acesso Pago, Milton Ribeiro chegou a ser preso preventivamente e foi alvo de busca e apreensão, além de ter tido o sigilo bancário quebrado, por ordem do juiz federal Renato Borelli. Depois foi solto por decisão do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

A PF já tinha interceptado ligações telefônicas do ex-ministro. Em uma delas, em 9 de junho, ele contou à filha que conversou por telefone com Bolsonaro. Segundo Milton Ribeiro, o presidente disse na época achar que fariam uma busca e apreensão contra o ex-ministro.

O diálogo levou o MPF a apontar houve indícios de vazamento e “possível interferência ilícita por parte do presidente da República Jair Bolsonaro nas investigações”. A partir disso, solicitou o envio do caso ao STF, tribunal que pode processar o presidente da República, o que foi autorizado pelo juiz federal Renato Borelli.

No telefonema com a filha, Milton Ribeiro afirmou:

“A única coisa meio… hoje o presidente me ligou… ele tá com um pressentimento, novamente, que eles podem querer atingi-lo através de mim, sabe? É que eu tenho mandado versículos pra ele, né?”

Depois disse:

“Não! Não é isso… ele acha que vão fazer uma busca e apreensão… em casa… sabe… é… é muito triste. Bom! Isso pode acontecer, né? Se houver indícios né”.

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Fonte: IG Política

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