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Com a redução na média móvel de casos de covid-19; Estado decreta novas regras

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Com a redução na média móvel de casos confirmados de covid-19 no Estado, o governo publicou novas regras para regulamentar a prática de esportes e a abertura de cinemas e bares em Mato Grosso. O decreto nº 655/2020 foi publicado em edição extra do Diário Oficial desta sexta-feira (25.09).

De acordo com o governador Mauro Mendes, planejamento para a retomada das atividades econômicas no Estado está acontecendo de forma responsável, com o objetivo de preservar os postos de trabalho e a economia de Mato Grosso.

“Estamos fazendo essa retomada de forma gradativa. Com a redução da contaminação e da ocupação de UTIs, já é possível permitir que essas atividades possam ser realizadas, sempre de forma segura. O setor cultural e esportivo foi muito prejudicado pela pandemia e cabe ao Governo auxiliar esses profissionais a restabeleceram sua fonte de renda”, afirmou o governador.

“É importante exaltar a sensibilidade do governador que permitiu essas atividades culturais e esportivas, que foram as primeiras afetadas pela pandemia e assim minimizar os impactos a quem vive do setor. Tudo isso paralelamente à ampliação da rede pública de saúde, com criação de leitos de UTI em todo estado, assim como pelas ações de tratamento precoce, a exemplo da criação do Centro de Triagem na Arena Pantanal e do envio de medicamentos e  300 mil testes rápidos aos municípios”, completou o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Alberto Machado.

Novas regras

A prática de esportes coletivos das categorias amador e profissional pode funcionar, desde que respeitado o limite de público externo de, no máximo, 30% da capacidade total do local do evento. Também deve ser observado o espaçamento de 1,5 metro entre os assentos.

Já os cinemas, museus e teatros, podem abrir as portas ao público, desde que respeitado o limite de pessoas correspondente a 50% da capacidade máxima do local. Para este cálculo, é necessário usar como base o metro quadrado e o espaçamento de 1,5 m entre as pessoas.

Os bares, shows, casas noturnas e congêneres, precisam respeitar o limite de público sentado, que não deve ultrapassar 50% da capacidade máxima do local, utilizando o mesmo critério para cálculo dos cinemas, teatros e museus.
Para a edição do decreto, o governo considerou a tendência de estabilização nos registros de casos de infecção pelo coronavírus, conforme os dados do último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde n° 32. Também houve a redução da média móvel de casos confirmados, e de hospitalizações e óbitos.

Confira o decreto na íntegra clicando aqui.

Fonte: GOV MT

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Praga, queda na produção e seca elevam preço da mandioca em 238%

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A mandioca, raiz tradicionalmente cultivada na agricultura familiar, está em escassez em Mato Grosso. A seca prolongada, a incidência de pragas e a pandemia provocaram a queda na produção da mandioca no Estado, e consequentemente causaram a elevação do preço da raiz em 238% em apenas cinco meses.

Em maio a saca de 50 kg da raiz era vendida a R$ 42. Nesta semana, essa mesma quantidade está sendo vendida a R$ 140, conforme aponta a cotação de preços da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), realizada na Central de Abastecimento de Cuiabá, que abastece o comércio atacadista e varejista de hortifrutigranjeiros da capital e região.

Com a falta da mandioca para abastecer o mercado interno, o comércio está tendo de importar de outros estados. “A grande maioria da mandioca que hoje é consumida em Mato Grosso tem vindo do Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás”, comenta a técnica de Desenvolvimento Econômico Social da Seaf, Doraci Maria de Siqueira.

Ainda segundo a técnica da Seaf, outros fatores têm causado também a escassez da mandioca em Mato Grosso. A redução da área plantada e também da produção são outros fatores apontados. “Além disso, para arrancar a mandioca do chão é preciso muita força, e a grande maioria dos produtores familiares não têm condições de adquirir maquinários para isso e estão acima dos 50 anos, tornando a colheita um serviço muito pesado, por ser algo que exige força”, comenta.

Pagando mais caro pela mandioca, os comerciantes da área de alimentação têm evitado de repassar o aumento do produto aos clientes nesse momento. A empresária Priscilla Sá, proprietária da Moinho Espeto, explica que tal decisão é para evitar o ‘sumiço’ dos consumidores pós pandemia, período em que o comércio começa a dar sinal de recuperação.

“Subiu o arroz, a carne, o limão e agora a mandioca. Estamos segurando ao máximo reajustar esses aumentos nos nossos produtos para não espantar os clientes. A previsão junto aos nossos fornecedores é que no mês que vem o preço da mandioca recue e estamos contando com isso para mantermos os mesmos valores dos nossos espetos”, comenta Priscilla Sá.

Cotação

A cotação de preços dos principais produtos da agricultura familiar é realizada semanalmente, toda terça-feira a partir 5 horas, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e prefeitura de Cuiabá.

A pesquisa de preço é realizada na Central de Abastecimento de Cuiabá, levando em conta o preço mínimo, mais comum e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

Para acessar o preço de todos os 69 produtos divulgados pela cotação regional dos preços do Prohort clique AQUI!

Esta regulação é fundamental para garantir a qualidade do preço, evitando crimes contra a economia popular e valorizando o esforço e trabalho do homem do campo.

Fonte: GOV MT

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