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Com a ajuda da filha, mulher põe fogo no carro do ex-marido com ele dentro

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Carro fogo
Homem teve 60% do corpo queimado pela ex-mulher

Nesta quarta-feira (28.10), uma mulher de 41 anos foi presa pela Polícia Civil de Minas Gerais na cidade de Ipanema, na região do Rio Doce, após atear fogo no carro do ex-marido com ele dentro. O plano, que seria motivado por ciúme e vingança, contou com a ajuda da filha da suspeita, de 17 anos, que também foi presa.

Segundo informações da corporação, o crime foi cometido na madrugada de quarta, quando a vítima estava dentro do veículo com uma mulher. As duas se aproximaram, jogaram gasolina no carro e atearam fogo. A testemunha, que relatou o caso após chamar a polícia, conseguiu escapar sem lesões, mas o homem teve 60% do corpo queimado e foi encaminhado a um hospital em estado grave.

“A mulher e a adolescente se dirigiram ao local onde estava estacionado o veículo, ocupado pela vítima e uma outra mulher. Elas derramaram combustível no veículo e atearam fogo “, informou o delegado responsável pelo caso, Alfredo Serrano dos Reis.Horas depois do crime , mãe e filha foram presas. A adolescente foi encontrada no centro da cidade, enquanto a mulher estava escondida em um sítio na zona rural. Ainda de acordo com a polícia, ela chegou a tentar fugir ao ver a aproximação das viaturas, mas foi contidas pelos agentes.

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BRASIL E MUNDO

Operação Enterprise apreende mais de R$ 400 milhões em bens

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Foi deflagrada nesta segunda-feira (23) a Operação Enterprise, que atingiu uma organização de tráfico de entorpecentes de alcance internacional, além de diversos outros crimes como lavagem de dinheiro e remessa ilegal de divisas para o exterior. A quadrilha, com ramificações em vários estados, tinha uma das principais bases logísticas no litoral do Paraná, com forte atuação pelo Porto de Paranaguá.

Foram cumpridos 151 mandados de busca e apreensão em 10 estados (BA, MG, MS, MT, PA, PE, PR, RN, SC e SP) e quatro no exterior (Espanha, Colômbia, Portugal e Emirados Árabes Unidos). Também foram cumpridos 65 mandados de prisão, sendo que 29 pessoas haviam sido presas até o fim da manhã, principalmente no litoral do Paraná e em Curitiba e região metropolitana. Além disso, foram concedidos 37 pedidos de arresto (mandados de apreensão) de aeronaves.

Investigações

As investigações iniciaram a partir de uma apreensão em setembro de 2017 por servidores da Receita Federal, que impediram o embarque de 776 quilos de cocaína que estavam sendo exportados pelo Porto de Paranaguá, com destino ao Porto de Antuérpia, na Bélgica. Com as informações levantadas pela Receita Federal, a Polícia Federal instaurou inquérito policial e os dois órgãos públicos atuaram em conjunto nas investigações que descortinaram uma vasta organização criminosa, que atuava na exportação de entorpecentes a partir de portos brasileiros para variados destinos no exterior, com predominância para a Europa.

Durante o período investigativo, foram apreendidas mais de 50 toneladas de cocaína ligadas à quadrilha, no Brasil e no exterior. A maior parte das apreensões ocorreu em área portuária, mas houve quantidade significativa em depósitos, estradas, aeronaves e até em embarcações de menor porte, em alto mar. Os principais portos utilizados pela quadrilha eram Paranaguá (PR) e Santos (SP), mas havia também ramificações em outros portos como Natal (RN), onde um grupo se especializava em enviar a droga para o exterior no meio de cargas de frutas e também em embarcações pesqueiras.

O superintendente-adjunto da Receita Federal, Fabiano Blonski, destacou a constante troca de informações entre as duas instituições para o sucesso da ação. “Após a apreensão em Paranaguá, a troca constante de informações permitiu que novos alvos fossem identificados pela Polícia Federal, e a Polícia Federal realimentava a Receita Federal com possíveis operações irregulares de exportação. Além disso, a Receita Federal desenvolveu um sistema de vigilância e gerenciamento de risco que possibilitou um crescimento enorme na apreensão de droga no Porto de Paranaguá, um dos mais visados pela quadrilha”, explica.

O acompanhamento da quadrilha e o refinamento das ações de investigação permitiram que a Receita Federal batesse recordes sucessivos de apreensão de cocaína nos últimos anos.

 

Com informações da Receita Federal 

Fonte: Brasil.gov

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