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Clubhouse para Android chega ao Brasil nesta terça-feira

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Clubhouse, rede social apenas de áudio, vem fazendo sucesso em todo o mundo
Unsplash/William Krause

Clubhouse, rede social apenas de áudio, vem fazendo sucesso em todo o mundo

O Clubhouse anunciou neste domingo (16) que o aplicativo para Android funcionará no Brasil, Japão e Rússia a partir de terça-feira (18), na Índia e na Nigéria na sexta-feira (21) e no resto do mundo ao longo da semana.

No primeiro ano, a plataforma de áudio estava disponível apenas em dispositivos iOS . Apesar de seu acesso limitado inicial, o Clubhouse cresceu para 10 milhões de usuários em seu ano inaugural e recentemente foi avaliado em US$ 4 bilhões após uma nova rodada de financiamento .

“Nosso plano nas próximas semanas é coletar feedback da comunidade, corrigir quaisquer problemas que virmos e trabalhar para adicionar alguns recursos finais, como pagamentos e criação de clubes, antes de implementá-los de forma mais ampla”, disse a empresa em comunicado ao anunciar no dia 9 de maio a versão para Android nos Estados Unidos.

Você viu?

Caso queira, você pode baixar o Clubhouse na Play Store para ser notificado quando o aplicativo estiver disponível na sua região. Porém, isso não garante o acesso à plataforma, pois ainda será necessário receber um convite de outro usuário para fazer parte do clubinho.

Ainda no comunicado, a empresa afirmou que essa estratégia faz parte “do esforço para manter o crescimento medido”. Afinal, ela cresceu mais rápido do que o esperado, o que causou falhas e interrupções no serviço. “Isso nos fez mudar nosso foco para contratação, conserto e construção de empresa, em vez de reuniões da comunidade e recursos de produto que normalmente gostamos de nos concentrar”, esclareceu.

Segundo o Clubhouse , até hoje existem milhões de usuários iOS que também aguardam sua vez para usarem o aplicativo . Além da fila de espera, a proposta do aplicativo levantou o interesse de outros players. O Twitter já lançou o Spaces , o Discord criou o Stage Channels e Facebook , Spotify , Slack , LinkedIn e Reddit estão em diferentes estágios no desenvolvimento de um recurso semelhante.

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TikTok e WeChat deixam de ser proibidos pelo governo dos EUA

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A bigtech pode ultrapassar Facebook, dizem especialistas
Divulgação / TikTok

A bigtech pode ultrapassar Facebook, dizem especialistas


O Departamento de Comércio dos Estados Unidos anunciou, nesta segunda-feira (21), a revogação de uma lista publicada em setembro que proibia transações com TikTok e WeChat .

A medida ocorre após o presidente Joe Biden revogar, no começo deste mês, várias ordens executivas do ex-presidente Donald Trump , que buscavam proibir novos downloads dos aplicativos do WeChat e do TikTok, de donos chineses, e ordenar uma revisão pelo Departamento de Comércio das questões de segurança apresentadas por esses aplicativos e outras.


O Departamento de Comércio durante o governo Trump também tentou banir o WeChat nos EUA e restrições semelhantes que teriam barrado o uso do TikTok.

O decreto de Biden instruiu o Departamento de Comércio a monitorar aplicativos como o TikTok que possam afetar a segurança nacional, bem como a fazer recomendações dentro de 120 dias para proteger os dados dos EUA adquiridos ou acessíveis por empresas controladas por adversários estrangeiros.

Ameaça

Em agosto de 2020, sob alegação de segurança nacional, Trump baixou um decreto que proibia qualquer americano residente nos EUA ou empresa no país a fazer negócios com os donos dos apps.

Chegou a dar um prazo de 90 dias para que a ByteDance, dona do TikTok, se desfizesse de suas operações nos EUA. Trump chegou a declarar apoio à compra das operações do TikTok nos EUA pela Microsoft, desde que o governo americano recebesse um percentual do valor do negócio.

Na prática, a decisão bania dois populares aplicativos nos EUA. O WeChat, uma plataforma com mais de 1 bilhão de usuários, é usado para comunicação, pagar contas e até chamar um táxi.

É também o canal usado por empresas para fazer negócios com companhias chinesas, já que o WhatsApp não é permitido no país asiático.

Segundo os EUA, segundo o governo, a Tencent, dona do WeChat, mantém laços com o Partido Comunista Chinês, que poderia usar o aplicativo para disseminar propaganda, rastrear usuários e roubar informações pessoais e privadas.

Em setembro do ano passado, liminar concedida pela juíza Laurel Beeler suspendeu o banimento do WeChat das lojas de aplicativos nos EUA.

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