MULHER

Closet ideal: dicas para projetar um espaço sob medida

Publicados

em


source
Em um closet de casal,as profissionais dedicaram um espaço generoso para a disposição dos calçados e a coleção de bolsas
Henrique Ribeiro/Meet Aqrquitura

Em um closet de casal,as profissionais dedicaram um espaço generoso para a disposição dos calçados e a coleção de bolsas



Para muitas pessoas, ter um closet espaçoso, com as roupas e objetos pessoais bem-dispostos e com fácil acesso no dia a dia, é grande um sonho. Mas para que o closet seja real, algumas regras e orientações são fundamentais, como verificar o volume e o estilo das roupas, sapatos e os acessórios. 

“Os primeiros passos são pautados na busca por conhecer as características dos nossos clientes e avaliar as dimensões disponíveis para projetar o closet”, diz a arquiteta Flávia Nobre. Para que não haja erros em nenhum destes pontos, a arquiteta, em parceria com a designer de interiores Roberta Saes, sugere algumas recomendações para não errar no planejamento do closet dos seus sonhos. Confira.

Além dos cabideiros e nichos mais altos na parte superior, aposte na funcionalidade de gavetas e pequenas aberturas que recebem as camisetas passadas e dobradas
Henrique Ribeiro/Meet Arquitetura

Além dos cabideiros e nichos mais altos na parte superior, aposte na funcionalidade de gavetas e pequenas aberturas que recebem as camisetas passadas e dobradas




Entenda seu espaço

Antes da execução da marcenaria – o maior aliado para um closet personalizado –, é primordial definir as medidas e entender como ela será realizada no espaço disponível. Para isso, a contratação de profissionais especializados: arquiteto ou designer de interiores. Eles são essenciais para atuar na concepção do projeto e acompanhar a execução com um marceneiro especializado. “Não abrimos mão da marcenaria planejada. Só assim entregamos um trabalho exclusivo e desenhado especialmente para cada cliente”, diz Saes.

Levantamento de peças

Você viu?

É necessário que os profissionais tenham noção do volume de roupas, sapatos e acessórios que serão inseridos no closet. “Por exemplo, se a moradora tiver muitos vestidos de festa, precisamos dedicar um módulo duplo de cabideiro para preservar a integridade da peça. Alguns modelos não podem ser dobrados”, explica Flávia. Do mesmo modo, quando o armário é compartilhado entre um casal, é estabelecida a proporção e um desenho exclusivo, de acordo com a demanda de cada um. 

Conheça todos os compartimentos

Na planta desse imóvel, Flávia e Roberta uniram dois dormitórios que deram espaço para uma suíte generosa, com direito a um closet com portas.
Henrique Ribeiro/Meet Arquitetura

Na planta desse imóvel, Flávia e Roberta uniram dois dormitórios que deram espaço para uma suíte generosa, com direito a um closet com portas.

São os compartimentos que auxiliam na setorização dos itens auxiliando o manuseio e arrumação no dia a dia! Diferentemente do guarda-roupas e armários convencionais, esse espaço possibilita uma melhor visualização dos itens e faz com que se ganhe mais tempo.

Conhecer a função de cada um deles pode facilitar no entendimento do closet:

  • Nichos e Prateleiras: ideais para guardar camisetas, malhas ou bolsas, mochilas ou caixas de acessórios.
  • Cabideiros: Essenciais em closets femininos, abrigam vestidos e casacos longos. Para um cabideiro tradicional ou masculino podem abrigar blazers, camisas e casacos.
  • Gavetas: estão prontas para guardar peças íntimas, roupas de academia ou pijamas e podem apresentar diversas medidas.
  • Maleiros: Acessado com menor frequência, o maleiro fica localizado na parte mais alta de armários e closets.
  • Sapateiras: as prateleiras deslizantes são indicadas para acomodar sandálias, tênis, sapatos e rasteirinhas.
Neste closet,o destaque fica para os nichos e prateleiras, ideais para guardar roupas ou acessórios
Henrique Ribeiro/Meet Arquitetura

Neste closet,o destaque fica para os nichos e prateleiras, ideais para guardar roupas ou acessórios

Vale lembrar que a altura das prateleiras seguirá de acordo com os tipos de sapatos dos clientes: no caso de salto alto, a medida a ser considerada entre os vãos será maior. “Gostamos de explicar também que o perfil do sapato pode indicar se o espaço comportará mais ou menos pares. As sapateiras deslizantes são excelentes, pois nos possibilitam posicionar um mais a frente e o outro logo atrás, otimizando assim a área disponível”, diz Saes.

Neste closet aberto, as profissionais optaram por tons claros, seguindo a personalidade da cliente
Henrique Ribeiro/Meet Arquitetura

Neste closet aberto, as profissionais optaram por tons claros, seguindo a personalidade da cliente

Pesquise e tenha referências

De acordo com as especialistas, procurar referências podem ajudar na visualização dos itens em seu próprio espaço, além de trazer uma base de custos e auxiliar na avaliação real de acordo com condições reais. “Uma busca por hashtags, Pinterest ou até mesmo o Google é válida! Tendo base do que gosta, facilita o trabalho do profissional na criação de algo exclusivo do jeitinho que o morador desejar!”, completa Nobre.


Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook
Propaganda

MULHER

10 produtos e hábitos que você deve manter longe da sua vagina

Publicados

em


source

Alto Astral

10 produtos e hábitos que você deve manter longe da sua vagina
Reprodução: Alto Astral

10 produtos e hábitos que você deve manter longe da sua vagina

Alguns hábitos são passados de mãe para filha e acabam se perpetuando durante muito tempo; outros, por sua vez, são difundidos através das mídias, como filmes e redes sociais, e passam, assim, a fazer parte do cotidiano de algumas pessoas. No entanto, isso não quer dizer que sejam corretos ou saudáveis.

Portanto, é preciso ter bastante atenção nos vícios presentes na nossa rotina, especialmente quando falamos sobre saúde íntima , já que certas práticas e produtos podem vir a afetar a região vaginal, causando infecções e interferindo até mesmo no prazer sexual .

Assim, para ajudar você a manter a vagina sempre saudável e bem cuidada, confira abaixo as recomendações das ginecologistas Mariana Betioli, fundadora da Inciclo, e Evelyn Prete sobre 10 itens que devem ficar bem longe da sua região íntima !

1 – Sabonetes

De acordo com Betioli, não devemos lavar a vagina com sabonetes comuns, pois assim evitamos irritações e não desequilibramos o pH vaginal. “Algo fundamental para ajudar na saúde íntima é limpar a região do jeito certo. Só que a limpeza nunca deve ser feita na parte interna”, afirma a médica.

Ela explica que a vagina é autolimpante. Portanto, o ideal é levar somente a vulva, ou seja, a área externa; quanto à parte interna, ela diz: “Só com água e os dedos, já é possível limpar bem entre os lábios internos e externos”.

Betioli ainda observa que, caso a pessoa queira, o sabonete deve ser usado em pouca quantidade somente na vulva e no chamado monte de vênus, onde nascem os pelos da região. Mas atenção: após a limpeza, é importante enxaguar e secar muito bem a área. Além disso, ela ainda orienta para o uso de sabonetes neutros: “Aqueles de glicerina ou feitos para os bebês são os mais indicados”.

2 – Duchas

Ainda que seja essencial higienizar a região íntima, a limpeza não deve ser feita em excesso ou de forma agressiva. A fundadora da Inciclo explica que as duchas vaginais, por exemplo, retiram a proteção da vagina. “Ao fazer a ducha, desequilibramos a flora vaginal e ainda levamos bactérias da vulva para dentro da vagina, favorecendo o surgimento de vários problemas de saúde”, aponta.

Para ela, esse tipo de prática tem a ver com o mito de que a vagina tem um cheiro ruim e, portanto, precisa ser lavada a todo momento.

“A vagina é constantemente associada ao odor de peixe. Não é coincidência você ir na farmácia e ter uma prateleira cheia de produtos de higiene íntima feminina, com aroma de flores e doces. Não existe nada parecido para a higiene íntima dos homens porque é algo culturalmente enraizado”, afirma a médica. No entanto, ela argumenta que apesar da região ter, sim, um odor particular, ele é totalmente normal.

Caso esse odor seja muito forte e acompanhado de coceira ou ardor, ou então haja a ocorrência de corrimentos, Betioli recomenda ter atenção e procurar ajuda de um especialista.

3 – Secar a urina de trás para frente

Prete comenta que desde muito cedo as meninas se acostumam a secar a região íntima no sentido equivocado, de trás para frente.

Assim, a ginecologista ensina que o correto é sempre usar o papel higiênico de frente para trás, ou seja, no sentido da vagina para o ânus. “O contato do papel com a região do ânus pode trazer bactérias intestinais para a região da vagina, levando a infecções e desequilíbrio da flora vaginal”, esclarece Prete.

4 – Calcinhas de tecido sintético

Renda, elastano, lycra e microfibra estão entre os materiais mais usados na fabricação de roupas íntimas. Mas atenção: nem todos são grandes aliados da sua vagina! Por abafarem a região, os tecidos sintéticos podem ser bastante prejudiciais à saúde íntima.

“É importante manter a vulva arejada. Portanto, devemos evitar usar roupas apertadas, como calças jeans e se possível, preferir sempre calcinhas de algodão ou tecido respirável para ajudar na transpiração da região”, ressalta Betioli.

Para quem tem problemas maiores com umidade, dormir sem calcinha pode ser uma boa opção. Isso porque, de acordo com Betioli, “o hábito melhora a ventilação, evitando o acúmulo de fungos e o surgimento de casos de candidíase [infecção fúngica que tem como principais sintomas a coceira intensa e o corrimento], por exemplo.”

5 – Calças justas

Talvez, a geração Z não esteja tão errada em achar cringe usar calça skinny . Prete explica que, assim como ocorre com as calcinhas sintéticas, os modelos mais justos de calça também prejudicam a ventilação, a transpiração da região íntima e a manutenção da temperatura normal da genitália.

Além disso, a médica aponta que outro problema que esse tipo de calça pode gerar é o atrito, levando, assim, à formação de assaduras e ao escurecimento da região. “Dê preferência para tecidos leves e deixe para usar as calças mais justas e as jeans em dias que você for ficar um período curto fora de casa”, aconselha a ginecologista.

Você viu?

6 – Absorventes descartáveis

Pois é! Está mais do que na hora de deixar de lado os absorventes descartáveis . Além de sustentáveis e econômicos a longo prazo, segundo Betioli, o coletor menstrual, o absorvente de pano e a calcinha absorvente são opções mais saudáveis para a região íntima.

“Os modelos mais populares do mercado – os absorventes descartáveis externo e interno – não são os mais indicados. O absorvente externo, assim como o protetor diário, possui camadas plásticas que não permitem a passagem de ar, criando um ambiente úmido e quente. Junto a isso, o sangue que fica em contato com a vulva começa a entrar em decomposição, o que também aumenta o risco de problemas”, afirma a responsável pela Inciclo.

Sobre os absorventes internos, a médica complementa dizendo que, quando inseridos no canal vaginal, esses produtos acabam sugando não só o sangue, mas também toda a umidade da vagina. Assim, o cenário torna-se favorável para a proliferação de bactérias indesejadas.

Para as curiosas de plantão, Betioli explica que o coletor menstrual é feito de silicone hipoalergênico, um material inerte e sem substâncias químicas, sendo, assim, benéfico para a saúde feminina, bem como os modelos de calcinhas absorventes e absorventes de pano que possuem tecidos respiráveis com tratamento antimicrobiano.

7 – Comida

Sexo com doces pode até ser divertido nos filmes e séries de televisão, mas, na vida real, as consequências da brincadeira podem não valer a pena. Sorvete, chantilly, leite condensado, chocolate, vegetais, legumes ou qualquer outra comida não devem ser introduzidos ou passados na vagina.

“Sabemos que durante a relação sexual, as pessoas buscam inúmeras formas de se estimular e tornar a transa diferente. Mas, ao usar alimentos que (certamente) não foram feitos para a prática, você cria um risco de contaminação. As consequências disso são diversas, como possíveis reações alérgicas e mais infecções vaginais”, afirma Betioli.

Além disso, Prete também faz um alerta para a alimentação em si. Isso porque maus hábitos alimentares podem, sim, levar a problemas vaginais recorrentes. Ela pondera que o consumo excessivo de gordura, carboidratos e açúcares, além dos alimentos industrializados, pode causar o aumento da produção de bactérias na vagina, culminando com infecções como a candidíase.

8 – Químicos em geral

Desodorantes, lenços umedecidos, hidratantes e lubrificantes cheios de químicos. Todos esses produtos, quando inseridos na vagina, podem causar irritações e até mesmo dermatite na região. Portanto, mantenha-os longe!

“A vulva é muito delicada e tem uma fina camada gordurosa protetora que o lenço umedecido, por exemplo, acaba removendo, o que pode ressecar, irritar, causar coceiras e corrimentos incomuns. Químicos, de forma geral, são inimigos de uma boa saúde íntima”, aconselha Betioli.

9 – Calcinha pendurada no banheiro

Apesar de ser bastante prático lavar a calcinha no banho e deixá-la pendurada no banheiro, especialmente dentro do box, o hábito não é recomendado.

Prete explica que, quando deixamos a calcinha no banheiro, estamos expondo a peça à umidade, fazendo com que, consequentemente, fungos se acumulem no tecido; afinal, o toalete está entre os cômodos mais úmidos da casa.

Outro ponto levantado pela médica é a própria descarga. Isso porque, ao ser acionada, faz com que bactérias se espalhem pelo ambiente, podendo, assim, contaminar o tecido da calcinha.

10 – Longos períodos com biquínis molhados

Tal como deixar a calcinha secando no banheiro não é uma boa ideia por conta da umidade e de bactérias, ficar com o biquíni molhado por um longo intervalo de tempo também não é legal.

A peça úmida em contato direto com a região vaginal contribui para a proliferação de fungos, podendo causar candidíase. “Sempre que puder, ao sair da piscina ou da praia, troque o biquíni molhado por peças secas, para preservar sua saúde íntima”, aconselha a Prete.

A importância do autoconhecimento

Por fim, Betioli afirma ser fundamental conhecer o seu próprio corpo, pois assim será possível observar padrões e perceber quando algo não vai bem. “A saúde da mulher como um todo ainda é rodeada de tabus, e é necessário desconstruir isso. Não deixe de se consultar com uma ginecologista de confiança, fazer exames regulares e acompanhar de perto a sua saúde íntima”, conclui a especialista.

Fontes : Mariana Betioli, fundadora da marca de coletores menstruais Inciclo , é obstetriz, especialista em gravidez, parto e maternidade; Evelyn Prete, ginecologista e obstetra, com especialização em Medicina Fetal em andamento.

Fonte: IG Mulher

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana