Saúde

Clínicas de exames criam alternativas para receber pacientes com segurança

Na entrada da clínica, o técnico realiza a primeira abordagem, medindo a temperatura corporal, higienizando as mãos com álcool 70% e fazendo um pequeno questionário com os clientes sobre possíveis sintomas.

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Atuando na linha de frente no combate ao novo coronavírus, as clínicas de exames também tiveram o fluxo afetado com a pandemia e criaram alternativas para receber os pacientes com segurança e conforto. Estimativas das Sociedades Brasileiras de Patologia e de Cirurgia Oncológica apontam que pacientes têm se recusado a procurar um hospital ou clínica por medo de pegarem o vírus, dificultando o diagnóstico de doenças potencialmente tratáveis como câncer, infarto e infecções.

No Instituto Médico de Diagnóstico por Imagens (IMEDI), em Cuiabá, foram adotadas diversas medidas de prevenção à COVID-19, como proteção de acrílico nos balcões de atendimento, fornecimento de álcool em gel em vários pontos da empresa, equipamentos de proteção individuais e processos de segurança mais rigorosos e eficazes para o paciente. Em caso de pacientes suspeitos, a equipe técnica usa um equipamento especial para autoproteção e das demais pessoas que entrarão em contato com esse profissional.

Na entrada da clínica, o técnico realiza a primeira abordagem, medindo a temperatura corporal, higienizando as mãos com álcool 70% e fazendo um pequeno questionário com os clientes sobre possíveis sintomas. Havendo resposta positiva a qualquer uma das questões, o paciente será direcionado ao fluxo de atendimento preferencial em sala separada, agilizando o exame com rápida liberação do paciente e resultado. Após a saída de cada pessoa da sala é realizado procedimento de desinfecção nos ambientes e equipamentos e, nos casos de pacientes suspeitos para o vírus, é feita a desinfecção de alto nível com produto específico.

Uma comodidade que o local oferece é a entrega de resultados na modalidade delivery. A clínica também permite que o paciente avise previamente, enviando mensagens via WhatsApp, informando que está a caminho do IMEDI. Dessa forma, quando chegar, não ficará aguardando, pois o exame já estará impresso, tornando o processo rápido e seguro. Além disso, para pacientes que precisam de mais agilidade, as entregas podem ser disponibilizadas em 2h após a realização do exame.

De acordo com a diretora clínica do IMEDI, Lorena Andrade Dias, houve uma redução na busca por exames eletivos (rotina), bem como daqueles que são considerados imprescindíveis (acompanhamento de neoplasias, suspeitas de infecção, afecções cardiovasculares). “Nossa equipe está treinada para atuar de forma segura com aqueles que precisam realizar seus exames neste momento delicado. Como empresa, sempre buscamos o que há de melhor, mais moderno e seguro para nossos clientes e não poderia ser diferente durante este período”, finaliza a diretora.

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Homem dos EUA acredita ser o primeiro vacinado contra Covid-19 com sucesso

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Vacina ainda está em teste
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Vacina ainda está em teste

Um homem de Maryland, nos Estados Unidos, acredita ser um dos primeiros vacinados contra a Covid-19 com sucesso. Ele participou de um estudo que relatou ter resultados promissores na produção de anticorpos.

David Rach, o homem em questão, foi a primeira pessoa a ser tratada no estudo da Universidade de Maryland em maio de 2020, onde a gigante farmacêutica Pfizer e a empresa alemã BioNTech estão trabalhando juntas na corrida global para criar uma vacina contra a Covid-19 .

Resultados iniciais mostram que a vacina está funcionando, estimulando o crescimento de anticorpos e taxas iguais ou superiores àquelas de quem tem a doença. “Há um sentimento de alívio, visto que o remédio está produzindo resultados, que a vacina está produzindo anticorpos”, disse Rach ao Daily News .

Rach não pode ter certeza de que recebeu a vacina real ou uma solução salina placebo, mas após uma leve reação de sua segunda dose, ele está convencido de que ele é uma das poucas pessoas no mundo vacinadas contra a Covid-19.

Ele deve ser testado para determinar se ele possui, de fato, imunidade contra a Covid-19 em outubro. Se o teste for bem-sucedido, a Pfizer disse que produzirá 100 milhões de doses antes do final do ano e mais de um bilhão de doses no próximo ano.

Fonte: IG SAÚDE

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