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CGE formaliza compromisso dos auditores com o Código de Conduta Ética do cargo

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A Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) realizou, na tarde desta quinta-feira (23.09), na modalidade híbrida, solenidade de formalização do termo de compromisso dos auditores do Estado aos princípios, às diretrizes e às normas éticas da carreira. O ato estava previsto na Portaria nº 88/2019/CGE-MT, que instituiu o Código de Conduta Ética do auditor em exercício da CGE-MT.

Todos os membros da carreira deverão assinar o termo, a ser anexado à pasta funcional de cada servidor. Na solenidade, para representar os 86 auditores do Estado, assinaram o documento de forma presencial o secretário-controlador, os adjuntos, membros do Conselho do Sistema de Controle Interno (CSCI) e da Comissão de Ética da CGE-MT. Os demais auditores acompanharam a sessão de forma online, pela plataforma Google Meet.

Na oportunidade, o secretário-controlador geral do Estado, auditor Emerson Hideki Hayashida, destacou que a assinatura do termo é uma maneira de os auditores demonstrarem comprometimento com as regras de conduta da carreira, conforme exigência das normas internacionais de auditoria interna, em especial do Modelo de Capacidade de Auditoria Interna (IA-CM) para o setor público, desenvolvido pelo Instituto dos Auditores Internos (IIA). “Este momento é uma forma de consolidar nosso compromisso com as melhores práticas institucionais e fortalecer a nossa instituição e o nosso trabalho”, destacou.

Na mesma linha, a presidente da Comissão de Ética da CGE, auditora Cristiane Laura de Souza, pontuou que a assinatura do termo contribuirá para o aprimoramento da cultura organizacional da integridade e poderá servir de referência para outros órgãos estaduais. “Muito além do código, o comprometimento dos seus membros com ele é o que lhe confere eficácia. Com este ato de comprometimento, damos um importante passo para o aperfeiçoamento do nosso ambiente ético, íntegro e eficaz, como propagado na nossa missão institucional e funcional.”

Segundo ela, o código de conduta ética é um instrumento para nortear o comportamento profissional. “Diferentemente do que fomos condicionados a pensar, o código de ética não consiste em uma norma delimitadora ou cerceadora de liberdades. Ao contrário, o código de ética é uma forma de nortear a nossa conduta profissional. É construído com a função essencial de nos auxiliar na tomada de decisões e de nos proteger, dando transparência sobre nossa forma de atuação aos membros da carreira, à organização, aos gestores e, especialmente, à sociedade, nosso cliente principal”, comentou.

A formalização do termo de compromisso foi precedida pela realização de campanha interna para disseminar o conhecimento do Código de Conduta Ética pelos auditores. O texto da Portaria nº 88/2019/CGE-MT foi diagramado em forma de cartilha, com layout mais atrativo para leitura. Também foram produzidos banners explicativos sobre os principais assuntos do Código de Ética, em especial sobre situações que possam configurar conflitos de interesse no exercício do cargo.

“A Comissão de Ética da CGE tem procurado atuar não somente com normatizações, mas com prevenção e de forma mais humanizada, levando informações e buscando sugestões dos servidores para o aperfeiçoamento do ambiente ético, que extrapola as questões normativas e envolve sabermos como nos sentimos acolhidos e amparados dentro da nossa organização”, acrescentou a presidente.

Confira AQUI a galeria de imagens da solenidade. 

Fonte: GOV MT

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Empaer testa capim kurumi como alternativa para produtores de leite

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Conhecido pelo valor nutritivo, o capim kurumi é a nova aposta da Empresa Mato-grossense de Pesquisa Assistência e Extensão Rural (Empaer) e vem sendo testado junto a produtores de leite da agricultura familiar de Juara, Terra Nova do Norte e Nova Bandeirantes. A equipe técnica segue na produção de mudas e avaliação do potencial nutritivo da cultivar, que pretende junto com o capiaçu ser uma das alternativas de baixo custo e auxiliar os produtores, principalmente durante o longo período de estiagem.

O técnico da Empaer em Terra Nova do Norte, Rodrigo Cezar Ribeiro, explica que quanto maior a produção de leite, maior a demanda energética e proteica. Independente das estações do ano, a alimentação dos animais devem ser uma constante e no caso do período de entressafra, quando a chuva diminui é quando o pasto e o cocho necessitam de uma redobrada atenção.

Ele destaca que as mudas de BRS Kurumi foram fornecidas o ano passado pela Embrapa Agrossilvipastoril de Sinop, multiplicadas e plantadas no sitio Nonoai do senhor João Luis da Rosa, na comunidade Quinta Agrovila.  Na propriedade, em uma área de 1 hectare, a cultivar foi desenvolvida conforme planejado e no dia 20 de novembro será realizado o primeiro pastejo e a avaliação do potencial produtivo do Kurumi com a produção das matrizes leiteiras que irão consumir o pasto.

Rodrigo frisa que insumos para produção da ração como a soja e o milho tiveram um grande aumento nos últimos anos. “Na teoria, o capim produz 20% de proteína bruta e, por este motivo, está sendo plantado na propriedade com a intenção de reduzir custos de produção, principalmente com a alimentação”, destaca.

Ainda em Terra Nova do Norte, 100 produtores já receberam as mudas de kurumi, mas a meta é chegar a 160, o mesmo público atendido nos últimos dois anos com capiaçu.

Trabalho semelhante dos técnicos da Empaer em Nova Bandeirantes, Luma Regina Maldaner e Eder José Barreiros, que vêm atendendo produtores dos Projetos de Assentamento de Japuranã e Japuranomann junto ao Programa REM.

Luma Maldaner destaca que as mudas foram trazidas do escritório regional de Juara através de um produtor. “Em Nova Bandeirantes, nós trabalhamos em parceria com a Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Saneamento. Elas foram plantadas em uma área de 1 hectare no viveiro municipal e serão doadas posteriormente aos produtores da cidade”.

De acordo com Luma, o objetivo é buscar novas alternativas que sejam de baixo custo. O próximo passo será gradear a área para o plantio. “Temos bons exemplos de produtores dos estados de Goiás e da região sul país que o kurumi é uma boa alternativa por ser de pastejo. Em contrapartida, com o capiaçu de silagem. Duas boas alternativas para o produtor da agricultura familiar”.

Mudas sendo mutiplicadas para serem distribuidas e plantadas                              Foto: Empaer 

Fonte: GOV MT

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