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Cerca de 50% dos servidores ainda não se recadastraram

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A 15 dias do fim do recadastramento dos servidores e empregados públicos do Estado de Mato Grosso, somente 24.152 servidores, de um total de 48.818, concluíram a sua atualização cadastral. O prazo final é 15 de dezembro e este ano não haverá prorrogação.

A informação vem do balanço parcial do recadastramento dos servidores efetivos, comissionados e empregados públicos do Estado de Mato Grosso, divulgado pela Coordenadoria de Monitoramento da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) por meio do informativo de recadastramento 2020.

A atualização cadastral anual tem o objetivo de manter atualizadas as informações pessoais, funcionais e de qualificação dos servidores e empregados públicos do Estado. Este ano tem uma grande novidade, a ferramenta Banco de Talentos está interligada ao sistema de recadastramento.

Além do bloqueio salarial, o servidor que não se recadastrar no prazo previsto poderá responder Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apuração dos fatos. Quem inserir informações falsas também será responsabilizado por meio do PAD.

É importante lembrar que o cadastro somente será concluído após o seu total preenchimento e a validação pela chefia imediata.

Banco de Talentos

Este ano a ferramenta Banco de Talentos está interligada ao sistema de recadastramento. Ela constitui-se numa ferramenta de gestão estratégica de pessoas que possibilita conhecer as competências dos servidores e realizar cruzamentos desses perfis com a necessidade dos diversos órgãos e entidades através de um sistema de banco de dados com informações pessoais e profissionais dos servidores públicos estaduais.

Essas informações poderão ser usadas no processo de movimentação de pessoal entre órgãos e ficará disponível para consulta das secretarias, empresas e autarquias interessadas em determinado tipo de perfil funcional. E também serão usadas no redimensionamento da força de trabalho.

O Banco de Talentos está entre as ações voltadas para o desenvolvimento profissional do Estado. Ele faz o mapeamento do perfil de trabalho de todos os servidores públicos estaduais levando em conta seus conhecimentos e habilidades para atividades estratégicas e específicas.

Para se recadastrar clique aqui.

 

Fonte: GOV MT

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Diretores das escolas estaduais têm até 31 de janeiro para prestar contas

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Os gestores das escolas estaduais de Mato Grosso têm até o dia 31 de janeiro para prestar contas sobre os recursos para alimentação escolar recebidos dos governos Federal e Estadual em 2020. Conforme levantamento da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), até esta terça-feira (26) diretores de 367 unidades de ensino ainda não repassaram os dados, o que é obrigatório.

A Secretaria Adjunta de Administração Sistêmica (SAAS) da Seduc-MT esclarece que os diretores devem procurar a secretaria caso haja dúvidas sobre como fazer a prestação de contas. Também estão sendo programadas visitas de equipes técnicas às unidades de ensino para auxiliar nessa tarefa.

Com isso, a intenção da SAAS é evitar que os diretores deixem de dar esclarecimentos sobre como os valores foram gastos. Há escolas que não prestam contas desde 2009, por exemplo.

“Nossa ideia não é desfavorecer as escolas. O que queremos é que fiquem adimplentes, com a situação regularizada. Por isso queremos também levantar quais são as dificuldades enfrentadas na hora de fazer a prestação de contas”, diz Artur Barros, superintendente de Serviços da SAAS.

A não prestação de contas gera notificações extrajudiciais que, se não forem respondidas, podem acarretar na abertura de um procedimento na Unidade Setorial de Correição (USC) da Seduc-MT. O processo, que pode durar de três a seis meses, pode resultar na devolução de recursos ao erário – caso sejam comprovadas irregularidades – e em demissão.

O coordenador de Alimentação Escolar, Hesloan Maia, explica que há muitos casos em que a prestação de contas é realizada, mas com algum tipo de inconsistência ou informação incompleta, e que essas informações precisam ser esclarecidas.

“O que ocorre é que a Seduc pede mais informações e a escola acaba não dando esses esclarecimentos. Em vários desses casos, isso ocorre por falta de conhecimento”, diz Maia.

Artur Barros ressalta que a Seduc-MT está à disposição para tirar as dúvidas dos diretores.

“Queremos orientar, resgatar esses gestores e esclarecer para eles a importância de prestar contas, evitando assim prejudicar tanto a vida funcional deles quanto das escolas”.

Fonte: GOV MT

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