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Centro Político Administrativo passar a contar com feira livre a partir desta quinta-feira (16)

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O Centro Político Administrativo, em Cuiabá, passa a contar a partir desta quinta-feira (16.09) com uma feira livre. A comercialização de itens produzidos por agricultores familiares de cinco cidades está concentrada em frente do prédio que abriga a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) e o Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat).

Na feira, os servidores públicos e demais pessoas que circulam pelo local terão dezenas de opções de frutas, verduras, legumes, folhosas ao preço abaixo do que encontrado em supermercados e redes atacadistas.

O presidente da Cooperativa de Produtores Familiares de Várzea Grande (Coopeveg), Laudêncio Bispo, explica que esse preço atrativo se deve ao fato de serem produtos vindo diretos do produtor, sem passar por atravessadores. “Além disso são produtos frescos e de boa qualidade”, acrescenta o presidente.

A ideia de disponibilizar uma feira no Centro Político Administrativo é antiga, segundo o secretário de Estado de Agricultura Familiar, Silvano Amaral. “Por conta da pandemia tivemos que adiar. Com a vacinação no Estado avançando, e a economia voltando a normalidade, queremos ampliar espaço e o números de produtores familiares que aqui passam a vender seus produtos”, planeja o secretário.

Inicialmente a feira estará disponível três vezes na semana: às quartas, quintas e sextas-feiras.

Na feira são vendidos a produção das cidades de Chapada dos Guimarães, Nova Brasilândia, Várzea Grande, Planalto da Serra e Nossa Senhora do Livramento.

A forma de pagamento desses produtores pode ser via dinheiro, cartão de crédito, débito e pix.

Fonte: GOV MT

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Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso entram em greve pedindo 20% de reajuste

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Professores, administradores e funcionários de escolas, do governo de Mato Grosso, anunciaram paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (28/10) – Dia dos Servidores Públicos – contra o que eles chamam de “calote do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores da educação, o que resultaria num reajuste salarial de 20%.

O valor, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), membro do Fórum Sindical, foi um dos signatários do movimento dos servidores, mais de 700 escolas de Mato Grosso tiveram suas atividades suspensas nesta quarta.

O presidente do Sintep, Valdeir Pereira, disse que o governo não paga o reajuste integral dos servidores desde 2018. Ele destaca que a inflamação registrada é superior a 10%, nos últimos 12 meses. Afirma que o governo deve fazer um reajuste no próximo ano, mas que não atingirá a totalidade da inflação.“Vai ficar pela metade, tivemos um aumento da alíquota previdenciária e o governo não sinaliza em pagar os valores defasados”, disse.

Fora a cobrança da RGA, os professores exigem o cumprimento da Lei 510 de 2013, que assegura a dobra do poder de compras dos salários, a convocação dos aprovados no concurso público, reforma das escolas em condições precárias e aplicação de leis que asseguram recursos para a educação.

“A lei 510 foi, inclusive, uma greve que fizemos pela exigência da parcela fixa. O governo, junto com o Ministério Público, pediu a inconstitucionalidade da lei, mas outros setores, como o Tafe e Sema, o governo fez o pagamento dos percentuais. Ou seja, pra educação a tratativa é uma, pros outros setores a tratativa é outra”, recorda.

Além disso, os profissionais aproveitam para protestar também contra a volta as aulas na pandemia, o fechamento de escolas e a falta de políticas públicas para auxiliar estudantes que foram prejudicados por conta da covid-19.

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