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Central nuclear ucraniana é bombardeada neste sábado

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A maior central nuclear da Europa, localizada na cidade de Zaporizhzhia, na Ucrânia, voltou a ser atacada neste sábado (6). A empresa controlada pelo Estado ucraniano, que opera a central nuclear, alerta para o “risco de fuga de hidrogénio e pulverização radioativa”. Há um incêndio no local.
 
Os governos ucraniano e russo trocam acusações e culpas pelo incidente. A Rússia diz que terroristas ucranianos decidiram colocar toda a Europa à beira de uma catástrofe nuclear.

Por outro lado, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusa os russos de serem responsáveis por “um crime descarado e um ato de terrorismo”. Para Zelensky, há risco de uma tragédia maior do que o que aconteceu em Chernobyl, em 1986.

União Europeia

A União Europeia condenou o que considerou ser uma “violação irresponsável” das regras da segurança nuclear por parte da Rússia, face às ações militares no complexo da central ucraniana de Zaporizhzhia.

“A UE condena as atividades miliares da Rússia em torno da central nuclear de Zaporizhzhia. Trata-se de uma violação grave e irresponsável das regras de segurança nuclear e de um novo exemplo do desprezo da Rússia por normas internacionais”, reagiu no Twitter Josep Borrell, alto representante da União para os Assuntos Externos e a Política de Segurança.

Com informações da RTP

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Internacional

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BRASIL E MUNDO

‘EUA estão buscando prolongar o conflito’, diz Putin sobre guerra

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Putin ataca EUA em discurso na Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional
Reprodução/Kremlin – 09.05.2022

Putin ataca EUA em discurso na Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, atacou os  Estados Unidos durante seu discurso na 10ª Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional nesta terça-feira (16) e afirmou que Washington quer “prolongar” a guerra na Ucrânia – iniciada por Moscou em 24 de fevereiro.

“A situação na Ucrânia demonstra que os Estados Unidos estão buscando prolongar o conflito. Além disso, estão agindo de forma similar e alimentando o potencial de conflitos na Ásia, na África e na América Latina”, disse o mandatário.

Além disso, Putin afirmou que o Ocidente usa o povo ucraniano como “carne de canhão” e que essas nações “têm necessidade de conflitos para manterem a sua hegemonia” no mundo. Segundo o mandatário, eles têm um “projeto anti-Rússia, fecharam os olhos para o uso da ideologia neonazista e sobre a morte em massa de civis no Donbass e forneceram armas, também pesadas, ao regime de Kiev”.

As acusações são as mesmas feitas por Putin para justificar a invasão da Ucrânia em fevereiro e, desde então, Moscou vem sendo alvo de pesadas sanções ocidentais, que causam danos à economia do país – apesar das negativas do Kremlin.

A princípio, Moscou queria derrubar o governo de Volodymyr Zelensky com uma campanha militar rápida, mas os planos fracassaram e a Rússia começou a concentrar suas operações nas áreas ao sul e na área do Donbass, que conta com as regiões separatistas de Donetsk e Lugansk.

Em outro ataque a Washington, o presidente russo afirmou que a visita da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, a Taiwan no início de agosto foi uma tentativa de “desestabilizar” a região indo-pacífica.

“Como vocês sabem, recentemente, os Estados Unidos tentaram mais uma vez, deliberadamente, jogar gasolina no fogo e estremecer a situação na região Ásia-Pacífico. A aventura norte-americana em Taiwan não foi só uma viagem de um único político irresponsável, mas faz parte de uma estratégia deliberada e consciente dos EUA para desestabilizar e deteriorar a situação na região. Uma falta de respeito”, acusou ainda.

Após o discurso de Putin, o Ministério da Defesa informou que fechou um contrato para a entrega de mísseis balísticos intercontinentais Sarmat.

Em junho deste ano, em outro evento, o mandatário russo havia informado que esperava que os Sarmat estariam disponíveis “até o fim do ano” e que eles dariam “garantias de segurança” à Rússia contra “as atuais ameaças”, fazendo “refletir quem está nos ameaçando”.

Os mísseis do tipo tiveram o primeiro teste oficial realizado em abril deste ano e os equipamentos têm a capacidade de transportar até 15 ogivas para ataque.

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Fonte: IG Mundo

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