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Casos graves da Covid-19 podem gerar sequelas por 4 meses, diz estudo preliminar

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Casos graves da Covid-19 podem gerar sequelas por 4 meses, diz estudo preliminar
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Casos graves da Covid-19 podem gerar sequelas por 4 meses, diz estudo preliminar

As sequelas da Covid-19 podem durar por muito mais tempo em casos graves da doença. Uma pesquisa do Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba, no Paraná, indica que podem ser necessários quatro meses até uma recuperação completa de casos graves.

Os resultados do estudo preliminar foram divulgados pela revista Exame. Os cientistas observaram 100 pacientes que tiveram sintomas graves durante alguns meses após deixarem o hospital. O estudo ainda diz que houve uma incidência maior de sequelas pós-coronavírus pois, nesse caso, todos os participantes ficaram internados em leitos de UTI.

90% dos pacientes apresentaram fadiga e cansaço, outros 70% falta de ar e dores musculares, já 40% relataram perda do olfato e paladar e outros 30% tiveram dores de cabeça. Outros sintomas, em proporção menor, também foram registrados. A incidência na população geral deve variar de 10 a 30%.

Sequelas pós-coronavírus

“A gente identificou que vários órgãos do corpo podiam sair com mais sequelas. Precisamos tomar cuidado para não sermos alarmistas. Estamos falando de um grupo que teve a doença no caso mais grave. A gente ainda não olhou os resultados do estudo com mais de 6 meses pós-covid-19, precisamos de mais dados”, disse a pesquisadora e coordenadora do Programa de pós-graduação em ciências da saúde da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Cristina Pellegrino Baena à revista.

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“A fisioterapia é o carro-chefe da recuperação, com a ajuda de remédios. Os pacientes precisam voltar à vida normal e nós ajudamos neste processo. Metade das pessoas não conseguiram completar um teste de caminhada simples durante 6 minutos, por exemplo”, completou ainda.

Os pesquisadores informaram que montaram um ambulatório especial para atender os pacientes com sequelas pós-coronavírus. O objetivo agora é coletar mais dados para que tenham números mais precisos sobre as consequências da Covid-19 em longo prazo.

Fonte: IG SAÚDE

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Dois aviões com vacinas da Pfizer chegam ao aeroporto de Campinas

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Vacina da Pfizer: Brasil recebe 1º lote do imunizante com 4 meses de 'atraso'
Reprodução: BBC News Brasil

Vacina da Pfizer: Brasil recebe 1º lote do imunizante com 4 meses de ‘atraso’


Dois aviões com doses da vacina da Pfizer/BioNTech contra a covid-19 chegaram ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), nesta quinta-feira (5). O primeiro voo, que trouxe o 38° lote, com 781.560 doses do imunizante, aterrissou por volta das 18h30.


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Já o voo com o 39° lote, com 1.053.000 doses, aterrissou próximo das 20h30.Com esses lotes, a farmacêutica entregou quase 34 milhões de doses ao governo brasileiro. Das 17,6 milhões de doses que estavam previstas para entrega entre 3 e 22 de agosto, ficam faltando 13,69 milhões.

Pelo cronograma previsto para este mês, a Pfizer passou de uma média de entrega de 1 milhão de doses por semana, para 1 ou 2 milhões de doses por dia. Até então, somente aviões cargueiros transportavam as vacinas dos Estados Unidos para o Brasil, mas com o aumento do número de doses entregues a partir de agosto até o final do ano, aeronaves da Latam também entraram no novo cronograma logístico.


Entre o final de agosto e setembro, há a previsão da chegada de quase 52,4 milhões de doses – que fazem parte do primeiro acordo firmado no dia 19 de março e que contempla a disponibilização de 100 milhões de vacinas até o final do terceiro trimestre de 2021.O segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de outras 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. Ao longo do ano, a farmacêutica fornecerá um total de 200 milhões de doses de vacina ao Brasil.

Fonte: IG SAÚDE

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