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Casos de SRAG crescem no Brasil; 22 estados têm tendência de alta, diz Fiocruz

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A SRAG pode ser causada por vários vírus respiratórios, mas, neste ano, cerca de 98% dos casos no país têm o vírus da Covid-19
Foto: James Gallagher

A SRAG pode ser causada por vários vírus respiratórios, mas, neste ano, cerca de 98% dos casos no país têm o vírus da Covid-19

Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) estão em alta no Brasil pela segunda semana consecutiva, indica o boletim semanal de monitoramento da Fiocruz, o Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (3).

De acordo com o levantamento, 22 estados têm ao menos uma região com alta no número de casos nas últimas 3 ou 6 semanas. Além disso, o número de capitais com a mesma tendência nesse período aumentou de 12 para 13. Entre as capitais, Maceió, Rio de Janeiro, São Luís e São Paulo já mostram tendência de aumento de casos há pelo menos 6 semanas.

A SRAG é causada por vírus respiratórios, mas, neste ano, cerca de 98% dos casos no país têm o vírus do Sars-CoV-2 como causa, segundo a Fiocruz.

Ainda de acordo com a Fiocruz, os sinais de crescimento nos casos já vinham aparecendo há pelo menos dois meses e meio nas capitais. O mês passado também foi o primeiro, desde agosto, em que a queda percentual das mortes por Covid-19 foi menor do que a do mês anterior.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Vacina de Oxford deve ter dose única para atingir mais pessoas, diz Fiocruz

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Fiocruz
Reprodução: BBC News Brasil

Deve haver uma maior lacuna entre as duas doses da vacina de Oxford, segundo defende a Fiocruz

O vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, orientou nesta quinta-feira (21) que a  vacina de Oxford seja, em um primeiro momento, aplicada por meio de dose única para que mais pessoas possam ser vacinadas.

“O programa que vem sendo usado pela Inglaterra e outros países, é aproveitar a característica da vacina e disponibilizar a vacina para mais pessoas.”, disse, em entrevista à GloboNews

De acordo com Krieger, o imunizante produzido pela niversidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca tem eficácia de 73% por 120 dias a partir da aplicação da primeira dose, o que já seria suficiente para resuzir a carga viral da população e arrefecer a pandemia.

“Tratamos a segunda dose como um reforço. Não é uma vacina que precisa de duas doses, já que tem uma eficácia com a primeira dose. Dados científicos mostram que o esforço nesse espaço de tempo (120 dias) aumenta um dos componentes da resposta imune em cerca de 7x e eleva a eficácia para acima dos 80%.”, explicou.

Fonte: IG SAÚDE

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