BRASIL E MUNDO

Caso Tatiane Spitzner: acusado será julgado pelo júri popular nesta terça (4)

Publicados

em


source
Tatiane foi morta após cair do quarto andar de um prédio
Reprodução

Tatiane foi morta após cair do quarto andar de um prédio

Nesta terça-feira (04), em Guarapuava, no Paraná , começa o júri popular do acusad o Luis Felipe Manvailer , investigado sub a suspeita de ter assassinado sua esposa, a advogada Tatiane Spitzner , pelos crimes de feminicídio e fraude processual. As informações foram apuradas pelo Metrópoles.

A equipe do juri será formada por sete pessoas e todos são homens. Cerca de quatro mulheres haviam sido sorteadas para participarem do julgamento, porém, a defesa de Manvailer solicitou a dispensa das juradas que foi acatada.

Novo data passa ser a segunda tentativa de dar início ao júri popular do acusado. Nas demais oportunidades ele teve que ser reagendado e possibilidade pode acontecer novamente, já que uma das testemunhas da defesa de Manvailer, está se recuperando da Covid-19.

De acordo com o advogado de defesa, Claudio Dalledone, a testemunha que se recupere de sequelas do novo coronavírus é “imprescindível” para o andamento do julgamento. “Iremos verificar se essa testemunha pode ser ouvida por videoconferência. Então, há uma série de decisões a serem tomadas a partir do que pretende o juiz”, declarou à imprensa.

Você viu?

Manvailer se encaminhou ao fórum deixando a Penitenciária de Guarapuava por volta das 8h45. Seus advogados fizeram uso e uma capa preta para esconder o acusado dos manifestantes que pediam justiça na frente do local do julgamento.

Relembre o caso 

Tatiane Spitzer, tinha 29 anos e foi encontrada morta na madrugada no dia 22 de julho de 2018. Ela caiu do quarto andar de um prédio em Guarapuava. A Polícia Civil investigou o caso e levantou a suspeita de feminicídio .

A investigação teve acesso às imagens das câmeras de segurança do prédio, que mostra Luis Felipe Manvailer agredindo sua esposa. As imagens mostram os momentos antes da queda da vítima. Eles chegaram ao prédio de carro e já no automóvel, é possível observar o acusado diferindo golpes contra a advogada.

Segundo as autoridades, ele tira Tatiane do veículo a agredindo e entra no prédio. Ela é visto correndo pelas imagens de segurança e tenta entrar no elevador, mas o acusado a alcança. Essas foram os últimos registros de Tatiane com vida. 

Comentários Facebook
Propaganda

BRASIL E MUNDO

Na ONU, Israel diz que Hamas premeditou conflito

Publicados

em


source
Na ONU, Israel diz que Hamas premeditou conflito
Reprodução: iG Minas Gerais

Na ONU, Israel diz que Hamas premeditou conflito

Enquanto o Conselho de Segurança discutia, neste domingo, uma declaração sobre os confrontos no Oriente Médio —  que segundo o secretário-geral da ONU, António Guterres, podem “desencadear uma crise incontrolável” —  o embaixador israelense nos Estados Unidos e na ONU, Gilad Erdan, acusou o Hamas de ter “premeditado” uma guerra com Israel e de querer “tomar o poder na Cisjordânia”. O ministro das Relações Exteriores da Palestina, Riyad Al-Maliki, por sua vez, denunciou a “agressão” de Israel contra o “povo” palestino e seus “lugares sagrados”.

Segundo diplomatas, o Conselho está negociando uma declaração, mas o apoio dos Estados Unidos continua incerto.  Com a escalada de violência na região, já são 188 mortos em Gaza, incluindo 55 crianças, desde o início dos confrontos, na última segunda-feira. Em Israel, 10 pessoas, incluindo duas crianças, foram mortas em ataques com foguetes do Hamas e outros grupos armados de Gaza, como a Jihad Islâmica.

“O Hamas optou por acelerar as tensões, usando-as como pretexto, para iniciar esta guerra. Não há justificativa para o lançamento indiscriminado de foguetes contra a população civil”, acrescentou, afirmando que os palestinos “usam escudos humanos” aumentando o número de vítimas civis.

Edran — que celebrou o apoio dado a seu país por Washington — pediu ao Conselho de Segurança que condene os ataques com foguetes e disse que o Estado hebreu “não tinha outra opção” a não ser retaliar os ataques palestinos para detê-los.

O chanceler palestino na ONU, por sua vez, afirmou  que “alguns não querem usar essas palavras — crimes de guerra e crimes contra a Humanidade — mas sabem que é a verdade.”

“Israel é implacável e implacável em sua política colonial”, acusou Al-Maliki, conclamando o Conselho de Segurança a agir para impedir o ataque. “Quantos palestinos terão que morrer antes que haja uma condenação? Em que momento vão ficar escandalizados?”

Você viu?

É a primeira reunião pública do Conselho, após duas reuniões privadas na semana passada. Até agora, Washington optou por esforços diplomáticos para alcançar um cessar-fogo e considera que uma declaração do Conselho seria “contraproducente”. A reunião de emergência foi organizada a pedido da China, Noruega e Tunísia.

“Os Estados Unidos têm trabalhado incansavelmente, por meio dos canais diplomáticos, para tentar pôr fim a este conflito”, disse a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Linda Thomas-Greenfield, ao conselho de 15 membros. “Porque acreditamos que israelenses e palestinos têm o direito de viver em segurança e proteção”.

A posição de privilegiar a diplomacia não é compartilhada pela maioria do Conselho, especialmente os aliados tradicionais de Washington. A China lamentou a “obstrução” dos EUA a uma declaração e instou o Conselho a “agir” para encerrar as hostilidades.

Ao iniciar a sessão virtual de emergência, neste domingo, Guterres reforçou que o “massacre continua”.

“Este ciclo insensato de derramamento de sangue, de terror, de destruição, deve parar imediatamente, porque eles podem levar israelenses e palestinos a uma espiral de violência com consequências devastadoras para as duas comunidades e para toda a região”, afrimou. “A violência tem o potencial de desencadear uma crise humanitária e de segurança incontrolável e de estimular ainda mais o extremismo, não apenas nos territórios palestinos ocupados e em Israel, mas em toda a região”.

Neste domingo, um ataque com um carro contra membros das forças de segurança israelenses em Jerusalém Oriental deixou feridos, informaram a polícia e os serviços de socorro. Os policiais foram atropelados no bairro de Sheikh Jarrah, onde a ameaça de expulsão de quatro famílias palestinas gerou protestos e uma repressão israelense que foi o estopim para o conflito entre Israel e o Hamas, que já dura sete dias.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por sua vez, disse que a campanha de Israel em Gaza, controlada pelo Hamas, continua com “força total”.

Fonte: IG Mundo

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana