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Caso João Alberto: família recusa indenização de R$ 500 mil do Carrefour

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Manifestantes protestam contra morte de João Alberto nas mãos de seguranças do Carrefour
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Manifestantes protestam contra morte de João Alberto nas mãos de seguranças do Carrefour


O pai de João Alberto recusou a oferta do Carrefour de pagar R$ 500 mil numa ação por danos morais devido ao assassinato de seu filho em um supermercado da rede em novembro do ano passado

Dois seguranças foram presos após o espancamento em Porto-Alegre (RS). O Carrefour afirma que as tratativas para um acordo permanecem em andamento.

O pastor João Batista, 65, pai de João Alberto, e seu advogado, Rafael Peter Fernando não revelaram o valor exigido ao Carrefour pela família .

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“Os valores oferecidos pelo Carrefour baseiam-se na jurisprudência do STJ [Superior Tribunal de Justiça], muito aquém do que pretendemos, já que se trata de um caso sem precedentes no Brasil”, disse o advogado.


Acusação e defesa


A defesa argumenta que a indenização não pode ser baseada por outros processos e que deve ter “caráter pedagógico” para a marca francesa —motivando a alteração nos procedimentos dos seguranças e evitar outras mortes parecidas.

De acordo com Peter, antes da morte de João Alberto, houve outras situações de violência na rede de supermercados, e não ocorreram mudanças. “Só houve uma nota do Carrefour lamentando o que aconteceu, que repudia veementemente. Mas isso continua acontecendo. Então, por isso que o valor tem que ser um pouco maior para servir de reprimenda”, afirmou.

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Bolsonaro se irritou com Castello Branco em reunião: “vestido de astronauta?”

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Roberto Castello Branco
Roberto Castello Branco | Marcelo Camargo / Agência Brasil

O jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, revelou neste domingo (28) detalhes da reunião anterior à demissão de Roberto Castello Branco da presidência da Petrobras. Além dele e de Jair Bolsonaro, estavam presentes também os ministros da Economia, Paulo Guedes, de Minas e Energia, Bento Albuquerque, da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, e da Casa Civil, Walter Braga Netto .

No encontro, Castello Branco deveria explicar os reajustes do preço do diesel. Mas o que irritou Bolsonaro foi o fato de que o então presidente da Petrobras estava utilizando equipamentos de proteção para conter a disseminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Aos 76 anos, Castello Branco se protegia – e protegia aos demais – com uma máscara N95 e óculos de proteção. Cumprimentou a todos, mas sem apertos de mãos ou abraços, como o restante estava fazendo. De acordo com a apuração de Lauro Jardim, isso foi o suficiente para Bolsonaro praticamente perder a paciência.

No gabinete presidencial, apenas Guedes usava máscara, mas a retirava ao falar. Já Castello Branco manteve o equipamento de proteção no rosto durante toda a reunião.

Bolsonaro, que costuma criticar as medidas de segurança contra a Covid-19, e os ministros chegaram a perguntar porque Castello Branco estava “vestido de astronauta”.

Depois da reunião, o então presidente da Petrobras foi demitido do cargo, e Bolsonaro nomeou o general Joaquim Silva e Luna para o cargo. A intervenção na estatal assustou o mercado e fez as ações da empresa despecarem na Bolsa .

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