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Caso Henry: Monique mentiu sobre ir a cabeleireiro após enterro, diz polícia

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Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos

A polícia afirmou nesta segunda-feira (19) que Monique Medeiros , mãe do menino Henry Borel , mentiu ao dizer que foi a cabeleireiro para fazer reparos em um procedimento após o enterro do filho. Segundo a corporação, o estabelecimento que ela citou diz que ela não fez o procedimento. 

Em seu depoimento, a professora contou que teria ido ao local para corrigir seu alongamento capilar, técnica conhecida popularmente como “mega hair”. Em vez disso, ela fez mais serviços do que o cabelo e gastou R$ 240 em tratamentos estéticos.

Em uma conversa com Monique, no último dia 12 de março, o serviço de atendimento do salão de beleza explicitou os procedimentos. Foram realizados “pé: R$ 39; mão: R$ 35; conserto: R$ 27; tratamento: R$ 139”.

Essa, no entanto, não foi a única postura de Monique que causou estranheza após a morte de Henry. A polícia teve acesso a mensagens no celular da professora que mostraram que ela procurou por aulas de inglês e de culinária nos dias seguintes à morte da criança.

Em outra ocasião, quando ela prestou depoimento junto a Jairinho na 16ª DP sobre a morte do menino, Monique tirou uma selfie na delegacia. Na imagem, ela dá um pequeno sorriso enquanto posiciona os pés em cima das cadeiras da delegacia.

Monique está presa desde o dia 8 de abril por atrapalhar as investigações e coagir testemunhas. A mulher está detida no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói.

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Juíza aceita denúncia e torna Jairinho e Monique réus pela morte de Henry

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Jairinho e Monique foram denunciados pela morte no menino Henry Borel
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Jairinho e Monique foram denunciados pela morte no menino Henry Borel

O vereador Jairinho e sua namorada, Monique Medeiros , se tornaram réus nesta sexta-feira (7) pela morte do menino Henry Borel , de 4 anos, e tiveram suas prisões temporárias convertidas em preventivas. A decisão foi tomada após a juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal da Capital, aceitar denúncia contra o casal. A informação é do jornal Folha de S.Paulo .

A mãe e padrasto de Henry cumpriam prisão temporária desde 8 de abril, quando foram presos em endereço distinto de onde moravam. Agora na condição de réus, os dois têm prazo de dez dias para se manifestar.

No entendimento da magistrada, os dois estarem em endereços diferentes no momento da detenção pesou para a conversão da prisão deles de temporária para preventiva. A juíza também levou em consideração a ameaça de coação de testemunhas, já que a babá de Henry e a empegada doméstica tiveram que prestar um segundo depoimento à polícia.

“Para além da revolta generalizada que os apontados agentes atraíram contra si antes mesmo de serem denunciados pelo órgão com atribuição para tal, releva assinalar que o modus operandi das condutas incriminadas reforça o risco a que estará exposta a ordem pública, bem como a paz social, se soltos estiverem os ora acusados”, escreveu Elizabeth.

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“As circunstâncias do fato, pois, estão a reclamar a pronta resposta do Estado com a adoção da medida extrema provisória, até como forma de aplacar a nefasta sensação de impunidade”, completou a magistrada.

Ainda segundo a juíza, o caso exige “a adoção da medida extrema de cautela” e “qualquer das medidas substitutivas, mais brandas” não “suficientes”.

A decisão foi tomada um dia depois de o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciar Dr. Jairinho e Monique Medeiros pelo homicídio triplamente qualificado de Henry, no dia 8 de março. Ambos também foram denunciados pelos crimes de tortura, fraude processual e coação de testemunhas.

Monique ainda responderá por crime de falsidade ideológica pelo fato de, em 13 de fevereiro, ter prestado declaração falsa no Hospital Real D’Or, em Bangu, sobre as causas de um ferimento do filho.

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