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Caso Henry: babá muda depoimento e confirma ao menos três agressões

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O menino Henry tinha 4 anos
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O menino Henry tinha 4 anos

A babá Thayná de Oliveira Ferreira confirmou à Polícia Civil do Rio de Janeiro ao menos três agressões sofridas pelo menino Henry , que morreu no dia 8 de março. No primeiro depoimento, Thayná afirmou que o garoto nunca havia sido agredido.

Thayná pediu desculpas ao delegado Henrique Damasceno, responsável pela investigação do caso, por ter mentido em seu primeiro depoimento. A informação foi confirmada ao UOL pela advogada Priscila Sena, que atende a babá.

Segundo a advogada, Thayná se sentiu pressionada pela professora Monique Medeiros (mãe de Henry), o vereador Dr. Jairinho (sem partido) e o advogado André Barreto . Logo após o assassinato de Henry, a babá foi levada ao escritório de Barreto; ele não cuida mais do caso.

Priscila Sena afirmou ao UOL que Thayná de Oliveira Ferreira está sofrendo ameaças e teme ser presa. O primeiro contato das duas aconteceu em 9 de abril, um dia após a prisão de Jairinho e Monique por suspeita de atrapalhar as investigações .

A Polícia Civil do Rio de Janeiro aponta que Dr. Jairinho e Monique Medeiros tinham histórico de violência contra Henry . O casal é acusado de coagir testemunha s e combinar versões com envolvidos

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Atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga será ouvido pela CPI nesta quinta (06)

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Atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga será ouvido pela CPI nesta quinta (06)
Divulgação/Ministério da Saúde

Atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga será ouvido pela CPI nesta quinta (06)

Em seu terceiro dia de depoimentos, a  CPI da Covid irá ouvir nesta quinta-feira (06) o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Após a fala do mandatário da pasta, a comissão irá ouvir o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ), Antonio Barra Torres.

Ambos irão falar para comissão parlamentar de inquérito sob a condição de testemunhas. Isso significa que o depoente se compromete a dizer a verdade, sob o risco de incorrer no crime de falso testemunho.

Marcelo Queiroga chega pressionado ao depoimento. Isso porque na manhã da última quarta-feira, o ministério da Saúde confirmou em coletiva de imprensa que contratou apenas a metade do total de vacinas contra a covid-19 anunciadas. Das 560 milhões de doses anunciadas, apenas 280 milhões estão sob contrato.

A quantia não seria o suficiente para imunizar completamente toda a população brasileira. Por isso, Queiroga anunciou que negocia mais 100 milhões de doses com a farmacêutica Pfizer. A expectativa do ministério é fechar o contrato antes do depoimento à CPI da Covid.


Nos últimos depoimentos, Mandetta e Teich revelaram divergências com o presidente Jair Bolsonaro sobre a condução do combate à pandemia por parte do governo federal.

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