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“Carol Celico pediu para não expor os filhos que tem com Kaká”, diz Carol Dias

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Carol Dias com seus enteados, filhos de Kaká
Instagram/Reprodução

Carol Dias com seus enteados, filhos de Kaká

Carol Dias explicou em stories do Instagram os motivos pelos quais não aparece em muitos registros com os enteados, Luca e Isabella, filhos de Kaká e sua ex-mulher, Carol Celico.

Tudo começou quando fã perguntou “Por que não posta foto com os enteados com a mesma frequência que posta Esther [sua filha]?”. 

“Algum tempo atrás a mãe das crianças pediu para não postar foto com eles. Foto, stories. Porque, de certa forma, ela não gostava da exposição. Passou um tempo, depois disso, nunca mais postei. Me acostumei e me adaptei com esse formato, porque realmente não necessita postar para provar que ama, né?”, contou a modelo.

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Carol também revelou que hoje em dia a mãe deu a liberação, mas ela acabou se acostumando a não postar. “Por eu ter me adaptado com isso, hoje eu realmente não posto. Não sinto a necessidade de postar sempre. Já tendo ocorrido a conversa sobre não postar, me sinto às vezes sem jeito de postar algo que possa desagradar. Então, hoje em dia, mesmo tendo uma liberação, evito ao máximo. Quando tem algum evento ou comemoração, algo de especial, aí acabo postando. Foi a forma que encontrei de respeitar e de não correr o risco de desagradar”, disse.

Carol ainda pontuou que o próprio marido, Kaká, não expõe muito os filhos. “Mas não confundam exposição com falta de convivência. As crianças convivem muito com a gente. O Kaká é super dedicado e um pai maravilhoso, então eles estão sempre com a gente”.

Fonte: IG Mulher

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“Elas se protegem”, diz mãe de gêmeas, uma delas com Síndrome de Down

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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela
Reprodução/Instagram

Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela

Como muitas  mulheres , a dentista Renata Pinheiro, sonhava em ter filhos. Ela  engravidou aos 34 anos e teve uma bela surpresa: ao invés de um, eram dois bebês. “Nos exames de pré-natal eu e o meu marido descobrimos que seriam bivitelinos, pois elas tinham peso e tamanho diferentes.

Foi uma surpresa, uma alegria, mas também veio o medo de ser difícil financeiramente e de cuidar de duas crianças ao mesmo tempo”, conta. No nascimento, outra descoberta: Marina tinha Síndrome de Down e Marcela não. “No começo foi muito turbulento. Eu, mãe de primeira viagem, de duas meninas e cada uma com características individuais, me assustou”, diz.

Renata conta que ter uma filha com Síndrome de Down a fez descobrir toda uma área de conhecimento. “Aprendi sobre os direitos que estão na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, fiz cursos e participo de palestras. Mas os fatos que vivenciamos na rotina é que nos ensinam e nos fortalecem”, conta.

Além de buscar informação por conta própria, ela conta que também encontra apoio para em grupos de mães e famílias com crianças com a mesma condição. “Faço parte de grupos de mães que vivem realidades parecidas e é muito bom. A sociedade precisa se preparar, tanto no aspecto físico e estrutural quando no pessoal. As pessoas com deficiência estão aí e têm o direito de estarem em todos os lugares”, afirma.

Essa rede de apoio, somada ao acolhimento que recebe de sua família, foram fundamentais para que ela soubesse lidar com situações de preconceito envolvendo a filha. “Já tive matrícula recusada em escola particular e na escola de natação da cidade. Nesse período eu era imatura frente a discriminação, mas hoje sei reinvidicar e lutar pelos direitos dela”, conta Renata, que já venceu um processo contra uma empresa de recreação por discriminação. 

“Infelizmente sei que novos absurdos podem acontecer, porém, eu tenho que prepará-la para a sociedade. A sociedade que não está preparada para ela”, diz. 

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Mesmo com as diferenças, a criação das duas é a mesma. A única diferença é que Marina faz acompanhamento com uma fonoaudióloga e psicopedagoga. “Para as duas, mantemos a mesma rotina, exigimos disciplina e buscamos que sejam educadas dentro dos nossos critérios. As duas fazem as mesmas atividades, só isso que difere mesmo”, conta.

Felizmente, o preconceito não abala as relações familiares e a amizade entre as irmãs Marina e Marcela, hoje com oito anos. “As duas são muito companheiras. Estão na fase de ‘ranhetice’, mas elas se protegem. Uma briga com a outra, mas não venha ninguém falar ou brigar com uma que a outra a defende”, conta. 

Fonte: IG Mulher

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